Regionais - IMAGENS FORTES! ASSALTANTE É BALEADO COM TIRO DE RASPÃO NA CABEÇA E PRESO COM MAIS DOIS COMPARSAS DURANTE EM TROCA DE TIROS COM A POLÍCIA - Notícias
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Regionais : IMAGENS FORTES! ASSALTANTE É BALEADO COM TIRO DE RASPÃO NA CABEÇA E PRESO COM MAIS DOIS COMPARSAS DURANTE EM TROCA DE TIROS COM A POLÍCIA
Enviado por alexandre em 21/02/2020 23:16:56


Um dos bandidos foi atingido na cabeça durante a troca de tiros com os policiais do 30º DIP

Três assaltantes foram presos em flagrante delito e um deles foi baleado de raspão na cabeça durante uma troca de tiros com policiais civis do 30º DIP.


O tiroteio aconteceu na tarde desta sexta-feira, 21, na Rua das Pérolas, bairro Tancredo Neves, próximo do terminal de ônibus da Zona Leste de Manaus.


O trio tinha acabado de roubar um veículo que transportava mercadorias dos Correios e quando foi localizado pelo delegado titular Torquato Mozer e a equipe que estava ao seu comando.

 

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Durante a fuga os assaltantes abandonaram o veículo roubado, correram para se esconder na casa de um deles e começaram atirar quando os policiais cercaram o imóvel.

 

Policiais recuperaram o carro e a mercadoria dos Correios 


Os moradores da rua entraram em pânico quando começaram a ouvir o barulho provocado pelo tiroteio que só acabou quando os assaltantes ficaram sem munição e um deles já estava baleado.


O delegado Torquato Mozer acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e uma equipe para tender o assaltante que sangrava muito com o tiro de raspão na cabeça.


O carro e a carga que estava transportando no momento do assalto foram recuperados e devolvidos para um representante da diretoria dos Correios que esteve no 30º DIP.


Dois assaltantes também foram levados para a delegacia para ser iniciado o auto de flagrante e p bandido baleado foi conduzido as Hospital e Pronto-Socorro Dr. João Lúcio Pereira.

 

Foi uma tarde de muitos tiros disparados na Rua

das Pérolas e que deixaram os moradores em pânico

 

ATENÇÃO! IMAGENS FORTES! 

 

 

 

 

Fotos: Divulgação

 

VEJA VÍDEO:https://portaldozacarias.com.br/site/noticia/imagens-fortes--assaltante-a--baleado-com-tiro-de-raspao-na-cabeaa-e-preso-com-mais-dois-comparsas-durante-em-troca-de-tiros-com-a-polacia-no-bairro-tancredo-neves--zona-leste-de-manaus.-veja-vadeo/

Regionais : NINHO DE SERPENTES: Júnior Gonçalves usa Polícia Civil para investigar advogados; Justiça anula inquérito
Enviado por alexandre em 21/02/2020 23:12:14

NINHO DE SERPENTES: Júnior Gonçalves usa Polícia Civil para investigar advogados; Justiça anula inquérito

Júnior Gonçalves chefe da Casa Civil do Governo de Rondônia e o advogado Luiz Felipe da Silva Andrade

Porto Velho, RO - Vale tudo na briga de foice no escuro no serpentário que cerca o governador Marcos Rocha. Vale canelada, dedo no olho, golpe abaixo da linha de cintura e até apelar para uma delegacia de polícia incompetente (em termos jurídicos) para investigar adversários, outrora aliados de primeira hora.

Os fatos giram em torno do rumoroso caso de prints de conversas de whatsapp atribuídas ao secretário chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves, e que vieram a público em agosto do ano passado.

As conversas atribuídas a Júnior Gonçalves ofendem deputados estaduais – um deles é chamado de molambo - , sugerem  que parlamentares estariam recebendo propina e todos eles são chamados de sanguessugas.

