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Justiça : STF forma maioria para arquivar ação de Bolsonaro contra Moraes
Enviado por alexandre em 03/12/2022 00:43:23

Ao acionar a Corte, presidente afirmou que Moraes cometeu "abuso de autoridade"

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Nesta sexta-feira (2), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para arquivar uma ação apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Alexandre de Moraes. Na petição, Bolsonaro afirma que Moraes cometeu “abuso de autoridade”.

O caso é julgado no plenário virtual da Corte e já tem os votos de nove ministros a favor do arquivamento. O prazo para análise do caso, relatado pelo ministro Dias Toffoli, termina nesta sexta. Ainda faltam os votos de Nunes Marques e André Mendonça.

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Ao acionar o STF, Bolsonaro afirmou que Moraes cometeu sucessivos “ataques à democracia, desrespeito à Constituição e desprezo aos direitos e garantias fundamentais”.

Toffoli, no entanto, apontou que os fatos apontados na ação “não constituem crime e que não há justa causa para o prosseguimento do feito”.

Justiça : PRF defensor da maconha é nomeado para transição de Lula
Enviado por alexandre em 03/12/2022 00:41:09

"Tô muito feliz", celebrou Fabrício Rosa, nas redes sociais

Fabrício Rosa Foto: Arquivo pessoal

Fabrício Rosa, policial rodoviário federal, foi nomeado para a equipe de transição do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O agente fará parte do grupo de Justiça e Segurança, segundo informações do G1.

O nome foi publicado, nesta quinta-feira (1º), em uma portaria assinada pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB).

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Por meio das redes social, Fabrício celebrou a nomeação.

– Tô muito feliz com nossa nomeação para a equipe de transição. Sedentos para ajudar o presidente Lula a construir segurança pública cidadã, humanizada, inclusiva, popular e democrática – escreveu, no Instagram.

Fabrício Rosa é policial há 20 anos e já trabalha na Polícia Rodoviária Federal. Filiado do PSOL por 7 anos, ele disputou para o cargo de vereador em 2016 e 2020 e para o cargo de senador, em 2018; tendo perdido nas três ocasiões. Ele tem 42 anos e foi eleito suplente de deputado estadual pelo PT na eleição deste ano.

Em sua descrição no Instagram constam as seguintes informações: “PRF. Fundador dos Policiais Antifascismo. LGBT. Doutorando. Produtor cultural da Esperança sobre Rodas. Fazedor do Solidariza Goiânia. Petista”.

Assumidamente homossexual, em seu site consta que Fabrício é um dos diretores da RENOSP-LGBT (Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTQI+), formada por policiais gays, lésbicas, bissexuais, travesti e transexuais que combatem a LGBTfobia institucional e que colaboram para que pessoas da sociedade civil vítimas desse crime de ódio procurem seus direitos. É também um dos organizadores da Parada do Orgulho LGBT de Goiânia.

Outra bandeira defendida por Fabrício Rosa é a descriminalização da maconha.

Política : Lula janta com aliados e “revela” ministros da Justiça e da Defesa
Enviado por alexandre em 03/12/2022 00:36:54

Petista deve escolher Flávio Dino para a Justiça e José Múcio para a Defesa

Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Ricardo Stuckert/ PT

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse a aliados, em reuniões nesta semana, que o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) e o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro estão garantidos respectivamente no comando do Ministério da Justiça e no da Defesa. O petista falou sobre os dois cargos em pelo menos dois jantares no últimos dias, um feito na terça-feira (29), com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, e o outro realizado nesta quinta (1º), na casa da senadora Kátia Abreu (PP-TO)

Dino já era tratado como garantido em um ministério pelo próprio petista ainda durante a campanha eleitoral. Em setembro, o agora presidente eleito havia dito a Flavio Dino “que se prepare. Vai ser eleito senador, mas não será senador muito tempo porque vai ter muita tarefa nesse país”.

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O ex-governador do Maranhão já tem cumprido um agenda de ministro e participado de reuniões cotidianamente com Polícia Militar, Polícia Federal e secretários estaduais de Segurança Pública, além de acompanhar Lula em reuniões com ministros do STF. Além dele, o PSB tenta emplacar a indicação de Márcio França para o Ministério das Cidades.

O partido avalia que Dino, que era do PCdoB até ano passado, é da cota pessoal de Lula e não indicação do PSB.

Em relação ao Ministério da Defesa, há a expectativa de que Lula já anuncie publicamente o nome de Múcio na semana que vem. O convite para assumir a pasta foi feito na última segunda (28), após uma reunião do presidente eleito com o ex-ministro do TCU no Centro Cultural Banco do Brasil, sede da equipe de transição de governo.

Junto com o anúncio de Múcio, os nomes dos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica também devem ser oficializados. Perguntado sobre a possibilidade de definir a Defesa, Lula desconversou.

