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Mais Notícias : Jesualdo Pires pode ser o grande beneficiado com a saída de Fátima Cleide do processo eleitoral
Enviado por alexandre em 21/09/2018 09:50:00

Se a candidata ao senado pelo PT, Fátima Cleide não conseguir seu registro de candidatura, digo-lhes que Jesualdo que também é candidato ao senado será diretamente beneficiado e explico o porquê.

Os candidatos ao senado Valdir Raupp do PMDB e Marcos Rogério do DEM que estão nas pesquisas e sondagens atrás de Fátima, foram os apoiadores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. No senado, Valdir Raupp foi um dos articuladores para o chamado Golpe de agosto de 2016. Na Câmara Federal, Marcos Rogério do DEM juntamente com Eduardo Cunha que ocupou a presidência da Câmara participaram diretamente e ativamente do processo de derrubada de Dilma Rousseff em abril de 2016.
Se o eleitor de Fátima 13 do PT é um eleitor do "troco" pelo impeachment que depôs o PT do poder há 2 anos, jamais votaria em Raupp ou Marcos Rogério.

Aqui não citei Confúcio Moura, pois ele não atuava no Congresso Nacional quando seu partido MDB juntamente com DEM e PSDB encabeçaram a Queda de Dilma Rousseff e do PT. Conclui-se nessa missiva, que o eleitor de Fátima terá maior aproximação com partido que agrega ao PT que é o PSB de Jesualdo que inclusive está alinhado com o PT em vários estados na Eleição 2018.

Vick Bacon

Regionais : Crápula, ex-namorado não queria assumir paternidade do filho e mandou matar ex-amada; ele e cúmplices estão presos
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:34:08

Tiago Floriano de Paula, dono de um lava-jato em Jaciara, não queria assumir a paternidade de um filho. Bolou um plano maquiavélico: mandou matar a ex-namorada, mãe da criança, que exigia que ele registrasse o menino. Agora vai passar uma temporada na cadeia, juntamente com dois de seus funcionários, que gananciosos não titubearam em cumprir o pedido do patrão e mataram Jakielly Pontos da Silva, 25 anos.

O crime aconteceu na quinta-feira da semana passada, por volta da 1 hora da madrugada, quando Jakielly, que trabalhava em uma loja de conveniência, em um posto de gasolina próximo a BR-364 deixava o trabalho e subia em sua moto para ir para casa ao encontro do filho. Foi quando João Vitor Pereira dos Santos, de 18 anos, e Gilmar Oliveira dos Anjos, de 25, funcionários de Tiago se aproximaram da jovem, que as conheciam, e deram vários tiros. Ela morreu no local.

Não foi difícil para a Polícia Civil de Jaciara descobrir a autoria do crime e que havia um mandante. Em conversas com a família de Jakielly souberam que Tiago Floriano, o ex-namorado, não aceitava assumir a paternidade do filho e vinha fazendo ameaças. Ele foi convidado a depor e, acabou confessando que era o mandante do crime e entregou seus funcionários, contratados para matar a ex-amada.
Tiago prometeu o pagamento de R$ 2 mil para João e R$ 1,5 mil para Gilmar. João Vitor confessou que atirou na jovem e Gilmar afirmou que pilotava a moto usada no assassinato.

24 Horas News

Justiça em Foco : Juiz não deve apoiar candidatos nas redes sociais
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:10:46

Juiz não deve apoiar candidatos nas redes sociais



Sergio Rodas, Conjur

O juiz deve ter prudência ao usar redes sociais. Isso porque a sociedade encara a postura de cada magistrado como se fosse de todo o Judiciário. Assim, quando um julgador publica um comentário favorável a um candidato a cargo eletivo ou uma foto tomando vinho em Paris, passa uma imagem de parcialidade e desprezo pela desigualdade social.

Essa é a opinião do corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, ministro do Superior Tribunal de Justiça, manifestada nesta quinta-feira (20/9). Ele defendeu o Provimento 71 da Corregedoria Nacional de Justiça, que trata da manifestação de juízes nas redes sociais, no evento Novas Tendências no Direito Processual. O seminário ocorre na sede do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES), no centro do Rio de Janeiro.

Para Martins, a norma apenas reforçou regras da Lei Orgânica da Magistratura (Lei Complementar 35/1979). Entre elas, a de que todo magistrado deve manter conduta irrepreensível na vida pública e particular.

"Participar das redes sociais não é um mal, mas tem que ter prudência do que se fala, do que transmite para outras pessoas, pois estas poderão divulgar para milhares de outras pessoas", avaliou o ministro.

A Loman proíbe o juiz de participar de atividade político-partidária. Dessa maneira, o magistrado não pode apoiar candidatos a cargos eletivos em redes, declarou o corregedor nacional de Justiça. "O juiz tem que ser prudente, sensível, sábio, e expressar sua opinião apenas através do voto [nas eleições]", disse.

Norma válida

Para o ministro, a limitação ao exercício de atividade político-partidária é um dos imperativos de independência e imparcialidade do Judiciário. Assim, a seu ver, não é destituída de razoabilidade a emissão, pelo órgão correicional da magistratura, de orientação que indique que as manifestações de apoio ou reprovação a candidatos e partidos em redes sociais podem configurar atividade político-partidária.