Na época, Junior Gonçalves procurou a alta cúpula da Polícia Civil para abrir investigação, o que foi feito. Ocorre que, sete meses depois, o juiz Pedro Sillas Carvalho, da 1ª Vara Criminal, anulou todo o inquérito por ter sido aberto de maneira ilegal.

Mas, antes de sua anulação, o inquérito chegou a nomes de supostos envolvidos na articulação para enfraquecer e derrubar o chefe da Casa Civil. Todos eles foram ligados ao governador Marcos Rocha.

Segundo informou o Painel Político nesta quarta-feira, no inquérito,  primeiro passo foi tentar descobrir onde os prints circularam primeiro, e a polícia encontrou um grupo registrado como “IPVA 1%”. O número 69 9907 6768, que havia ingressado no grupo através de um link de convite,  foi o autor da postagem.

Após meses de investigação, quebra de sigilo de dados, rastreamento através de antenas de celular espalhadas pela cidade, os policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado conseguiram chegar a três nomes, que foram indiciados pelo crime de calúnia, difamação, agravados com o fato de a vítima ser um agente público.

No inquérito, o delegado pontuou, “É fato que dentre tantas linhas de investigação possíveis, estava aquela que sinalizava a ação de um grupo criminoso organizado, com pretensões no cargo ocupado por José Gonçalves e de todo aparato que o margeia”

E foi isso que as investigações revelaram. Os indiciados são os advogados Lauro Fernandes da Silva Júnior, Luiz Felipe da Silva Andrade e Ulisses Vicente de Oliveira Neto.

Os dois primeiros fizeram parte da equipe de transição do governo de Daniel Pereira para Marcos Rocha, sendo que Luiz Felipe ocupou o cargo de adjunto da Casa Civil e também era sócio do escritório de advocacia CGS (Campanari, Gerhardt e Silva Andrade). Na época dos ‘prints’, Luiz Felipe ocupava o cargo de Coordenador da Secretaria Executiva do Governo.

A Polícia chegou até ele a partir da quebra de sigilo do número 9907-6768 , que havia postado os ‘prints’ no grupo. Quando foi ouvido pelos agentes, Felipe chegou a afirmar que seu telefone “havia sido clonado”, mas os investigadores, em contato com a operadora de telefonia, souberam que isso não aconteceu.

INQUÉRITO ANULADO

Nesta quinta-feira, toda a investigação foi para o ralo porque a justiça a considerou ilegal desde o início.

Os advogados Riochard Campanari, Erika Camargo Gehhardt e Luiz Felipe da Silva ingressaram com pedido de habeas corpus contra ato do delegado Marcelo Cozac Bomfim, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Organizadas.

No habeas corpus, os advogados pediram ao juiz o trancamento do inquérito “por ausência de indícios de justa causa” .

Na sua decisão desta sexta-feira, o juiz anotou: “Inicialmente importa destacar o contexto fático em que se originou a aludida investigação de acordo com a qual no dia 2 de agosto de 2019, a pessoa de José Gonçalves da Silva Júnior, atual Chefe da Casa Civil do Poder Executivo, procurou a DRACO de posse de ‘prints’ da tela de um aparelho celular não identificado, no qual constavam diálogos difamatórios a autoridades do Poder Legislativo Estadual, atribuídos a ele e ao assessor da Deputada Cassia Muleta, identificado como Helvécio Cordeiro Neto”.

“Com efeito”, prossegue o magistrado, “no dia 2 de setembro de 2019 o Delegado de Polícia Marcelo Cozac determinou a instauração de inquérito policial destacando que ‘as providências iniciais tem revelado a complexidade dos fatos para se determinar sua autoria, não se descartando que se trata de ação deliberada individual ou em grupo, para gerar atrito entre os Poderes Legislativo e Executivo estaduais, ao mesmo tempo em que configura crime de difamação’. Posteriormente, realizou numerosas diligências tendo, inclusive, representado pela expedição de ordem judicial determinado a quebra de sigilo de dados telefônicos do terminal telefônico utilizado para propagar as mensagens de conteúdo ofensivo, o que foi deferido por este Juízo, no dia 19 de setembro de 2019, nos Autos n. 0013531-58.2019.8.22.0501”.

