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Regionais : SEM CONSTRAGIMENTO – Irmãos Carvalho curtem balada vip no Rock in Rio
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:43:44


Criados em uma realidade muito distante da qual grande parte parte de seu próprio eleitorado foi, os irmãos, Mariana e Mauricio Carvalho, não brincam em serviço quando o assunto é balada, jovens e bem remunerados com seus cargos públicos, os políticos apresentados como a renovação, estão sempre presentes em concorridas festas, sempre aproveitando muito bem o tempo livre.

Mauricio, vereador, e, Mariana, congressista, foram com a família até o Rio de Janeiro para curtir as apresentações de primeira linha do festival Rock in Rio, claro, no camarote.

Em sua página em uma rede social, uma foto foi divulgada sem o menor constrangimento pela deputada Mariana, que até pouco tempo atrás foi apontada por integrar um grupo de deputados federais ávidos por festas em Brasília, figurinhas carimbadas de boates de luxo na capital do país.

Presidente da Câmara Municipal, segundo cargo mais importante da capital rondoniense, Mauricio Carvalho parece saber dividir muito bem seu tempo, mesmo em função vital para o funcionamento administrativo e político da cidade pode se dar ao prazer relaxar fora do estado em pleno período de atividades legislativas, já que é “dia de rock bebê”.

Dessa forma, a comunidade rondoniense segue sedenta por representantes públicos que se entreguem ao serviço defendendo os cidadãos em casos como os constantes apagões em todo o estado e a criminosa falta de saneamento na cidade de Porto Velho, que levam pessoas que vivem à baixo da linha da miséria à conviverem com fezes, urina, animais podres e lama, tudo ao seu redor, uma realidade bem diferente da vivida pelos irmãos Carvalho.

Fonte: JH Notícias

Regionais : Em Rondônia, policial civil denuncia perseguição à sua família
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:40:56


O agente da Polícia Civil do estado de Rondônia, Jesus Silva Boabaid, denunciou através de sua página pessoal no Facebook, que vem sendo alvo de forte perseguição política, isso em decorrência de seu irmão, Jesuíno Boabaid, exercer o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do estado de Rondônia.

De acordo com o policial, desde a posse de seu irmão, ele e sua família vem sofrendo uma forte pressão de pessoas envolvidas com a política e imprensa no estado, tudo isso, culminando em uma denúncia no Ministério Publico Estadual onde alegaram que o Poder Executivo rondoniense teria concedido um “favor” ao seu irmão parlamentar para encaixa-lo na cadeira de delegado do estado. Para deixar a situação ainda mais constrangedora, veículos de comunicação estamparam a sua foto em manchetes que dariam a entender que a denuncia seria verdadeira, trazendo transtornos irreversíveis para sua família.

Jesus Boabaid considerou a denuncia um absurdo, uma alternativa desesperada de pessoas que não conseguem relacionar qualquer membro de sua família em nenhum ato de corrupção dentro do estado, e por isso, se utilizam desses subterfúgios para tentar manchar a honra de seus familiares. O policial afirmou que veio de família simples, e como todo filho de pobres trabalhadores se empenhou na vida na tentativa de conseguir algo melhor.

Graduado em Direito o policial civil Jesus Boabaid já foi aprovado em concursos públicos concorridos como para o cargo de Oficial de Justiça do estado de Rondônia e o temido Exame da Ordem dos Advogados, Seccional Rondônia, tudo de acordo com ele, através de muito suor e dedicação, sabendo valorizar o ensinamento passado e vivenciado entre seus familiares.

Em 2014 passou no concurso para Delegado da Polícia Civil, o que de acordo foi um sonho realizado após muito empenho.´

“Dediquei grande parte da minha vida aos estudos, sempre tive o desejo de desempenhar um papel dentro da segurança pública, fui aprovado para Agente de Polícia Civil, onde presto meu trabalho há mais de doze anos. Após quatro anos de muita luta para terminar e bancar minha faculdade de Direito prestei concurso para delegado, isso bem antes do meu irmão pensar em sair candidato para qualquer cargo, uma denuncia como essa é uma afronta à minha família, composta por pessoas honradas, que sempre lutaram honestamente para ter algo melhor na vida”, desabafou o policial Jesus Boabaid.