– Se tiver que anunciar ministro na próxima semana, anuncio, mas não tem nada certo- declarou ele em entrevista coletiva no CCBB nesta sexta (2).

O jantar organizado por Kátia Abreu ontem também contou com a presença do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e de senadores do União Brasil, MDB e PSD. O trio de legendas têm se movimentado para dar sustentação ao petista no Senado e em troca desejam cargos em ministérios do governo que começa a partir de 2023.

Segundo participantes do jantar disseram ao Estadão, Lula não definiu no encontro qual será o espaço que cada uma dessas três legenda terá em sua gestão. O presidente eleito tem tentado conciliar pressões de diferentes partidos e até disputas internas dentro de um mesmo partido para definir a divisão dos ministérios.

A avaliação de um dos presentes no jantar é que foi um encontro para “criar liga” entre Lula e esses senadores que vão aderir a base do presidente. No encontro, o presidente eleito repetiu o discurso de que o País enfrenta uma grave social com uma grave desestruturação de políticas públicas.

Também estavam presentes no jantar os senadores Alexandre Silveira (PSD-MG), Davi Alcolumbre (União-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), Marcelo Castro (MDB-PI), relator do orçamento de 2023, Weverton Rocha (PDT-MA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mauro Campbell e de Bruno Dantas.

O encontro ainda serviu para que Pacheco dê prosseguimento às negociações para ser reeleito presidente do Senado. O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, ensaia lançar Rogério Marinho (PL-RN) para o cargo, mas a trinca União Brasil-MDB-PSD junto com o PT e mais partidos de centro direita dão um cenário confortável de provável vitória para Pacheco.

A situação hoje menos avançada em relação a definição de ministério é a do União Brasil. Diferente do MDB e do PSD, a legenda que resultou da fusão entre DEM e PSL não teve representantes que embarcaram fortemente na campanha lulista. O partido também abriga opositores de Lula, como o ex-juiz responsável pela prisão do petista e senador eleito Sergio Moro.

A avaliação, porém, é que a posição dele é minoritária na legenda. Nem mesmo líderes oriundos do DEM, que costumava fazer oposição às gestões passadas do PT se negam a conversar com o presidente eleito. Lula já chegou a convidar diretamente o partido para ser base em um encontro nesta semana com Alcolumbre e o líder na Câmara, Elmar Nascimento (BA). A legenda ainda não deu uma resposta e só pretende se classificar como base a partir do momento que Lula definir o espaço que a sigla terá na Esplanada dos Ministérios.

No caso do MDB há um problema específico com a indicação da bancada do Senado para o ministério de Lula. O presidente eleito avisou que pretende contar a escolha da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que é dada como certa em uma das pastas, como sendo a indicada dos senadores. Os parlamentares, no entanto, consideram Simone cota pessoal de Lula e pretendem fazer outra indicação.

Além disso, a senadora emedebista já sinalizou preferência por comandar uma pasta da área social, algo que o PT já disse que não abre mão de ter sob o controle da legenda. O fato de senadores do PT não terem participado do jantar de ontem foi encarado como um sinal de que Lula de fato pretende dar espaços relevantes para mais partidos, mas não há definição sobre qual cargo Simone terá.

Por ter sido um dos principais articuladores da campanha de Lula em Minas Gerais, o senador Alexandre Silveira se movimenta para ser o indicado da bancada do PSD para uma pasta. Braço direito de Pacheco, Silveira não conseguiu se reeleger senador e participa do grupo de infraestrutura na transição de governo.

*AE

Política : Mourão fala sobre eleição de Lula: “Agora tem que governar”
Enviado por alexandre em 03/12/2022 00:34:47

Para o senador eleito os protestos são "tardios" e que uma intervenção militar teria consequências "terríveis"

Vice-presidente General Hamilton Mourão Foto: EFE

O vice-presidente Hamilton Mourão, senador eleito pelo Rio Grande do Sul, declarou ao jornal Gazeta do Sul que as manifestações contra a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva ao governo do país demoraram para acontecer e que agora é preciso reconhecer a vitória do petista.

Para o general, o certo era que as manifestações acontecessem quando o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula sobre o esquema de corrupção identificado pela Operação Lava Jato. Por tanto, para ele os protestos são “tardios”.

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– Está chegando a hora de as pessoas compreenderem que ele foi eleito e que agora tem que governar – declarou.

Mourão também diz que uma intervenção militar teria consequências “terríveis”.

Em outro momento da entrevista, o general declarou que perder faz parte do processo político.

– A partir do momento em que aceitamos participar do jogo com esse jogador, que não poderia participar, tudo poderia acontecer, inclusive ele vencer, conforme venceu.

Regionais : Camarões vence por 1 a 0 e pela primeira vez o Brasil perde para um país africano em Copas
Enviado por alexandre em 02/12/2022 23:27:10

O Camarões venceu a seleção brasileira por 1 a 0, com gol de Aboubakar nos acréscimos, nesta sexta-feira (2), no estádio Lusail Iconic. Pela primeira vez na história das Copas, o Brasil perde para uma seleção africana.

