Mais Notícias - Paulo Vieira expõe extensão de corrupção tucana - Notícias
« 1 2 (3) 4 5 6 ... 12684 »
Mais Notícias : Paulo Vieira expõe extensão de corrupção tucana
Enviado por alexandre em 23/02/2018 09:04:47

Paulo Vieira expõe extensão de corrupção tucana

Postado por Magno Martins

Operador tenta colar em inquérito de Serra no STF

Blog do Kennedy

A defesa de Paulo Vieira da Costa, ex-diretor da Dersa em São Paulo, anexou a um inquérito no Supremo Tribunal Federal informação que consta de processo na 5ª Vara Federal de São Paulo dando conta de que ele tinha R$ 113 milhões em bancos suíços em junho de 2016.

Jabuti não sobe em árvore. Se a defesa preferiu levar a informação ao Supremo, vê vantagens jurídicas nisso. Esse inquérito investiga o senador José Serra, do PSDB de São Paulo e governador do Estado na época em Paulo Vieira da Costa detinha imenso poder na Dersa e operava como arrecadador de recursos eleitorais do tucanato paulista.

A fim de se livrar das acusações na Lava Jato, Serra tem procurado se beneficiar do prazo prescricional menor, porque possui mais de 70 anos. Para a defesa de Paulo Vieira da Costa, faz sentido colar no senador tucano.

Do ponto de vista político, a atitude da defesa de Paulo Vieira dá mais uma evidência da hipocrisia do discurso feito por líderes tucanos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador Geraldo Alckmin, de que a corrupção do PSDB é menor do que a do PT.

Petistas e tucanos travaram nos últimos esse insólito campeonato sobre quem seria mais corrupto. A Lava Jato propiciou a criação de uma versão de que o PT sistematizou a corrupção e a levou a um nível nunca antes visto neste país. Quem cobre política há trinta anos sabe que isso não é verdade.

Em junho de 2016, em plena Lava Jato, um ex-diretor da Dersa tinha em 4 contas suíças R$ 113 milhões. Esse é um episódio que dá pistas sobre a extensão da corrupção tucana. Esses R$ 113 milhões eram recursos de origem ilícita? Eram somente dele? Ou Paulo Vieira funcionava como laranja de algum político ou alguns políticos? O esquema das empreiteiras na Petrobras não foi reproduzido do mesmo jeito em obras públicas em grandes Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais?

É legítimo que a defesa de Paulo Vieira queira protegê-lo como julga melhor. Mas seria importante não desperdiçar essa informação e deixá-la ser mais um indício do caráter seletivo das investigações de corrupção no Brasil.

Mais Notícias : O Presidente Pinóquio
Enviado por alexandre em 23/02/2018 09:04:05

O Presidente Pinóquio

Postado por Magno Martins

Ricardo Miranda - Blog Os Divergentes

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” é uma das frases mais célebres atribuídas a Joseph Goebbels, o temível Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista entre 1933 e 1945. O governo Temer se esmerou nas últimas semanas em embalar mentiras nos bons veículos do ramo crente de que pode consegue antecipar vitórias em batalhas que já nasceram perdidas. A primeira insensatez, com ares de improbidade no uso de dinheiro público, pôde ser visto nas bancas no último fim de semana.

A última edição de três das quatro principais revistas semanais brasileiras, Veja, Época e IstoÉ – Carta Capital foi tirada do rachuncho -, exibem uma interessante coincidência nas capas, tomadas por uma propaganda do governo federal em defesa da reforma da Previdência. Istoé Dinheiro também foi às bancas com a capa publicitária. As revistas ainda estavam quentes nas bancas quando o governo desistiu das reformas e partiu para a alternativa intervenção militar.

No anúncio, com a logomarca do governo federal e um aviso de que se tratava de uma sobrecapa publicitária, a foto de um menino e o texto “Reforma da Previdência hoje para ele se aposentar amanhã”. Desde meados de 2017 o governo gastou uma pequena fortuna em inserções, especialmente na TV aberta, com mensagens a favor da reforma. Quem passou nas últimas semanas pelos aeroportos brasileiros também viu banners e vídeos nesse sentido. No ano passado, o governo destinou 170 milhões para despesas com comunicação no Orçamento. Entre janeiro e junho, havia executado 100 milhões, incluídos os anúncios em defesa da reforma da Previdência. De acordo com informações veiculadas em dezembro, à época a equipe de comunicação do Planalto planejava outros 72 milhões nos últimos dias para tentar diminuir a resistência da opinião pública e reduzir o temor de sua base de enfrentar as urnas no ano que vem.

Hoje, o governo bipolar publica, em duas meias páginas, apenas no Globo, um anúncio – sem assinatura de agência – no mínimo arriscado, vendendo a ideia de que a vitória na intervenção militar no Rio é só uma questão de tempo. “O governo, que está tirando o país da maior recessão de sua história, agora vai tirar o Rio de Janeiro das mãos da violência”. De novo, a imagem de uma família sorridente, dessa vez com a praia do Leblon ao fundo. Numa leitura subliminar: ataca-se os morros e comunidades com pobres – não se tem notícia de cercos a prédios na Vieira Souto ou a condomínios na Barra da Tijuca -, devolve-se a paz à classe média e aos ricos da Zona Sul. Alguém disse que as campanhas do governo parecem anúncio de banco – e é verdade. Ganham os mesmos. Perdem os de sempre.

