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Política : O RAPOSÃO
Enviado por alexandre em 18/04/2021 11:38:28

Augusto Nunes "detona" Renan Calheiros relator da CPI da Covid-19
Nesta sexta-feira (16), o comentarista Augusto Nunes se mostrou indignado com a possibilidade do senador Renan Calheiros (MDB-AL) ser o relator da CPI da Covid-19. Em comentário feito no Jornal da Record, o jornalista afirmou que a função deveria ser ocupada por alguém que saiba “agir com independência e honestidade”.

Renan deve ser escolhido para o cargo após um acordo entre os partidos que compõem a CPI, que terá 11 membros titulares. A presidência deve ficar com o senador Omar Aziz (PSD-AM) e vice-presidência com Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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Leia o que disse Augusto Nunes:

Em toda comissão parlamentar de inquérito, é inevitável a presença de políticos que já chegam para abertura dos trabalhos com posições definidas. Alguns são aliados incondicionais dos alvos das investigações. Outros são opositores irredutíveis.

Todos podem votar como quiserem, mas nenhum deles deve ser o presidente ou relator da CPI. Ambos os cargos precisam ser reservados a parlamentares que saibam agir com independência e honestidade.

Esses dois pré-requisitos desaconselham a escolha de Renan Calheiros para o posto de relator da CPI do Senado, que vai apurar possíveis irregularidades cometidas pelo presidente da República no combate à pandemia de coronavírus

Se é insensato entregar a feitura do relatório final ao antagonista do principal investigado, beira o absurdo a escolha de um relator que é réu num processo e ‘objeto’ de quase 20 inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal.


Um relator da CPI de tamanha importância não pode ter um prontuário bem maior do que a folha de serviços prestados à nação.

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Regionais : ‘Ivermectina mata verme? Então por isso a esquerda é contra’
Enviado por alexandre em 18/04/2021 11:32:22


Presidente Jair Bolsonaro Foto: Marcos Corrêa/PR

Em conversa com apoiadores nesta sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o tratamento precoce contra a Covid-19, ironizando as críticas de opositores. O mandatário chega a fazer uma comparação entre esquerditas e ‘vermes”.

– A ivermectina mata verme? Então, entendi porque a esquerda é contra – afirmou.

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– Eles criminalizaram o tratamento precoce, o tratamento imediato. Se falar qualquer coisa, não pode. Estão processando o ministro da Saúde nosso por causa da cloroquina. A cloroquina é usada aqui há muito tempo para a malária e outras coisas. Não existe excesso de produção da nossa parte. Muito pelo contrário, tende a faltar. Eu pedi para o 1º ministro da Índia insumos – prosseguiu.

Os apoiadores que estavam no local aproveitaram para “sugerir” que o ex-presidente Lula tomasse a medicação.

– É o tempo todo o pessoal só atrapalhando. Isso não dá certo. Ô idiota, o que dá certo? O cara é um jumento. Fica falando: ‘Ivermectina não pode, não tem comprovação científica’. E não dá alternativa. Deixa o cara tomar, pô. O médico vai decidir o que o cara vai tomar – complementou.

 

Regionais : Gilmar tenta amenizar voto que livrou Lula: ‘Não foi uma absolvição’
Enviado por alexandre em 18/04/2021 11:30:05

Ministro disse ainda que votou para corrigir erros processuais

Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes Foto: STF/SCO/Dorivan Marinho

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez questão de afirmar que a anulação das provas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva obtidas pela Operação Lava Jato não significam uma “absolvição” do petista. Segundo o ministro, trata-se de uma “correção” de questões “meramente processuais” e não do mérito do processo.

Em entrevista ao jornal o Estado de S. Paulo, Gilmar Mendes explicou seu voto – um dos mais contundentes contra a atuação da força-tarefa da Lava Jato.

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– O que o tribunal está mandando é para o juiz competente processar e julgar as denúncias. É isso. Não foi uma absolvição. Claro que cancela as condenações, mas manda que o juiz competente prossiga no seu julgamento – defendeu.

Ainda segundo Gilmar, “a suspeição de Moro” é um caso resolvido e não haverá nenhum “reviravolta” na decisão do STF.

– Essa questão está resolvida. Porque, de fato, nós julgamos o habeas corpus (da suspeição de Moro na Segunda Turma). Nós temos que ser rigorosos com as regras processuais. Não podemos fazer casuísmo com o processo, por se tratar de A ou de B. O que é curioso é que eu propus que a matéria fosse afetada ao plenário, na época, em 2018 no início do julgamento. E por três a dois a minha posição ficou vencida. E, agora, a decisão foi tomada. (O relator da Lava Jato, Edson Fachin, no entanto, vai levar a discussão para o plenário na próxima semana).

O ministro aproveitou ainda para comparar os ‘erros’ cometidos por Sergio Moro e a Vara Federal de Curitiba, com o caso do juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara do Rio de Janeiro, responsável pela Lava Jato no estado.

– De alguma forma, estão ocorrendo episódios semelhantes na Sétima Vara de do Rio de Janeiro. Em que aparece um super advogado (Nythalmar Filho, alvo de mandados de busca da Polícia Federal), que teria relacionamento com o juiz (Marcelo Bretas), que teria trânsito com os procuradores, que faziam todas as delações… E tudo mais. Nesse mundo obscuro que é o Rio de Janeiro. O combate à corrupção não pode ser instrumento de corrupção – afirmou.

Saúde : ÁPICE
Enviado por alexandre em 18/04/2021 02:21:54

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LEIA COM ATENÇÃO:

Saúde : MARAVILHA
Enviado por alexandre em 18/04/2021 02:15:13

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