Segundo o juiz, “estranhamente, no dia 16 de dezembro do mesmo ano,  a autoridade policial elaborou expediente dirigido ao Direitor Geral da Polícia Civil do Estado de Rondônia cujo teor transcrevo a seguir para melhor compreensão dos fatos:

Exmo Sr. Diretor Geral, Recentemente V. Excelência encaminhou a esta especializada a noticia de pretenso crime envolvendo publicação de ‘prints’ supostamente falsos atribuídos ao Chefe da Casa Civil do Estado de Rondônia. As investigações foram iniciadas por meio do inquérito policial 033/2019, cuja instauração está amparada tanto no Decreto 19502/2015, em seu artigo 3°, como pela Lei Estadual 4630/2019, no art. 22, que definem as atribuições da DRACO, dentre outras hipóteses, quando há encaminhamento pelo Diretor Geral da Polícia Civil. Pois bem, buscando precaver qualquer questionamento futuro acerca da atuação da DRACO na citada investigação, solicito a Vossa Excelência manifestação formal para que seja documentado o encaminhamento citado, materializando esta determinação por meio de ofício que possa ser juntado ao inquérito policial 33/2019. (Destaquei)”.

Prossegue o magistrado: “Como resposta a sua solicitação, nessa mesma data, o Exmo. Sr. Samir Fouad Abboud, Delegado Geral de Polícia Civil, encaminhou por meio do SEI o despacho colacionado aos autos à fl. 322 formalizando o ato de determinação de instauração de procedimento investigatório”.

Em determinado trecho da sentença, o juiz anota: “Ora, tecidas as devidas ponderações cumpre consignar que o inquérito policial é uma ferramenta utilizada pelo Estado para a colheita de elementos de informação, objetivando não só viabilizar o oferecimento da peça acusatória quando houver justa causa, mas também se presta a preservar inocentes de acusações injustas e temerárias. Dada a importância desse procedimento exige-se que a autoridade policial responsável pela sua condução atue com transparência, legitimidade e pautada na estrita legalidade o que não vislumbrei no caso em exame”.

Para o juiz,  ao editar o ato de instauração do Inquérito Policial n. 33/2019- DRACO, procedimento de natureza administrativa, a autoridade policial não detinha atribuições para fazê-lo, razão pela qual não somente a portaria como todos os atos praticados durante as investigações padecem de vício insanável”.

De acordo com o magistrado, “a própria autoridade policial viu que estava fora de sua atribuição, que não havia o respeito ao princípio da legalidade e se não bastasse, ainda, o Diretor Samir Fouad  materializou o ato no meio do procedimento, tentando consertar um vício insanável”.

“Ademais”,  prossegue o juiz, “ainda não indicou o motivo do ato e nem a motivação. Simplesmente mandou abrir, sem apresentar o motivo excepcional para a abertura do inquérito fora da atribuição da DRACO. O motivo do ato administrativo é a situação de fato ou de direito que serve de fundamento para a prática do ato, consequentemente, o motivo é elemento obrigatório do ato administrativo, essencial, ou seja, o ato administrativo sem motivo, isto é, sem estar investido dos pressupostos de fato e de direito que justificam sua prática, é totalmente nulo”.

Ainda na sentença o magistrado afirma que, “além do ausência do motivo do ato administrativo, entendo que por se tratar de medida excepcional de atuação da DRACO, o ato deveria estar também motivado, pois a motivação vem a ser a exposição dos motivos que determinam a prática do ato, a exteriorização dos motivos que levaram a Administração a praticar o ato, haja vista que foi uma discrionariedade do Diretor Geral Samir Fouad.O fato da vítima ocupar a função de Chefe da Casa Civil não induz automaticamente a competência da DRACO, razão da necessidade do motivo e da motivação. Dentro do Estado Democrático de Direito, a persecução penal deve ser calcada dentro da legalidade, moralidade, impessoalidade, todavia, a ausência do motivo do ato, além de nulo, apresenta afronta aos princípios citados”.

