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Brasil : SUCATAS
Enviado por alexandre em 22/04/2017 19:08:26


Carcaças aéreas permanecem em aeroportos depois de leiloadas

Leiloados em setembro de 2013, dois Boeings 767 da Transbrasil continuam na área de manobras do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília

Uma cena comum chama a atenção em quem decola ou aterrissa nos principais aeroportos do país. Carcaças de aviões de companhias falidas dividem o cenário com o vaivém de aeronaves e deterioram-se com o tempo.



A maioria desses aviões ainda não foi leiloada, mas alguns foram arrematados há anos e esperam ser retirados pelos novos proprietários, que alegam alto custo de transporte e mudanças nos planos de negócios como principais motivos para o atraso na remoção.


Levantamento da Agência Brasil indica que em pelo menos três aeroportos – Juscelino Kubitschek (em Brasília), Galeão (no Rio de Janeiro) e Cumbica (em Guarulhos) – existem aviões leiloados e não removidos dos terminais aéreos. Duas aeronaves em Brasília, quatro no Galeão e duas em Cumbica que poderiam ter sido retiradas permanecem ocupando espaço nos pátios e hangares.

No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, na capital federal, dois Boeings 767 da Transbrasil leiloados em setembro de 2013 aguardam para serem retirados. O consórcio responsável pela administração do Aeroporto de Cumbica não detalhou o modelo nem a companhia das aeronaves. Apenas informou que uma foi arrematada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e outra, por particular.

O consórcio que administra o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, informou que existe um avião da Vasp e mais seis aeronaves antigas no local. O consórcio não deu informação sobre a companhia que detinha as demais aeronaves, mas esclareceu que nenhuma delas é da Transbrasil.

De acordo com levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), três aviões parados no Galeão ainda não foram leiloados. Os quatro restantes estão em processo de remoção.



Atrasos



De 2011 a 2015, o CNJ promoveu o programa Espaço Livre, que agilizou o leilão de 50 das 62 carcaças de aviões que jaziam em 11 aeroportos do país. Realizado em parceria com o Ministério da Defesa, o Conselho Nacional do Ministério Público, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Justiça de São Paulo, o Ministério Público de São Paulo, a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) e a Infraero, o mutirão conseguiu leiloar 80% das aeronaves abandonadas. Nem todas, no entanto, foram retiradas até agora.



Síndico da massa falida da Transbrasil, o advogado Gustavo Henrique Sauer diz que o conjunto do que restou da empresa recebeu o dinheiro de todos os leilões de aviões da companhia realizados até agora. Em relação às duas carcaças no aeroporto de Brasília, ele esclarece que os antigos aviões dizem respeito à massa falida da Interbrasil, empresa do mesmo grupo da Transbrasil. Ele, no entanto, explica que, após o pagamento dos leilões, cabe exclusivamente ao aeroporto e ao novo proprietário definirem um cronograma para a retirada.



Para Sauer, a falta de planejamento prolonga o abandono das carcaças de aviões e gera uma nova guerra jurídica. “Em alguns casos, quem arremata a aeronave não entende que ela foi leiloada como sucata e que não pode utilizá-la para outros fins. O proprietário então retira algumas peças e deixa a casca. Se não houver acordo, o aeroporto pode entrar na Justiça para exigir a remoção”, explica.



Dificuldades



Proprietário de um Boeing 737 da Vasp e de um Boeing 767 da Transbrasil leiloados no aeroporto de Brasília, o empresário Rogério Tokarski diz que o custo de transporte também é um entrave porque equivale, no mínimo, ao preço do avião. No caso do 737, de menor porte, ele gastou R$ 60 mil para comprar a aeronave e mais R$ 60 mil para transportá-la a um haras na região rural de Planaltina (DF), a 70 quilômetros da capital federal.



“É preciso três carretas para transportar o avião: uma para cada asa e outra para o charuto [corpo da aeronave]. Além disso, tem o guindaste para fazer a desmontagem e as taxas para o Departamento de Estradas e Rodagem, pelo transporte da carga especial, para a companhia de energia se for necessário desligar fiações de eletricidade”, justifica.



Em relação ao avião da Transbrasil, comprado por cerca de R$ 90 mil, Tokarski diz que pediu à Inframérica, consórcio que administra o Aeroporto Juscelino Kubitschek, um tempo adicional para retirar a aeronave. O empresário pretende transformar a carcaça em um espaço turístico, mas explica que a necessidade de um plano de negócios viável e de encontrar um local lucrativo adiou a remoção. A reportagem não conseguiu localizar o dono do outro avião da Transbrasil que ocupa o pátio do aeroporto de Brasília.