Mais Notícias : Bolsonaro vira capa da
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:09:57

Bolsonaro vira capa da

Postado por Magno Martins

'A última ameaça da América Latina'

Presidenciável tem 'preocupante admiração por ditaduras', diz revista inglesa

A "The Economist", tradicional revista inglesa, endereçou críticas ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) em sua capa desta semana. Sob o título "a última ameaça da América Latina", a publicação coloca Bolsonaro no rol de governantes que considera populistas, como Donald Trump, presidente dos Estados Unidos; Rodrigo Duterte, líder das Filipinas, e o esquerdista López Obrador, eleito presidente do México em julho. De acordo com o texto, a vitória de Bolsonaro seria uma "adição particularmente desagradável ao clube (populistas)".

Em agosto, Bolsonaro já havia sido criticado em editorial da "Economist", que avaliou um possível governo do capitão da reserva como "desastroso" para o Brasil. Desta vez, a revista afirma que Bolsonaro é uma "ameaça" para toda a América Latina e diz que o presidenciável tem "uma preocupante admiração por ditaduras".

Em sua análise, a "Economist" lembra o elogio de Bolsonaro ao coronel Brilhante Ustra - ex-chefe do DOI-Codi na ditadura militar e acusado de envolvimento com tortura - em seu voto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. A publicação também faz referência ao general Hamilton Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, e o acusa de mostrar simpatia à ideia de uma intervenção militar.

"Os brasileiros têm um fatalismo para se referir à corrupção, resumido na frase 'rouba, mas faz'. Eles não devem se render a Bolsonaro, cujo ditado poderia ser 'eles torturaram, mas fizeram'. A América Latina tem toda sorte de opressores, a maioria deles horríveis. Para ter uma evidência recente, olhem para os desastres na Venezuela e na Nicarágua", diz a revista.

A "Economist" pondera que Bolsonaro teria dificuldades para "converter seu populismo numa ditadura ao estilo Pinochet", em referência ao governo militar que comandou o Chile nas décadas de 70 e 80. Mas a revista argumenta que a vitória de Bolsonaro pode "degradar ainda mais" o sistema político brasileiro, "pavimentando o caminho para alguém ainda pior".

"A democracia brasileira ainda é jovem. Até um flerte com o autoritarismo é preocupante. (...) Os brasileiros deveriam perceber que a tarefa de curar sua democracia e reformar sua economia não será fácil nem rápida", alerta a "Economist".

Mais Notícias : PSDB já discute os efeitos do fiasco de Alckmin
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:09:05

PSDB já discute os efeitos do fiasco de Alckmin

Postado por Magno Martins

Josias de Souza

Caciques do PSDB já debatem internamente os efeitos políticos de um eventual insucesso de Geraldo Alckmin na corrida presidencial de 2018. Em respeito ao candidato, os tucanos se esforçam para ocultar o desânimo. No debate interno, porém, o grosso do partido já jogou a toalha, admitiram três integrantes da cúpula do tucanato em conversas com o blog. Na expressão de um deles, a sexta derrota nacional deve “estilhaçar” a legenda.

O primeiro efeito prático do provável fracasso de Alckmin será uma divisão quanto ao posicionamento do partido no segundo turno. Presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso sinalizou que, numa eventual disputa entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, não hesitaria em apoiar o petista. Mas essa posição não é consensual. Longe disso.

Lideranças como o senador cearense Tasso Jereissati também declaram, em privado, que jamais apoiariam Bolsonaro. Contudo, ainda não amadureceram a ideia de optar pelo apoio ao adversário do capitão, sobretudo se for confirmada a passagem de Haddad para o segundo turno. Como de hábito, um pedaço do PSDB flerta novamente com o muro.

Os tucanos receiam sair da campanha de 2018 mais irrelevantes do que entraram. Prevêem um encolhimento do partido. “Podemos sair dessa eleição com um tamanho minúsculo”, disse um grão-tucano ao blog. “A essa altura, não é absurda a hipótese de o Alckmin fazer menos de 10% dos votos. Será um resultado vexatório.”

Afora o risco de encolhimento das bancadas do partido nos legislativos estaduais e no Congresso, os tucanos estão assustados com o desempenho pífio de Alckmin em São Paulo, berço do PSDB, Estado que o partido governo como força hegemônica há duas décadas.

“Perder para o Bolsonaro num Estado que o próprio Alckmin governou quatro vezes é quase uma humilhação”, declarou um dos tucanos que toparam conversar reservadamente. Na sucessão de 2014, graças sobretudo ao prestígio político atribuído a Alckmin, Aécio Neves prevaleceu sobre Dilma Rousseff em São Paulo com cerca de 7 milhões de votos.

Em apenas quatro anos, o tucanato desceu da antessala do poder para o purgatório. Aécio sofreu uma derrota com fragrância de vitória. Amealhou 51 milhões de votos. Parecia fadado a eleger-se presidente na sucessão seguinte. Virou um colecionador de processos criminais.

Ao poupar Aécio de aborrecimentos partidários, o PSDB transformou o derretimento mortal do seu filiado num processo de desmoralização do partido. A corrosão de Aécio, o prontuário de José Serra, as investigações contra o próprio Alckmin e a radioatividade de Michel Temer empurraram o PSDB para a vala comum da rejeição pública.

Na frigideira, parte do tucanato flerta até com a ideia de fundar uma nova legenda. No momento, é difícil distinguir o partido fundado em 1988 por Franco Montoro, Mario Covas e Fernando Henrique Cardoso de qualquer outra agremiação gelatinosa do espectro partidário.

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