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Regionais : Cerveja de mandioca beneficia agricultores no Nordeste
Enviado por alexandre em 21/11/2018 12:11:15

Ambev compra diretamente dos produtores de Araripina a matéria prima utilizada na bebida vendida apenas em Pernambuco. A família de Vilmar Carvalho (ao centro) comemora os ganhos com a venda direta

Por Edilson Vieira Repórter de Economia do JC / Foto: Rafael Martins/Divulgação Ambev

ARARIPINA (PE) – Vilmar da Silva Carvalho, 58 anos, anda com firmeza pela plantação de mandioca de 80 hectares que mantém na Serra da Torre, no município de Araripina, a 680 km do Recife. Com agilidade, o agricultor arranca da terra a raiz que é motivo de alegria. “Costumo dizer que eu tenho três mães. A do Céu, que é Nossa Senhora; a da terra, que me trouxe ao mundo e esta daqui, que deu minha riqueza, é a mãedioca”, sorri.

A satisfação com o trocadilho tem explicação. Seu Vilmar comemora a boa safra possibilitada pelo inverno, que aumentou a produção em torno de 30%. Celebra também o novo mercado que se abriu a partir deste ano. A família de seu Vilmar, junto com outras cinco da região do Araripe, foi escolhida pela cervejaria Ambev para fornecer a mandioca que compõe a receita de sua nova bebida: a cerveja Nossa. Lançada há dois meses, ela é produzida em Itapissuma, Região Metropolitana do Recife, com receita exclusiva que leva amido em sua composição. O amido vem das mandiocas plantadas por pequenos agricultores do Araripe.

“Antes, toda nossa produção de mandioca era para fazer farinha ou goma de tapioca. Mas produzir farinha é caro porque gasta muita energia elétrica e água”, diz Gilmar Carvalho, filho de seu Vilmar. Ele diz que a família acabava na mão do atravessador, que pagava “o quanto queria” pela raiz. “Abaixo de R$ 150 a tonelada não compensa nem produzir”, diz ele, explicando que o preço do produto varia muito ao longo do ano, podendo cair muito ou passar dos R$ 350 a tonelada, dependendo da oferta e da procura. Com a entrada de um comprador de grande porte, como a Ambev, os produtores têm o preço garantido para aquela safra, o que acaba gerando lucros maiores.
MANDIOCA

Quem também fez as contas foi Silvano Moraes Coelho. Filho e neto de agricultores, ele havia escolhido outro destino. Lecionou geografia por dez anos em escolas públicas de Araripina. Mas há dois anos, largou a sala de aula e decidiu mapear as possibilidades da Serra do Inácio, já quase na divisa com o Piauí. A altitude de 860 metros acima do nível do mar é boa para a mandioca, ensina Silvano, mostrando que não esqueceu as lições de geografia. “Comecei a cuidar da roça de 50 hectares de mandioca junto com meus irmãos e primos. Em junho, vendi 150 toneladas para a Ambev. Agregou valor e deu moral ao nosso produto”, diz Silvano, que já planeja ampliar a área plantada para 100 ou 120 hectares no próximo ano, caso o inverno seja tão bom quanto foi em 2018.

O engenheiro agrônomo da Ambev, Vitor Pistoia, explica que desde o início, a ideia era ter um novo produto que tivesse a ver com a cultura local. “Há dois anos, pensamos em produzir uma cerveja que fosse feita em Pernambuco, para ser vendida apenas no Estado e com um viés social.” Vitor, que é gaúcho, visitou várias vezes a região do Araripe em busca dessas famílias. “Usamos como critério para a seleção dos agricultores os que mantêm boas práticas de manejo do solo, preservação do meio ambiente e sintonia com o compliance da Ambev”, diz. Apesar de não revelar números de produção ou mesmo de investimentos, Vitor Pistoia garante que o projeto ainda está em fase inicial e tem bastante espaço para crescer. Até o fim do ano, a expectativa é de que a cerveja pernambucana esteja disponível em 10 mil pontos de venda no Estado.