Sobre as medidas que deverão ser tomadas em decorrência da denuncia, o policial já garantiu que todas as ações serão realizadas para apresentar as provas que relatem a verdade de seu ingresso no cargo de delegado, porém, ele ainda afirmou ter ciência que sua família continuará sendo alvo de ataque de pessoas ruins, ainda mais com a proximidade do período eleitoral, mas afirmou que mesmo assim continuará firme.

“Se hoje estou na eminência de ser convocado para o Curso de Formação ao Cargo de Delegado de Polícia Civil, não é por conchavos, ou influência de um Parlamentar, mas por obediência a um Edital, por competência de uma Instituição séria compostas por pessoas probas, sérias e comprometidas com a Lei e a Ordem. Infelizmente, pessoas que não lograram êxito, hoje estão embarcando num ataque feroz por puro egoísmo e maldade”, disse Jesus Boabaid.

A denuncia deve ser apurada pelo Ministério Público e caso não seja apresentada nenhuma prova, deverá ser arquivada.

Fonte: JH Notícias

Política : AINDA FALTA
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:36:26


Mais da metade do quadrilhão do PMDB já está presa

Ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez), e o ex-assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures, o 'homem da mala da JBS', foram capturados pela Polícia Federal ao longo de quase um ano

Da esquerda para a direita: Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures. Fotos: Dida Sampaio, Ed Ferreira/Estadão

O Estado de S.Paulo - Julia Affonso e Luiz Vassallo

Quatro dos sete acusados pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot de integrarem o ‘quadrilhão’ do PMDB – supostamente liderado pelo presidente da República – já estão atrás das grades. São eles: os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez) e o ex-assessor especial de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’.

Houve um tempo em que os quatro desfrutaram de poder e prestígio político em Brasília até que, ao longo do último ano, foram tirados de circulação pela PF no bojo de operações distintas, todas deflagradas para combater corrupção e lavagem de dinheiro – Lava Jato, Manus, Pátmos e Tesouro Perdido.

Contra Temer e seus aliados históricos, Janot afirma que a liderança do ‘quadrilhão’ era exercida pelo presidente.

Também fazem parte do grupo, segundo a acusação, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República).

Todo o ‘quadrilhão’ foi denunciado por organização criminosa na última flechada de Janot, que encerra seu segundo mandato neste domingo, 17.

Eduardo Cunha foi o primeiro integrante do ‘quadrilhão’ a ser capturado. Em 19 de outubro de 2016, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, o peemedebista foi preso na Asa Sul, em Brasília, e levado a Curitiba.

O ex-deputado já foi condenado por crimes de corrupção, de lavagem e de evasão fraudulenta de divisas a 15 anos e 4 meses de prisão na Lava Jato. O peemedebista foi sentenciado em ação penal sobre propinas na compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobrás, em 2011.

A prisão de outros dois protagonistas do ‘quadrilhão’ ocorreu em um período de três dias, este ano.

Em 3 de junho, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’, foi capturado preventivamente por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo.

No dia 6, Henrique Alves foi levado pela Polícia Federal, aos gritos de ‘ladrão’ e ‘safado’, na Operação Manus por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Arena das Dunas, em Natal.

Loures é o ‘homem da mala preta’. Em abril, a Polícia Federal filmou, em ação controlada autorizada pela Corte, Loures saindo apressado do estacionamento de uma pizzaria em São Paulo. Na mão direita, uma mala recheada com R$ 500 mil em propinas da JBS.

A prisão de Loures foi substituída, em 30 de junho, por uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno (das 20 às 6 horas) e também aos sábados, domingos e feriados. O homem da mala e Michel Temer foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva em 26 de junho. A acusação foi rejeitada pela Câmara dos Deputados em agosto.

Henrique Alves continua preso. O ex-deputado é acusado de receber propina por meio de doações eleitorais oficiais e não oficiais, entre 2012 e 2014, em troca de favorecimento a empresas de construção civil, como a OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia.

O peemedebista foi ministro do Turismo do Governo Temer por pouco mais de um mês. Em junho do ano passado, Henrique Alves deixou o cargo após ser citado na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, que declarou ter repassado ao ex-deputado R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014. Henrique Alves também foi ministro do Turismo de Dilma.

O último peemedebista do ‘quadrilhão’ a ser preso foi Geddel Vieira Lima. O ex-ministro de Temer e Lula foi capturado duas vezes em dois meses por ordem juiz federal da 10ª Vara, Vallisney de Oliveira.

