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Mais Notícias : A gula de Marum irritou Temer e aliados
Enviado por alexandre em 23/11/2017 09:52:40

A gula de Marum irritou Temer e aliados

Postado por Magno Martins

Líderes do governo no Congresso ficaram chocados com o deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Disseram que ele sentou na cadeira antes da hora e esqueceu de combinar com Michel Temer.

O presidente decidiu esperar a poeira baixar e não deve voltar ao assunto nos próximos dias.

A ala do PMDB que operou a fritura do tucano Imbassahy também sofreu avarias. Temer demonstrou profunda irritação e, ameaçado de sofrer um boicote do próprio partido no jantar em que apresentaria o texto da reforma da Previdência, disse que preferia cancelar o encontro a anunciar a troca dessa forma.



Imbassahy tem de decidir em qual Temer acreditar



Temer diz a Imbassahy que não demitiria aliado pela imprensa, mas fritura acelera saída do tucano

Antonio Imbassahy (PSDB) precisa decidir em qual Michel Temer vai acreditar. O presidente disse ao ainda ministro da Secretaria de Governo que ficou ultrajado com o vazamento de um convite ao deputado Carlos Marun (PMDB-MS) para substituí-lo. Afirmou que jamais demitiria um aliado fiel pela imprensa. Mas a fritura pública do tucano foi patrocinada pelo PMDB de Temer e pelo Planalto que ele comanda. Aliados aconselharam o baiano a pedir demissão até a próxima semana.

Imbassahy demonstrou abatimento ao chegar ao Planalto nesta quarta (22) para falar com Temer após ventilarem que seria substituído. Fechou o dia dizendo que havia sido alvo de um ataque especulativo do PMDB da Câmara para forçar sua demissão.

A ala do PMDB que operou a fritura do tucano também sofreu avarias. Temer demonstrou profunda irritação e, ameaçado de sofrer um boicote do próprio partido no jantar em que apresentaria o texto da reforma da Previdência, disse que preferia cancelar o encontro a anunciar a troca dessa forma. (Painel – Folha de S.Paulo)

Mais Notícias : A tragédia do Rio
Enviado por alexandre em 23/11/2017 09:51:43

A tragédia do Rio



Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

Na noite de terça, Anthony Garotinho festejou a prisão de três deputados do PMDB do Rio. "Ainda não terminou a faxina. Faltam outros setores que foram altamente envolvidos com essa safadeza toda", disse. Na manhã seguinte, chegaria a sua vez. Ele e a mulher, Rosinha, foram recolhidos por um camburão da Polícia Federal.

Com o casal, o Rio passa a ter três ex-governadores na cadeia. Também estão em cana os últimos três presidentes da Assembleia Legislativa. Recordista em tudo, Sérgio Cabral encabeça as duas trincas. Sua coleção de joias se tornou um símbolo da roubalheira que depenou o Estado.

O centro de poder da antiga capital se deslocou do Palácio Guanabara, em Laranjeiras, para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Lá voltaram a se encontrar aliados que viraram desafetos, como Garotinho e o deputado Jorge Picciani.

O poderoso chefão do PMDB do Rio é um caso à parte. De dentro da cela, ele comandou uma rebelião da Assembleia contra a Justiça. Os deputados revogaram sua prisão e mandaram um carro oficial para buscá-lo, sem alvará de soltura.

O juiz Paulo Espírito Santo comparou a operação a um resgate de filme de faroeste. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que o Rio virou uma "terra sem lei". Há dois dias, o Tribunal Regional Federal determinou que Picciani voltasse à cadeia. Incorrigível, ele se entregou à polícia a bordo de um Porsche.

Muitos cariocas têm comemorado as prisões como o início da salvação do Estado. Pode ser, mas elas também simbolizam uma tragédia. Há pouco mais de um ano, o Rio se gabava de sediar uma Olimpíada. Hoje a população sofre com a violência fora de controle e o fechamento de restaurantes populares e bibliotecas.

O atual governador, Luiz Fernando Pezão, é aliado e herdeiro político de Cabral. Ele já foi cassado por irregularidades na campanha, mas se equilibra há seis meses num recurso ao Tribunal Superior Eleitoral.

Mais Notícias : O presidente de 2009 e a Previdência
Enviado por alexandre em 23/11/2017 09:50:59

O presidente de 2009 e a Previdência



Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo

A partir de 2019, ainda vai haver aumento do salário mínimo e do piso da Previdência além da inflação?