A chegada da Ambev em Araripina fez a roda da economia girar. Uma fábrica de fécula de mandioca foi contratada pela Ambev para produzir o amido usado na cerveja. A empresa estava praticamente parada desde a sua inauguração, há seis anos. Uma seca que durou todo esse período fez a produção cair, inviabilizando o investimento de R$ 30 milhões. “Hoje estamos processando 200 toneladas de mandioca por dia, mas temos capacidade para processar até 600 toneladas”, afirma Cristiano Coelho, gerente da Amido Maxx, que emprega 25 pessoas e compra a raiz por R$ 250 a tonelada.

Feita com mandioca de agricultores locais de Pernambuco, a bebida será comercializada apenas na região fabricante por R$ 3,00 a garrafa retornável de 600ml e R$ 1,29 a de 300ml. Inspirada na técnica da SABMiller Africa, a cerveja Nossa tem a mandioca como um dos seus principais ingredientes para complementar com a cevada.

Regionais : Encontrado corpo de brasileiro sequestrado e executado na fronteira por grupo terrorista
Enviado por alexandre em 21/11/2018 11:02:48

TERRORISMO - Foi encontrado o corpo do comerciante Valmir de Campos, de 48 anos, sequestrado e executado a tiro na tarde desta segunda-feira (19) pelo EPP (Exército do Povo Paraguaio), um grupo terrorista que luta contra o governo Paraguaio. Valmir seria sobrinho do prefeito de Coronel Sapucaia, Rudy Paetzol.

O corpo do brasileiro foi localizado pela Força Tarefa Conjunta, grupo de elite das Forças Armadas do Paraguai criado para lutar contra o EPP.

De acordo com boletim da FTC, O corpo do brasileiro foi localizado por volta de meia-noite, mas a perícia só chegou ao local na manhã de terça-feira (20).

Sequestro

O brasileiro estava na fazenda ‘El Ciervo’, em San Pedro, no Paraguai, extraindo madeira quando foi cercado por um grupo armado do EPP e levado junto de mais quatro pessoas. Informações do site ABC Color são que Valmir foi assassinado logo depois de seu sequestro.



Brasileiro morto por terroristas paraguaios foi alvejado por 11 tiros

Família diz que adolescente paraguaio está desaparecido após ataque, mas Ministério Público não confirma sequestro
Foto: Reprodução - Local onde brasileiro foi sequestrado e depois assassinado (Foto: Última Hora)


TERROR NA FRONTEIRA - O brasileiro Valdir do Campo, de 54 anos, assassinado por terroristas do grupo paramilitar EPP (Exército do Povo Paraguaio), foi alvejado por 11 tiros e teve o corpo deixado no campo da estância El Ciervo, região de selva entre os departamentos (equivalentes a estado) de San Pedro e Amambay.

Valdir era comerciante de madeira e trabalhava no corte de árvores com pelo menos outros quatro paraguaios quando sete homens armados usando roupas camufladas com a sigla EPP bordada nas mangas.

O promotor Federico Delfino disse a jornalistas paraguaios que o brasileiro deve ter sido assassinado entre 22h e 22h30 de ontem (19), sete horas após o sequestro. O corpo foi encontrado por volta de meia-noite perto do retiro Três Marias, na mesma fazenda, e removido só na manhã de hoje.

No acampamento, os terroristas queimaram um carro e outros produtos. Eles deixaram no local um panfleto com ameaças a quem planta soja e milho transgênico.

Familiares de um adolescente paraguaio que trabalhava com Valdir do Campo afirmam que o rapaz fugiu do local após o ataque e ainda não foi localizado. O promotor não confirmou se o adolescente pode ter sido levado pelos terroristas.

O Ministério Público investiga se os guerrilheiros já vinham ameaçando o brasileiro, já que os demais homens do acampamento foram deixados vivos. Segundo Delfino, antes de matar Valdir, o grupo de terroristas obrigou os trabalhadores a prepararem o jantar.