Por último, sentencia: “Portanto, a falta de observância ao princípio da legalidade, bem como, ausente do motivo e da motivação do ato administrativo que autorizou a competência da DRACO é nulo de pleno direito, a instauração do inquérito policial em questão se deu com base em ato jurídico nulo, portanto a anulação de todos os atos é medida que se impõe. Por entender que o pleito apresentado no presente mandamus encontra amparo legal concedo a ordem para reconhecer a nulidade da portaria inaugural, bem como de todos os atos do Inquérito Policial n. 33/2019- DRACO/DEI/PC/RO”.

Regionais : Jovem é decapitada e tem a cabeça jogada na frente da casa da mãe
Enviado por alexandre em 21/02/2020 23:10:00


Mais um crime bárbaro contra mulher foi registrado na capital. Uma adolescente identificada como Larissa Aurélia da Costa Silva, de 17 anos, foi morta a golpes de faca no pescoço e depois foi decapitada. O crime ocorreu na rua C, no bairro Jorge Kalume, em Rio Branco. O principal suspeito segundo informações da polícia, é o próprio marido, um ex-agente penitenciário identificado como Ivanhoé.

De acordo com informações de moradores, o casal vivia em constantes brigas e na madrugada desta sexta-feira (21) durante mais uma crise no casamento, o ex-marido tomou posse de uma faca e desferiu vários golpes no pescoço de sua companheira e em seguida a degolou. Não satisfeito o criminoso pegou a cabeça de Larissa e a deixou na frente da casa da mãe da vítima, e em seguida, fugiu tomando rumo ignorado.

Moradores desconfiado com os gritos que escutaram, foram até a residência e encontraram a mulher morta.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os trabalhos dos perito em criminalística, em seguida colheram as características do suposto autor do crime, fizeram patrulhamento na região, mas ele não foi preso.

O corpo da adolescente foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

De acordo com o Delegado Martins, coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) as investigações já iniciaram em busca de prender o suspeito que deve ser indiciado pelo crime de feminicídio.

Larissa vivia com o marido há quase dois anos.

Suspeito de decapitar esposa e jogar cabeça na rua é preso


A Polícia Militar prendeu no final da tarde desta sexta (21) o ex-agente penitenciário Ivanhoe Oliveira, de 37 anos, ele é o principal suspeito de matar a golpes de faca e depois decapitar a sua esposa Larissa Aurélia da Costa Silva, de 17 anos, pela madrugada em uma residência na rua C, no bairro Jorge Kalume, em Rio Branco.

A prisão do criminoso aconteceu em um campo de grama sintética localizado no bairro Tangará.

A polícia recebeu denúncias anônimas via Ciops que Ivanhoe estava nas imediações do bairro Tangará, uma guarnição se deslocou até a região e conseguiu encontrar o criminoso em uma arquibancada no campo de grama sintética do bairro.

Durante a ação da polícia, Ivanhoe estava na companhia de quatro pessoas ingerindo bebida alcoólica e sob efeito de entorpecente.

Foi dada voz de prisão e o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos.

Regionais : Entidade de juízes quer punição a Cid Gomes
Enviado por alexandre em 21/02/2020 22:54:13


naom 5e5053da7b909 300x169 - Entidade de juízes quer punição a Cid Gomes

Uma entidade de juízes federais pediu ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que denuncie o senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE) por ter avançado com uma retroescavadeira contra policiais amotinados em um quartel em Sobral (a 270 km de Fortaleza).

Em representação protocolada na PGR, a Unajuf (União Nacional dos Juízes da União do Brasil) quer que o órgão apresente denúncia sob acusação de tentativa de “homicídio qualificado com emprego de meio resultante em perigo comum e de impossibilidade de defesa das vítimas”.

A entidade, uma dissidência da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), é presidida pelo juiz Eduardo Cubas, da Vara Federal de Formosa (GO), que ficou conhecido por gravar um vídeo com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em 2018 questionando a credibilidade da urna eletrônica.