 

Mesmo com a derrota, o time Tite termina em primeiro lugar do grupo G do Mundial. Desde 1998, a seleção brasileira não perdia uma partida na primeira fase. Na época, o Brasil perdeu contra Noruega, por 2 a 1. Agora a seleção brasileira terá apenas dois dias até a data do próximo jogo.

 

A Coreia do Sul venceu Portugal de maneira surpreendente mais cedo e, de quebra, mandou o Uruguai para casa apesar da vitória dramática sobre Gana — um gol a mais significaria um clássico sul-americano já nas oitavas. A partida entre brasileiros e coreanos acontece na segunda-feira, às 16 horas, no estádio 974, em Doha.

 

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CONFRONTOS DAS OITAVAS DE FINAL DA COPA 2022


3/12 - sábado - 12h: Holanda X Estados Unidos


3/12 - sábado - 16h: Argentina X Austrália


4/12 - domingo - 12h: França X Polônia


4/12 - domingo - 16h: Inglaterra X Senegal


5/12 - segunda-feira - 12h: Japão X Croácia


5/12 - segunda-feira -16h: Brasil X Coreia do Sul


6/12 - terça-feira - 12h: Marrocos X Espanha


6/12 - terça-feira - 16h: Portugal X Suíça


FALTOU ENTROSAMENTO DOS RESERVAS 


Pelo pouco tempo de recuperação até a próxima partida, e também com medo de perder ainda mais jogadores machucados além de Danilo (tornozelo esquerdo), Alex Sandro (quadril) e Neymar (tornozelo direito), Tite mandou a campo absolutamente todos os jogadores reservas. A formação inicial tinha: Ederson; Daniel Alves (capitão), Éder Militão, Bremer, Alex Telles, Fabinho, Fred, Rodrygo; Antony, Gabriel Martinelli e Gabriel Jesus.

 

Sem nunca ter jogado junto, por melhores que os jogadores sejam, faltou entrosamento. Tanto que a primeira chance clara de gol saiu só aos 13 minutos, de uma ligação forçada entre Fred e Martinelli, que de cabeça, exigiu boa defesa do goleiro Devis Epassy. Nessa altura, a torcida começava a se divertir não mais com os dribles de Antony, mas com as tentativas frustradas das 85.986 de fazer a ola nas arquibancadas.


O time foi se soltando mais nas escapadas rápidas de Rodrygo, Antony e Martinelli, que chegou a jogar até sem chuteira quando sofreu uma falta que o árbitro norte-americano Ismail Elfath preferiu deixar o jogo correr. Parecia mais o Brasil da vitória magra sobre a Suíça (1 a 0), do que o Brasil com volume de jogo contra a Sérvia (2 a 0).

 

A primeira metade, no entanto, serviu para mostrar ao Brasil que a seleção está muito bem servida de goleiros. Além de Alisson, que ainda não foi vazado nesta competição, Ederson fez uma excelente defesa na cabeçada de Bryan Mbeumo, em uma bola que ainda quicou no chão e foi no contrabé do camisa 23. Os demais homens de perigo de Camarões, Vincent Aboubakar e Choupo-Moting não levaram perigo.

 

Para o segundo tempo, Tite foi obrigado a mexer na lateral-esquerda. Já sem o titular Alex Sandro, viu o reserva Alex Telles deixar o campo chorando após uma dividia. O zagueiro Marquinhos acabou tendo de jogar improvisado, e aí o treinador já chamou também Everton Ribeiro e Bruno Guimarães para as vagas de Rodrygo e Fred. A mudança deveria dar mais mobilidade ao time, mas acabou descaracterizando ainda mais a equipe. Depois, Raphinha ainda entrou no lugar de Antony.

 

Perto do final da partida, os camaroneses exigiram ainda mais de Ederson, que evitou que o time levasse o primeiro gol no Mundial. Do outro lado, a pressão vinha na base da raça com Bruno Guimarães e Pedro.

 

VOLTA DE NEYMAR


Neymar (inflamação no tornozelo direito) acompanhou a partida do estádio, assim como os também lesionados Alex Sandro (lado esquerdo do quadril) e Danilo (lesão no tornozelo direito). Se os laterais já devem ter condições de jogo, a tendência é deixar o atacante ainda de fora contra a Coreia do Sul. O jogador participou da batucada no ônibus que trouxe a delegação para o estádio, caminhou normalmente e ainda sorriu para a torcida presente. Só não consegue calçar chuteiras.

 

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O camisa 10, sem condições de jogo desde que sofreu uma pancada seguida de uma entorse ainda na primeira partida, faz fisioterapia intensiva em três períodos. O jogador deve passar por nova avaliação neste sábado, no centro de treinamento da seleção brasileira.

 

Fonte: R7
 

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