Aviões não leiloados



Segundo o levantamento do CNJ, existem 12 aviões não leiloados nos aeroportos brasileiros. Desse total, sete estão no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, três no Galeão, um no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) e um no Aeroporto Antônio João, em Campo Grande.



Agência Brasil

Regionais : Justiça manda Estado indenizar em R$ 10 mil suplente de deputado ferido pela PM em manifestação
Enviado por alexandre em 22/04/2017 18:37:48


A Justiça condenou o Estado de Mato Grosso a indenizar em R$ 10 mil o geólogo e suplente de deputado estadual Caiubi Kuhn, que foi ferido pela Polícia Militar em uma manifestação em 2013, por melhorias nas casas estudantis da Universidade Federal de Mato Grosso. À época, o autor da ação era estudante. No ano seguinte concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PDT, partido pelo qual também militava o governador Pedro Taques (PSDB), eleito naquele pleito.

Caiubi pleiteava indenização de R$ 200 mil. Ele sofreu vários ferimentos de armamento não-letal na manifestação, que acabou mais feridos e vários estudantes detidos. O juiz Roberto Teixeira Seror, da 5ª Vara Especializada da Fazenda Pública, entendeu que o então estudante sofreu abalo pela violência excessiva praticada pela autoridade policial, mas recusou o argumento de danos estéticos.

“Para sua constatação, se mostra imprescindível a comprovação de existência do dano à integridade física da pessoa; a demonstração de que a lesão promovida deve ter um resultado duradouro ou permanente; e, por fim, a evidência de que o dano estético deu ensejo ao dano moral”, argumentou o magistrado.

“No presente caso, não se encontra presente prova idônea que demonstre que, de fato, o disparo dos projéteis de borracha no tórax do Requerente acarretou em um resultado duradouro e/ou permanente, ou seja, ante a não comprovação de qualquer alteração morfológica posterior ao ocorrido, mostra-se inviável partir de uma presunção de que tal fato ocorreu”, completa.

Relembre o caso

O confronto entre a os policiais e os estudantes aconteceu no dia 06 de março de 2013, no cruzamento entre a avenida Fernando Correa e a Rua 1 do Boa Esperança, quando os policias da Rotam tentaram dispersar o protesto dos estudantes contra a decisão da Reitoria da UFMT de supostamente despejar 50 alunos da Casa do Estudante Universitário.

Seis alunos foram presos e pelo menos 10 foram parar no Ponto-Socorro para serem atendidos devido a ferimentos dos disparos de bala de borracha. Entre os próprios alunos presos estavam alguns dos mais feridos. Caiubi sofreu 14 ferimentos de disparos, todos na região esquerda do tórax.

A PM alega ter revidado porque os alunos não queriam liberar o fluxo de veículos, impedindo ambulâncias de transitarem por lá. Contudo, dezenas de testemunhas presentes contam uma versão diferente. Os policiais teriam dado 15 minutos para os estudantes liberarem as ruas, mas devido a negativa dos manifestantes teriam começado a atirar a queima-roupa contra os alunos. Vários vídeos foram gravados por populares com cenas de truculência de diversos PMs.

olhar direto

Regionais : Dom Pedro Casaldáliga lamenta chacina de Colniza e afirma que governo Temer está em 'posição de guerra contra os pobres'
Enviado por alexandre em 22/04/2017 18:34:15


O bispo Dom Pedro Casaldáliga, morador de São Félix do Araguaia que participou, na década de 70, da criação da Comissão Pastoral da Terra expressou sua indignação com a chacina que aconteceu na última quinta-feira (20), na Gleba Taquaruçu, município de Colniza. Em nota, enviada pela Prelazia de São Félix do Araguaia, seus agentes de pastoral, seu bispo dom Adriano Ciocca Vasino e Casaldáliga, ele lamentou que “Vivemos um clima de “Terra sem lei”, uma verdadeira guerra civil em nosso país”.

A prelazia entitulou a nota de ‘Em Mato Grosso o campo jorra sangue’, e fez questão de criticar o cenário político atual. “Este massacre acontece num momento histórico de usurpação do poder político através de um golpe institucional, com avanços tão graves na perda de direitos fundamentais para o povo brasileiro que coloca o governo do atual presidente Temer numa posição de guerra contra os pobres, isso refletido de forma concreta nos projetos, como as Medidas Provisórias 215 e 759, que violam direitos dos povos do campo e comunidades tradicionais, como também no acirramento do cenário de violações contra as/os defensores de direitos humanos”, diz parte da nota.

Além disso, eles lembraram de outras tragédias que aconteceram no estado de Mato Grosso pelos mesmos motivos, e rememoraram que a região da Gleba Taquaraçu sofre violência desde 2004, há 13 anos. “Neste período, em decisão judicial, a Cooperativa Agrícola Mista de Produção Roosevelt ganha reintegração de posse concedida pelo juiz de Direito da Comarca de Colniza, como anunciada na Nota da Comissão Pastoral da Terra, de 20 de abril deste ano. Em 2007, ao menos 10 trabalhadores foram vítimas de tortura e cárcere privado e, neste mesmo ano, três agricultores foram assassinados”.