Em 3 de julho, Geddel foi levado pela PF em caráter preventivo por supostamente tentar atrapalhar as investigações da Operação Cui Bono?. A ação investiga irregularidades cometidas na vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo aliado de Temer.

Geddel ficou preso pouco mais de 1 mês. Por ordem do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em 13 de julho, o peemedebista foi mandado para casa. Sem tornozeleira eletrônica, porque o equipamento não estava disponível na Bahia.

A prisão domiciliar de Geddel foi encerrada em 8 de setembro. Três dias antes, a Polícia Federal havia encontrado a fortuna de R$ 51 milhões em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador. O dinheiro estava armazenado em caixas e malas dentro do bunker atribuído a Geddel. Nas cédulas, a PF identificou as digitais do peemedebista. Geddel está agora no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

O ‘quadrilhão’ do PMDB arrecadou R$ 587 milhões em propina, segundo a denúncia de Janot. Valores teriam sido arrecadados na Petrobrás, em Furnas, na Caixa Econômica Federal, no Ministério da Integração Nacional, no Ministério da Agricultura, na Secretaria de Aviação Civil e na Câmara dos Deputados.

“Os crimes praticados pela organização geraram prejuízo também aos cofres públicos. Nesse sentido, em acórdão lavrado pelo TCU, estimou-se que a atuação cartelizada perante a Petrobrás implicou prejuízos à estatal que podem ter chegado a R$ 29 bilhões”, afirma o procurador-geral.

COM A PALAVRA, CEZAR BITENCOURT, QUE DEFENDE RODRIGO ROCHA LOURES

“Rodrigo Rocha Loures não participou de nenhum acordo de pagamento ou recebimento de propinas atribuído ao PMDB da Câmara.Rodrigo era apenas um assessor pessoal do Presidente e não tinha nenhuma intervenção em atividades financeiras, ao contrário da recente denúncia contra o PMDB da Câmara. A defesa repudia veemente mais uma denúncia leviana de Rodrigo Janot!!!”

COM A PALAVRA, DANIEL GERBER, QUE DEFENDE ELISEU PADILHA

Sobre a denúncia por organização criminosa feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal, contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Daniel Gerber que defende o ministro afirma: “Entendo como equivocada o oferecimento de uma denúncia com base em delações que estão sob suspeita, mas iremos demonstrar nos autos a inexistência da hipótese acusatória”.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO DELIO LINS E SILVA JÚNIOR, QUE DEFENDE EDUARDO CUNHA

Sobre a nova denúncia oferecida pela PGR, a defesa de Eduardo Cunha tem a dizer que provará no processo o absurdo das acusações postas, as quais se sustentam basicamente nas palavras de um reincidente em delações que, diferentemente dele, se propôs a falar tudo o que o Ministério Público queria ouvir para fechar o acordo de colaboração.

COM A PALAVRA, MICHEL TEMER

O procurador-geral da República continua sua marcha irresponsável para encobrir suas próprias falhas. Ignora deliberadamente as graves suspeitas que fragilizam as delações sobre as quais se baseou para formular a segunda denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. Finge não ver os problemas de falta de credibilidade de testemunhas, a ausência de nexo entre as narrativas e as incoerências produzidas pela própria investigação, apressada e açodada. Ao fazer esse movimento, tenta criar fatos para encobrir a necessidade urgente de investigação sobre pessoas que integraram sua equipe e em relação às quais há indícios consistentes de terem direcionado delações e, portanto, as investigações. Ao não cumprir com obrigações mínimas de cuidado e zelo em seu trabalho, por incompetência ou incúria, coloca em risco o instituto da delação premiada. Ao aceitar depoimentos falsos e mentirosos, instituiu a delação fraudada. Nela, o crime compensa. Embustes, ardis e falcatruas passaram a ser a regra para que se roube a tranquilidade institucional do país. A segunda denúncia é recheada de absurdos. Fala de pagamentos em contas no exterior ao presidente sem demonstrar a existência de conta do presidente em outro país. Transforma contribuição lícita de campanha em ilícita, mistura fatos e confunde para tentar ganhar ares de verdade. É realismo fantástico em estado puro. O presidente tem certeza de que, ao final de todo esse processo, prevalecerá a verdade e, não mais, versões, fantasias e ilações. O governo poderá então se dedicar ainda mais a enfrentar os problemas reais do Brasil.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

Mais Notícias : Sem reforma, Supremo pode barrar coligações
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:33:28

Sem reforma, Supremo pode barrar coligações

Postado por Magno Martins

O Globo

Os parlamentares costumam fazer críticas ao que consideram interferência do Judiciário em assuntos do Legislativo, mas a reforma política poderá ser o próximo assunto que acabará nas mãos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por falta de ação dos próprios deputados. O alerta foi feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, em encontros com congressistas para tratar da votação da reforma política pela Câmara. O tema que poderá migrar do Legislativo para o Judiciário é o que trata das coligações entre os partidos nas eleições proporcionais.

