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Mais Notícias : PF ouviu Odebrecht sobre fatos delatados por Palocci
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:03:23

PF ouviu Odebrecht sobre fatos delatados por Palocci

Postado por Magno Martins
O empreiteiro falou sobre a aprovação de medidas provisórias em troca de propina

A Polícia Federal ouviu Marcelo Odebrecht para apurar fatos delatados pelo ex-ministro Antonio Palocci em seu acordo de colaboração.

Um dos temas tratados pelo empreiteiro em seu depoimento foi a aprovação de medidas provisórias que beneficiaram a empreiteira em troca de propina

Em 2009, o Congresso Nacional validou um programa de refinanciamento de dívidas tributárias, chamado Refis. (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

Mais Notícias : "Lula livre" expulsa de Portugal. Vai para a Espanha
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:02:45

"Lula livre" expulsa de Portugal. Vai para a Espanha

Postado por Magno Martins

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O juiz do trabalho Átila Roesler e sua mulher, Gabriela Goergen de Oliveira, ficaram detidos por alguns minutos na Praça do Comércio, em Lisboa, em Portugal.

Gabriela tirava fotos com um cartaz escrito “Lula livre” quando foi abordada por quatro soldados da Polícia Nacional do país lusitano.

Os guardas ordenaram que as fotos fossem apagadas e só liberaram o casal depois de verificar a galeria do celular.

“Jamais imaginei que isso pudesse acontecer”, diz Gabriela.

Ela conta que o marido não participou da manifestação, mas que vai refazer o cartaz para usá-lo na Espanha, próximo destino do casal.

Mais Notícias : PSL põe freio em falas de Mourão e Paulo Guedes
Enviado por alexandre em 21/09/2018 08:02:05

PSL põe freio em falas de Mourão e Paulo Guedes

Postado por Magno Martins

Campanha de Bolsonaro quer evitar que vice e economista voltem a causar polêmica, depois de declaração sobre relação entre criminosos e lares só com ‘mãe e avó’ e caso CPMF

Jussara Soares – O Globo

A cúpula da campanha do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL)determinou que seu vice, general Hamilton Mourão, e o responsável pelo programa de governo na área econômica, Paulo Guedes, sejam comedidos em suas declarações em público. Os dois poderão seguir com suas agendas de palestras para grupos fechados, mas foram orientados, com o aval do próprio Bolsonaro, a evitar a imprensa e fugir de temas polêmicos.

Em uma estratégia de contenção de danos após declarações controversas de ambos, a orientação é que o protagonismo volte a Bolsonaro como o único porta-voz da campanha. Internado há 15 dias no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera de um esfaqueamento, ele seguirá falando aos eleitores por meio de mensagens em suas redes sociais, vídeos ou em transmissão ao vivo pela internet, quando tiver a autorização da equipe médica.

Mourão segue roteiro

A determinação é consequência direta de declarações controversas da dupla nesta semana: Mourão afirmou que lares apenas com “mãe e avó” são “fábrica de elementos desajustados”, enquanto Guedes, em uma reunião com um grupo de investidores, teria sugerido criar um imposto nos moldes da CPMF.

Segundo interlocutores do PSL, ruídos como esse podem expor a campanha de Bolsonaro, líder nas pesquisas de intenções de votos, a um risco desnecessário.

Os efeitos da nova ordem já foram sentidos ontem. O general Mourão participou, em São Paulo, de uma palestra para empresários na sede da Abimeq, associação que reúne indústrias de máquinas e equipamentos. Diferentemente de outros eventos, foi conciso e evitou sair do seu roteiro escrito em três folhas de papel. Ao responder perguntas da plateia, também não se alongou em seus comentários.

O militar da reserva, que sempre atende à imprensa, foi blindado pela assessoria do PRTB. Ainda durante o evento, jornalistas foram comunicados que o general Mourão não daria entrevistas. A determinação foi uma decisão do PSL.

Já o economista Paulo Guedes, após receber uma ligação de Bolsonaro, cancelou, alegando “conflito de agenda”, sua participação — também ontem — de um encontro com investidores em São Paulo. Hoje, o economista é esperado em um encontro na Amcham-Brasil.

Os discursos desencontrados forçaram a realização de uma reunião, na última terça-feira, da cúpula da campanha de Jair Bolsonaro. Além de discutir os rumos da candidatura nesta reta final, o objetivo era demonstrar unidade entre os principais aliados, entre eles Paulo Guedes, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno e os filhos de Bolsonaro. Ali também ficou determinado que general Mourão, que não estava presente no encontro, não representaria Bolsonaro nos debates e sabatinas.

O clima de conciliação com que foi encerrada a reunião durou pouco. No dia seguinte, a cúpula foi acordada com a notícia da “nova CPMF” que obrigou Bolsonaro a fazer uma ligação a Paulo Guedes.

— O comandante é o Jair, todos os outros são soldados — disse o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável.

Saúde : MEL & AVEIA
Enviado por alexandre em 21/09/2018 00:54:55

Barbara Ferrari uma explosão de mulher pronta para ser o furacão









Saúde : RUIVA
Enviado por alexandre em 21/09/2018 00:46:16

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