Por fim, a nota pede justiça e lembra que, nesta semana, é lamentado também o massacre de Eldorado dos Carajás, que aconteceu em 17 de abril de 1997. “(...) somos surpreendidos por outro massacre no campo, que quer amedrontar, calar as vozes e submeter a dignidade do povo brasileiro”.

Dom Pedro Casaldáliga nasceu na Espanha e foi ordenado bispo em 1971. Desde 1968 vive no Brasil ajudando os pobres. Ele foi um dos fundadores do Conselho Indigenista Missionário, na década de 70, e participou também da criação da Comissão Pastoral da Terra. Foi perseguido pela ditadura, sofreu ameaças de extradição e atentados por defender a teologia da libertação. Atualmente, aos quase 89 anos, o bispo vive em São Félix do Araguaia e, por conta do mal de Parkinson, anda de cadeira de rodas.

A chacina na Gleba Taquaraçu aconteceu na manhã da última quinta-feira (20), e na sexta (21) foram confirmadas nove mortes, sendo três pessoas de Rondônia e três de Guariba.

Leia a íntegra da nota:

EM MATO GROSSO O CAMPO JORRA SANGUE

A Prelazia de São Félix do Araguaia, em reunião com suas/seus agentes de pastoral, seu bispo dom Adriano Ciocca Vasino e o bispo emérito dom Pedro Casaldáliga, na cidade de São Félix do Araguaia - MT, manifesta sua dor, indignação e solidariedade com as famílias assassinadas na Gleba Taquaruçu, município de Colniza – MT, no dia 20 de abril.

Este massacre acontece num momento histórico de usurpação do poder político através de um golpe institucional, com avanços tão graves na perda de direitos fundamentais para o povo brasileiro que coloca o governo do atual presidente Temer numa posição de guerra contra os pobres, isso refletido de forma concreta nos projetos, como as Medidas Provisórias 215 e 759, que violam direitos dos povos do campo e comunidades tradicionais, como também no acirramento do cenário de violações contra as/os defensores de direitos humanos. Diversos políticos expõem abertamente seus discursos de ódio e incitação à violência contra as comunidades que lutam pelos seus direitos. Vivemos um clima de “Terra sem lei”, uma verdadeira guerra civil em nosso país.

Como consequência, o ano de 2016 foi o mais violento dos últimos 13 anos, apontando para uma perspectiva desoladora no campo. E esta situação de Colniza, onde assassinaram inclusive crianças, nos expõe diante dos objetivos de ruralistas que não temem nada para conseguir as terras que buscam.

As famílias de agricultores da Gleba Taquaruçu vêm sofrendo violência desde o ano de 2004. Neste período, em decisão judicial, a Cooperativa Agrícola Mista de Produção Roosevelt ganha reintegração de posse concedida pelo juiz de Direito da Comarca de Colniza, como anunciada na Nota da Comissão Pastoral da Terra, de 20 de abril deste ano. Em 2007, ao menos 10 trabalhadores foram vítimas de tortura e cárcere privado e, neste mesmo ano, três agricultores foram assassinados.

Como estão, neste momento, as famílias que vivem em Colniza? O município já foi considerado o mais violento do país. Sabemos que na região existem outros conflitos de extrema gravidade, como o da fazenda Magali, desde o ano 2000, e o conflito na Gleba Terra Roxa, desde o ano de 2004. A população teme que outros massacres possam acontecer.

Clamamos justiça e que os autores desses crimes sejam processados e punidos. A conseqüente impunidade no campo, fruto da omissão dos órgãos públicos, perpetua a violência.

Na semana em que lamentamos o massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1997, que vitimou 19 lutadoras e lutadores do povo, somos surpreendidos por outro massacre no campo, que quer amedrontar, calar as vozes e submeter a dignidade do povo brasileiro.

Temos a certeza que o massacre ocorrido jamais roubará os sonhos e as esperanças do povo. E jamais calará a voz das comunidades que lutam.

O sangue dos mártires será sempre semente de JUSTIÇA e VIDA!

São Félix do Araguaia, 21 de abril de 2017

Regionais : Ex-prefeito é preso por posse de armas, munição e até couro de onça
Enviado por alexandre em 22/04/2017 18:25:02


Um fuzil, dez espingardas, dois revólveres e muita munição foram encontrados durante a operação ‘Bairro Seguro’, realizada pela Polícia Judiciária Civil (PJC) em Ribeirão Cascalheira, a 900km de Cuiabá. Além das armas, também foram apreendidos dois couros de onça.