Mais Notícias : Eleição de Temer exigiria um surto de amnésia
Enviado por alexandre em 23/02/2018 09:03:20

Eleição de Temer exigiria um surto de amnésia

Postado por Magno Martins

Josias de Souza

A maneira como Michel Temer mudou a agenda do seu governo, levando à vitrine uma intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, estimulou a suspeita de que o presidente contraiu a febre provocada nos políticos quando eles são picados pelo mosquito azul. Temer passou a sonhar, veja você, com a reeleição à Presidência da República. Mas há um problema: o êxito eleitoral de Temer depende da má memória do Brasil.

Temer e seus operadores políticos enxergam o governo como um borrão cor-de-rosa, feito de recuperação econômica e, agora, de combate duro à criminalidade. A recuperação da economia é retardada pela imoralidade do governo. E a guerra contra o crime é, por ora, um sucesso de gogó. Ninguém vira o presidente mais impopular da história, com 70% de reprovação, por acaso.

Para que uma hipotética candidatura presidencial de Temer ficasse em pé, o eleitor teria de enviar para o armário do esquecimento duas denúncias criminais congeladas, um inquérito em andamento, a cumplicidade com ministros denunciados e a consolidação do termo presidencialismo de coalizão como um eufemismo para organização criminosa. É certo que o brasileiro tem má memória. Mas esconder as mazelas do governo Temer atrás de um escudo de marketing tornou-se algo tão difícil quanto ocultar uma baleia numa banheira jacuzi.

Mais Notícias : Em resumo, não há saída.
Enviado por alexandre em 23/02/2018 09:02:06

Em resumo, não há saída.

Postado por Magno Martins

A mãe do prefeito carioca Marcelo Crivella, idosa, doente, foi tratada num hospital público do Rio. Os adversários do prefeito protestam: afinal, ela ocupa a vaga que poderia ser ocupada por um pobre.

A briga política é muito feia: se a senhora tivesse sido internada num hospital particular, seria criticada por não confiar num hospital público. Em resumo, não há saída.

Com a intervenção no Rio, não é apenas a reforma da Previdência que para de andar. Há mais 536 emendas constitucionais – que, como estavam mesmo paradas, não chamam a atenção. Uma delas, do então deputado Clodovil, é a que reduz o número de deputados e senadores. Por isso parou. (Carlos Brickmann)



Prisão: auxiliar de Richa comprou imóvel de R$ 2,5 mi



O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná, Nelson Leal Júnior, adquiriu um apartamento de R$ 2,5 milhões em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Do montante, R$ 500 mil foram pagos com "recursos de origem não declarada". Nelson Leal Júnior foi preso na Operação Integração, 48.ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta quinta-feira (22).

A investigação apontou ‘evidências’ de que Nelson também ‘teve as despesas do aluguel de um iate de luxo pagas por um empresário que prestava serviços de engenharia às concessionárias de pedágio’. A operação investiga pagamento de propina a agentes do DER Paraná e à Casa Civil do Governo do Estado, por meio dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran.

O juiz federal Sérgio Moro mandou prender também o agente do DER, do Paraná, Oscar Alberto da Silva Gayer, o atual diretor-presidente da Econorte, Helio Ogama, o dirigente da empresa Rio Tibagi, Leonardo Guerra, o diretor financeiro da Triunfo Participações, Sandro Antônio de Lima, e do empresário Wellington de Melo Volpato. Todos foram capturados pela Polícia Federal.

Segundo o Ministério Público Federal, Leal adquiriu o apartamento da incorporadora Cechinel por R$ 2,58 milhões. Em 23 de fevereiro de 2015, o diretor do DER-PR ‘cedeu seus direitos sobre o imóvel para a empresa Junqueira Leal Arquitetura Ltda, representada na ocasião pelo próprio Nelson Leal Júnior’. No entanto, o imóvel continua registrado em nome da Incorporadora Cechinel.

“Mais de duas dezenas dos boletos foram pagos em espécie presencialmente por Nelson Leal Júnior diretamente no setor financeiro da Construtora, em Balneário Camboriú”, relatou o juiz Sérgio Moro na decisão. “Chama a atenção que o investigado Nelson Leal Júnior preferia deslocar-se com quantidades vultosas em espécie até Balneário Camboríu/SC, endereço da Incorporadora Cequinel, para efetuar dezenas de pagamentos em espécie de parcelas do imóvel ao invés de realizar depósitos bancários a partir de Curitiba". (BR 247)

Mais Notícias : Não fica um
Enviado por alexandre em 23/02/2018 09:01:08

Não fica um

Postado por Magno Martins

Carlos Brickmann

Talvez haja um certo constrangimento no combate ao crime no Rio. Pois não é que no Conselho da República, convocado a aprovar a intervenção, há 16 conselheiros, dos quais nove sendo investigados no Supremo?

São o próprio Temer, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o secretário-geral da Presidência, Moreira Franco, o líder do Governo no Senado, Romero Jucá, o líder do Governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro, o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o líder do Governo no Congresso, André Moura, e o líder da Minoria na Câmara, José Guimarães. No Governo, na oposição, na linha sucessória, quantos!

Não estão sendo investigados os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, da Justiça, Torquato Jardim, do Planejamento, Dyogo Oliveira, Carlos Marun (Governo); os deputados Raymundo Lira, líder da Maioria no Senado, Humberto Costa, líder da Minoria no Senado, e Lelo Coimbra, líder da Maioria na Câmara. Os investigados são maioria absoluta.

« 1 2 (3) 4 5 6 ... 12684 »