O discurso da entidade se alinha ao que os filhos de Bolsonaro têm dito, de que o senador licenciado pôs em risco a vida dos amotinados.

Após avançar com a retroescavadeira na quarta (19) sobre os policiais, Cid foi baleado com dois tiros, mas não corre risco de morte. Para a Unajuf, “nada pararia o intento criminoso senão mesmo bala”.

“Cid Gomes deve responder por seus atos como qualquer cidadão que intenta, de forma violenta, contra a vida, sendo certo que elementos psicológicos ou psiquiátricos serão melhor conhecidos ao longo de eventual ação penal”, diz a representação.

À reportagem o juiz Eduardo Cubas afirma que decidiu representar contra o senador licenciado porque considerou a atitude “um exemplo negativo para a sociedade”.

“Se manifestando bem ou mal, ninguém pode pegar um trator e jogar em cima das pessoas. Não é assim que as coisas se resolvem na democracia. A nossa intenção [na representação] é pontuar a supremacia da lei”, afirma Cubas.

Por outro lado, para ele, a reação dos policiais foi “um ato de legítima defesa, de bravura”. “Imagina se não tivesse ninguém armado, o problema que ia ser?”, acrescentou.

Questionado sobre a possibilidade de os tiros pegarem em outras pessoas, apontou que se enquadraria um “erro de tipo”, dispositivo do Código Penal que exclui o dolo.

A Unajuf, segundo ele, tem atualmente cerca de 200 integrantes e é uma entidade “independente, sem nenhum viés ideológico. Nem de esquerda, nem de direita”.  Cubas afirma que a Unajuf atua, sobretudo, em defesa do Estado democrático de Direito.

Em 2018, ele foi afastado de suas atividades pelo corregedor nacional de Justiça Humberto Martins, que o acusou de atividade partidária que poderia “trazer grande tumulto às eleições”. Ele havia determinado ao Exército recolhimento de urnas eletrônicas.

Em março do ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, determinou o retorno do magistrado às suas funções em Formosa.

Procurada, a assessoria de Cid Gomes afirma que “não reconhece a representatividade da referida entidade e não responde a um indivíduo já punido pelo Conselho Nacional da Justiça”.

“Claramente, o simulacro de representação tem cores político partidárias, conduta vedada aos membros da magistratura. O senador foi vítima de tentativa de homicídio por bandidos encapuzados, armados e que tomaram ilegalmente um batalhão de polícia.”



Fonte: Noticias ao minuto

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Regionais : R$10 MIL APÓS TRAIÇÃO: Homem processa ex e pede indenização por suposta infidelidade
Enviado por alexandre em 21/02/2020 22:52:42


traicao pelo whatsapp - R$10 MIL APÓS TRAIÇÃO: Homem processa ex e pede indenização por suposta infidelidade  na Paraíba

Uma mulher foi liberada de pagar R$ 10 mil de danos morais por uma suposta traição, acusação feita pelo ex-companheiro dela. Ela havia sido condenada em primeira instância, mas foi absolvida pela Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba. A Justiça considerou que infidelidade, por si só, não é causa para reparar dano moral.

Após a separação, o ex-companheiro pediu a partilha de bens e processou a mulher por danos morais após uma suposta traição. A mulher foi condenada em 1° grau a pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, além do pagamento de custas e honorários e determinando a partilha de lotes de terrenos em loteamento localizado em Sapé, na proporção de 50% para cada parte.

A mulher recorreu da sentença e declarou que não viveu em união estável com o ex-companheiro no período citado, de oito anos, e também que as mensagens via aplicativo anexadas pelo ex-companheiro, sem indicar a data que foram enviadas, não eram o suficiente para a condenação por danos morais.

Em relação à partilha de bens, foi provado na Justiça que os três lotes foram adquiridos durante a união estável, devendo ser partilhados em 50% para cada parte. Já a indenização foi retirada, pois “infidelidade, por si só, não é causa para reparar dano moral”, segundo o juiz João Batista.



Fonte: TJPB

Créditos: TJPB

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