Regionais : Influenciadores digitais nas eleições e a busca por transformar curtida em voto: o que pode e o que não pode nas redes
Enviado por alexandre em 28/08/2024 16:28:38

O Brasil é, hoje, o segundo país com mais influenciadores no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos

O tempo de TV e de rádio seguem disputados mas, há alguns anos, a corrida eleitoral tem outro fator de peso na campanha de candidatos: as redes sociais.

 

O marco é 2009, quando a legislação brasileira foi modificada no sentido de permitir que os candidatos utilizassem mídias sociais na corrida eleitoral do ano seguinte, 2010."E isso muito influenciado pela campanha de Barack Obama em 2008 nos EUA", complementa Ituassu em entrevista ao podcast O Assunto desta quarta-feira (28).

 

Na época, se utilizando de tantas redes sociais, a campanha de Obama ganhou até uma expressão: "Obama everywhere". No Brasil, na época, Ituassu cita como exemplo o caso do político Plínio de Arruda Sampaio, morto em 2014, com "um candidato muito interessante que fez uma utilização muito eficiente das mídias sociais".

 

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O Brasil é, hoje, o segundo país com mais influenciadores no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E aí, em 2024, com mais protagonismo ainda das redes sociais, o que pode?

 

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"Os candidatos podem pedir votos pela internet, podem expor as suas opiniões, as suas ideias, anunciar os seus projetos. Tudo isso pode ser feito pela internet. Inclusive por meio de impulsionamento", diz Amanda Cunha, especialista em direito eleitoral, também em entrevista ao podcast O Assunto.

 

Influenciadores digitais nas eleições e a busca por transformar curtida em  voto: o que pode e o que não pode nas redes - Cidades em Foco

Fotos: Reprodução

 

"Essa propaganda eleitoral dos candidatos pode ser impulsionada por meio do tráfego pago e seguindo algumas regras da Justiça Eleitoral, sinalizando que é uma propaganda eleitoral com CNPJ de campanha", complementa Cunha, que também é coordenadora de comunicação da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político e apresentadora do podcast A Eleitorialista.

 


 

E O QUE NÃO PODE?


"Esse influenciador digital também não pode, exercendo a sua liberdade de expressão, de preferência por um candidato, usar desse conteúdo para monetizar ou para ganhar algum tipo de benefício econômico por meio aí dessas várias ferramentas que tem nas redes sociais. Isso é absolutamente proibido."

 

 Fonte: G1

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