O gasto federal em saúde e educação vai ser reduzido ao mínimo legal ou a menos do que isso?

Vai acabar o abono salarial do PIS/Pasep, aquele benefício para trabalhadores que ganham até dois mínimos?

O teto de gastos federais, aprovado em 2016, vai cair (com o que será preciso aumentar impostos)?

Não se trata de especulações.

São perguntas a que o próximo presidente e, portanto, os candidatos de 2018 terão de responder, sem conversa mole, já. O assunto se tornou incontornável agora que a reforma da Previdência vai sair, no máximo, pela metade. Não estamos lidando mais com projeções futurísticas, mas com questões urgentes. Ou haverá cortes feios ou modificação do teto de gastos (o que implicaria aumento de impostos ou de dívida).

Em si mesmo, o dinheiro poupado com a reforma da Previdência não faria diferença, na prática, nas contas do governo em 2018. Mas pode bem ser que o adiamento da reforma para as calendas dê um tapa para cima nos juros para empréstimos mais longos, obviamente ruim para esta recuperação econômica muito fraca.

Em 2020, no entanto, as contas do governo federal começam a explodir. Não é exagero. Não vai caber tudo no gasto previsto pelo teto, não vai dar para todo o mundo.

Sem reforma alguma, em 2020 o gasto adicional do governo com Previdência vai equivaler a quase um ano de Bolsa Família ou a três quartos do que se despende atualmente em investimentos "em obras", o que já é uma miséria. A infraestrutura é entre insuficiente e arruinada (transporte, energia, saneamento etc.). Sem mais investimento público, nem privatizações rápidas e radicais resolveriam o problema, embora nem essa solução esteja no horizonte.

Caso passe esta reforma previdenciária com economias pela metade, adia-se a explosão em dois anos, ao menos. Isso se as contas previdenciárias do governo estão certas. Ainda não foram apresentadas projeções novas, detalhadas, ano a ano.

Quais as alternativas, além dos talhos em benefícios para quem vive de salário mínimo ou aposentadoria mínima?

Congelamento de salários do funcionalismo federal. Não são implausíveis a privatização ou a cobrança de alguns serviços ora gratuitos, como universidade pública, como já se discute abertamente. O abatimento de despesas privadas com saúde e educação no Imposto de Renda poderia acabar.

Sim, é possível que o próximo governo consiga ganhos de eficiência milagrosos. Ainda assim, o dinheiro talvez poupado serviria para cobrir o aumento de gastos em saúde, por exemplo, devidos ao aumento da população, de resto mais envelhecida.

Sim, é possível que a economia e receita cresçam mais rápido do que o previsto. Suponha-se que o país cresça uns 4% ao ano, em vez de 2,5%, durante o mandato inteiro do próximo presidente. Possível, mas improvável sem definições claras sobre o que será das contas do governo e de sua dívida; enfim, o problema apenas seria adiado. Logo, voltamos à questão inicial: o que vai fazer o próximo governo?

Se um candidato não responder a essa pergunta, ficará sob suspeita de estelionato eleitoral ou de negligência criminosa.

Mais Notícias : Temer, Toffoli e o foro privilegiado para alguns
Enviado por alexandre em 23/11/2017 09:50:18

Temer, Toffoli e o foro privilegiado para alguns

Postado por Magno Martins

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

Ninguém vai se espantar se um novo pedido de vista adiar mais uma vez o fim do julgamento da ação relatada pelo ministro Luis Roberto Barroso para restringir o foro privilegiado no STF. Aos quatro ministros que já se declararam favoráveis a que a prerrogativa de foro se aplique somente nos casos de crimes relacionados diretamente ao exercício do mandato dos políticos, juntar-se-ão declarações de voto dos dois necessários, ou até de três, para mostrar à opinião pública que a tese é majoritária no STF.

Com isso, o Supremo, que anda mal na foto desde que autorizou o Senado a suspender as medidas cautelares contra Aécio Neves, dará o seu recado. Mas não provocará o tsunami que seria o encerramento do julgamento e a aplicação imediata do entendimento, com a consequente “desclassificação” e remessa a instâncias superiores dos processos da Lava Jato contra os principais caciques do establishment político. Tem até uma boa desculpa para isso: a Câmara está examinando PEC de teor semelhante, já aprovada pelo Senado, e será de bom tom dar a vez ao Legislativo.