De acordo com informações da assessoria da PJC, o trabalho foi desenvolvido na última semana, por 23 policiais civis e 25 policiais militares. Foram presas sete pessoas em flagrante, tanto na área urbana quando na zona rural.

Welber Batista Franco, delegado regional de Água Boa, contou que o fuzil, oito espingardas, um revólver, boa parte das munições e os couros foram encontrados dentro do tanque de um caminhão de transporte de combustível, na cidade.

Ele afirma que as armas pertencem a um ex-prefeito do município, que foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma e munições de uso permitido e restrito e por crime ambiental.

No total, foram apreendidos: um Fuzil 7 mm; dez espingardas calibres 12, 22, 32, sendo três modelos de pressão 5.5; dois revólveres calibres 22 e 38; 129 munições de calibres 38, 32 e 22, e outras 53 munições de fuzil 7 mm.

Também foram encontradas peças de armas, entre elas coronhas e canos de vários calibres; acessórios, entre eles capa baleira e luneta; outros acessórios diversos para recarga de cartuchos; uma porção de substância análoga a maconha; um couro de onça pintada e um couro de onça parda.

Na zona rural foram apreendidos duas espingardas e um revólver. Duas pessoas foram autuadas por posse ilegal de arma de fogo e munições. Os demais conduzidos à Delegacia responderam por crimes diversos como tráfico de drogas e casa de prostituição.

olhar direto

Regionais : Diretora do Sebrae anuncia prêmio de R$55 milhões para projetos de turismo inteligente Rondônia está inserido
Enviado por alexandre em 22/04/2017 18:19:56


A diretora técnica do Sebrae, Heloísa Menezes, que palestrou no primeiro dia de feira, na quinta (20), deu uma dica ao trade turístico local: estão abertas as instrições para um projeto que vai investir R$55 milhões em 70 projetos de turismo inteligente de dezenove estados brasileiros.

De acordo com a diretora, o objetivo é possibilitar que os pequenos negócios tenham soluções tecnológicas inovadoras e estruturas diferenciadas. As inscrições para participar do ‘Desafio Inovação do Turismo Inteligente – Competição de ideias e Startups’ vai até o dia 08 de agosto.

Além disso, Heloísa fez um panorama do turismo atual e suas principais tendências. Dentre elas, por exemplo, está a vontade de ter cada vez mais informações. “O mundo digital está revolucionando o turismo. Hoje, quem busca viajar pesquisa na internet, quer ver fotos, vídeos, comentários, quanto mais informação mais o destino se torna atrativo. É tudo uma questão de marketing bem feito e excelência no atendimento, pois, do mesmo jeito que o cliente escolhe ir, se tiver uma experiência negativa, além de não voltar, ainda poderá publicar suas críticas negativas de modo a interferir em futuras escolhas dos viajantes. E assim, vai se formando uma cadeia mundial, e, é assim, que lugares cada vez menos ‘badalados’ vem conquistando cada vez mais público”, explicou na palestra.

De acordo com a assessoria da feira, ela também citou uma pesquisa realizada pela GEM Brasil, em 2015, que mostrou que quase 50% dos entrevistados de 18 a 64 anos tem como maior sonho viajar pelo Brasil. Este desejo vence, por exemplo, de ter um carro ou casa própria. “Isso tudo só corrobora com o que acreditamos ser a consolidação do turismo como uma modalidade social poderosíssima que vem transformando as realidades. Viajar é um sonho e, para quem pensava que os brasileiros preferem o exterior, percebe que a verdade é outra”.

Heloísa alertou, ainda, que os empresários e profissionais precisam se atualizar para acompanhar a demanda. “A grande tendência mundial é vivenciar experiências, realizar sonhos. Quanto mais subsídios a agência tiver no sentido de oferecer emoções, mais será fácil fechar negócios. Os pacotes precisam inspirar e encantar”, defendeu.

Por fim, ela defendeu que é preciso investir em destinos que facilitam a interação e integração dos visitantes, já que os viajantes de hoje estão interessados em buscar interação com as comunidades, querem ouvir as histórias, conhecer os costumes, frequentar os lugares que quase ninguém conhece, querem afeto, atenção, mais silêncio e conexão com a natureza.

FIT Pantanal

A Feira Internacional do Turismo do Pantanal (FIT 2017) é promovida pelo Governo do Estado de Mato Grosso e o Sindicato das Empresas de Turismo/Sindetur, e conta com a parceria da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Mato Grosso (ABIH-MT) e a Associação Brasileira de Agências de Viagens de Mato Grosso (ABAV-MT). Também recebe o apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT), Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP) e Serviço de Aprendizagem Comercial de Mato Grosso (Senac-MT).

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