Equipes da Força de Tarefa Conjunta, grupo formado por policiais e homens das Forças Armadas, continuam nos arredores do distrito de Santa Rosa del Aguaray, à procura de pista dos terroristas. O EPP já faz vários ataques armados a policiais e à própria FTC.

24 Horas News

Regionais : Idoso morre sufocado ao fazer sexo oral em uma adolescente de 17 anos
Enviado por alexandre em 21/11/2018 10:56:58

Idoso morre sufocado ao fazer sexo oral em uma adolescente de 17 anos
Um idoso, identificado como João Aparecido, de 74 anos, morreu após ser sufocado enquanto realizava sexo oral na namorada, uma adolescente de 17 anos.

João trabalhava como vigia em um posto de gasolina, ele mantinha um relacionamento amoroso com a jovem. Após terminar o seu expediente, ele foi até a casa da namorada com o objetivo de fazer uma surpresa à jovem e também passar a noite por lá.

Durante o momento de intimidade do casal, o idoso foi fazer sexo oral na namorada, mas ela acabou prendendo a cabeça dele contra a sua vagina para que ele não terminasse, e após alguns minutos nessa situação, o idoso acabou passando mal, ficou sem ar e morreu.

A jovem chegou a chamar o Serviço Móvel de Urgência (Samu), mas nada pode ser feito. Vizinhos então chamaram a polícia, e a adolescente foi apreendida. Ela pode responder pelo crime diante da justiça criminal.

24 Horas News

Justiça : INVESTIGADO
Enviado por alexandre em 21/11/2018 10:50:39

Chega ao STF inquérito que investiga plantonista que mandou soltar Lula

O inquérito que investiga o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) Rogério Favreto foi remetido do Superior Tribunal de Justica (STJ) para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho deste ano, Favreto na função de plantonista mandou soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pela Constituição, desembargadores têm foro no STJ. Mas, no caso, há suspeita de que Favreto tenha participado de “ato orquestrado” envolvendo parlamentares petistas, que pediram o habeas corpus. Por isso, a relatora do caso no STJ, Maria Thereza de Asssis Moura, mandou o inquérito para o Supremo. Agora, o caso está nas mãos do ministro Luís Roberto Barroso.

O inquérito foi pedido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pela suspeita do crime de prevaricação.

Dodge chamou a apresentação do habeas corpus de "ato orquestrado meticulosamente para, em detrimento da lei vigente, alcançar a soltura do réu, que havia sido negada pelas vias processuais lícitas e competentes".

Segundo ela, a conduta de Favreto apresentou “elementos de ato ilícito praticado dolosamente com o objetivo de satisfação de sentimentos e objetivos pessoais, tipificado pela lei penal".

O pedido de liberdade foi feito pelos petista Paulo Pimenta (RS), Paulo Teixeira (SP) e Wadih Damous (RJ).

Justiça em Foco : Fachin e o pedido de liberdade de Lula
Enviado por alexandre em 21/11/2018 10:45:47

Fachin e o pedido de liberdade de Lula



Carolina Brígido - O Globo

O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deu nesta terça-feira cinco dias de prazo para que a Procuradoria-Geral da República ( PGR ) se manifeste sobre o novo pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fachin também tinha pedido informações sobre o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao Tribunal Regional Federal (TRF) da

4ª Região e à 13ª Vara Federal de Curitiba.

No pedido de liberdade, a defesa alegou que o então juiz Sergio Moro foi parcial ao condenar o petista e, depois, aceitar convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para assumir o Ministério da Justiça em 2019. Para os advogados, Moro demonstrou “inimizade capital” e “interesses exoprocessuais” em sua atuação no processo.

Lula está preso depois de ter sido condenado por Moro por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá (SP). Em janeiro deste ano, a sentença foi confirmada TRF-4, que aumentou a pena para 12 anos e um mês.

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