Seria, já que todo mundo sabe que a emenda – que tira a prerrogativa de foro de quem está votando nela, inclusive – não vai valer tão cedo. Sua tramitação pode levar meses, talvez até anos. E tudo fica como está por mais um bom tempo, quem sabe o suficiente para a maioria dos futuros sem-foro resolver sua vida.

Ninguém vai se surpreender também se o novo pedido de vista – o anterior foi de Alexandre Moraes – vier de Dias Toffoli, que esteve com o presidente Michel Temer no último fim de semana, numa conversa articulada por seu amigo Gilmar Mendes.

O téte-a-tète Temer-Tofolli, aliás, continua matando Brasília de curiosidade. Pouco vazou da conversa, e sabe-se que são dezenas de assuntos quentes pendentes entre Planalto e STF que podem ter sido abordados. Personagens que se relacionam com os dois interlocutores apostam que o foro privilegiado esteve no centro da pauta, e não só a ação que terá seu julgamento retomado amanhã no STF.

O tema é bem mais amplo, sobretudo quando inclui a articulação que corre nos bastidores para incluir no rol dos que vão manter o foro para qualquer crime – pela PEC que tramita, o presidente e o vice da República, além dos chefes dos outros poderes – também os ex-presidentes da República. Todos se recordam que Toffoli hoje corre em raia própria, mas foi um auxiliar próximo do ex-presidente Lula, que o indicou para o STF. Ao lado do duplamente acusado Temer, Lula se beneficiará enormemente dessa articulação, que o tiraria dos braços de Sérgio Moro.



Reforma ministerial de Temer resulta em fiasco

Josias de Souza

Reforma ministerial é como fotografia. Se mexe muito, não sai. Tome-se o exemplo da suposta reforma na equipe de Michel Temer. Resume-se, por ora, à nomeação de um novo ministro das Cidades e à inédita desnomeção de um ex-quase-futuro titular da pasta da coordenação política. Tudo muito parecido com um fiasco.

Foi à poltrona de ministro das Cidades o deputado Alexandre Baldy (ex-Podemos, futuro PP). Deveria saciar os apetites dos partidos do centrão —PP, PR, PSD, SD e afins. Mas alimentou sobretudo o ego do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), autor da indicação. O centrão preferia Aguinaldo Ribeiro (PP).

O PMDB, sempre pronto a usufruir o gozo das provações cotidianas e a sofrer na própria pele as insuportáveis vantagens do poder, enxergou no vaivém ministerial a perspectiva de plantar mais um ministro no Planalto. Indicou para a casa de louças da coordenação política o elefante Carlos Marun, ex-integrante da manada parlamentar de Eduardo Cunha.

Temer topou. Entretando, depois de confirmar no Twitter que Marun tomaria posse junto com Baldy, o Planalto apagou o post (veja abaixo), negou a saída do tucano Antonio Imbassahy da coordenação política e desnomeou Marun. Não sobrou porcelana inteira na casa de louças.

Mais Notícias : Presos, Picciani, Albertassi e Melo receberão salários
Enviado por alexandre em 23/11/2017 09:49:15

Presos, Picciani, Albertassi e Melo receberão salários

Postado por Magno Martins

Um deputado estadual do RJ ganha mais de R$ 25 mil brutos. Trio do PMDB, antes de decisão do TRF-2, havia anunciado licenciamento sem receber vencimentos.

G1

Após o Tribunal Regional Federal da 2ª Região decidir pela prisão e afastamento dos deputados Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo, a Assembleia Legislativa informou nesta quarta-feira (23) que os parlamentares continuarão a receber seus salários. Os vencimentos, segundo dados da própria Casa, passam de R$ 25 mil brutos. O valor líquido é de aproximadamente R$ 19 mil.

Segundo explicação da Alerj, já que o TRF-2 determinou o afastamento, caiu, então, o pedido de licenciamento dos deputados. Todos os três tinham anunciado que se afastariam dos mandatos para cuidar das defesas. Como se tratava de "motivo particular", os parlamentares não teriam direito a receber salários.

A Casa informou que o prazo máximo de licença de um deputado estadual é de, no máximo, 120 dias. Caso o motivo não se trate de problemas de saúde, passado o período de quatro meses os deputados são substituídos pelos suplentes. Como foram afastados por decisão judicial, Picciani, Albertassi e Melo vão continuar a receber salários e não serão substituídos por suplentes.

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