Essa é considerada uma das principais disfunções do sistema eleitoral brasileiro, uma vez que os eleitores escolhem para representá-los na Câmara deputados de uma linha ideológica e podem acabar elegendo outros, com bandeiras muito distintas. Em 2010, por exemplo, os eleitores de São Paulo que votaram em Tiririca (PR) para deputado acabaram ajudando a eleger Protógenes Queiroz (PCdoB). Além disso, a avaliação majoritária hoje no STF é que as coligações partidárias foram focos de irregularidades apontadas pelas próprias investigações da Lava-Jato e que não seria possível manter o atual sistema na eleição de 2018.

O caso seria discutido usando uma brecha em ação já em análise no STF, caso a Câmara não consiga avançar na votação da reforma política. O alvo é uma ação ajuizada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que trata da distribuição das vagas decididas pelo atual modelo.

Posse: desafeto Janot não vai, mas Gilmar estará lá



Crítico de Janot, o ministro Gilmar Mendes participará da posse de Dodge nesta segunda (18). O presidente Michel Temer fará um discurso rápido antes de embarcar para os EUA.

Em sessão no TRF 1, o procurador José Alfredo de Paula Silva, que vai assumir a coordenação da Lava Jato em Brasília, afirmou que a atuação de Raquel Dodge, nova chefe do MPF, será marcada pela discrição. Segundo ele, o órgão “não pode querer ser um ator da agenda política”.

“Não é nosso papel. Nós já temos poder demais com o que fazemos. A nossa responsabilidade é muito grande para que queiramos amplificá-la indevidamente”, disse Paula Silva.

A vida é um sutiã, meta os peitos!



Os zumbis vermelhos disseminam a “ideologia de gênero” tipo uma seita de fanáticos para insultar a sociedade, subverter as leis da ciência e promover a desordem moral. Esta é a ira do Profeta Adalbertovsky: “Os zumbis reverenciam como guru espiritual o Sapo Safadão, aliás, Sapo Sapiens. Um dos lances mais ousados, ou cínicos, dos zumbis vermelhos é a chamada ideologia de gênero. Eles querem revogar os cromossomos genéticos que definem machos e fêmeas.

“Todíssimas as criaturas possuem um sexo de nascença. Assim são fabricados os ovários, a próstata, as glândulas mamárias, as genitálias côncavas e convexas. São as leis da natureza. Os “revolucionários” da ideologia de gênero dizem que as criaturas nascem assexuadas, feito os vegetais, e só depois de taludos poderão decidir se desejam ser um marmanjo do sexo masculino, ou do sexo feminino, fêmea masculina, flex, duplex ou triplex.

“Deus pôs alma nos cedros, nos junquilhos”, disse o bem-aventurado poeta Augusto dos Anjos, dos pecadores e das árvores da Serra da Borborema. O sábio francês Blaise Pascal ensinou: “O homem é um caniço pensante”. Se fosse um sertanejo diria: “O homem é um mandacaru pensante”, ou “um alto coqueiro pensante”. Não diria que é um pé-de-cana de açúcar pensante porque este é um vegetal reacionário a serviço dos usineiros da Zona da Mata.

“A ideologia de gênero veio de longe. Nos anos 1960, na França, uma mulher griladíssima chamada Simone de Beauvoir um dia acordou de ovo virado e lançou uma ideia pirada: ninguém nasce mulher, a gente se faz mulher. A moda naquele tempo era queimar sutiãs. A galera feminista delirou, delirou e houve uma fogueira de sutiãs. Joaquim Francisco, o filósofo de Macaparana, costuma dizer: “A vida é um sutiã, meta os peitos!” A crônica do Profeta Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.

Mais Notícias : Já descrentes, aliados do PT procuram substituto de Lula
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:31:38

Já descrentes, aliados do PT procuram substituto de Lula

Postado por Magno Martins

No reflexo mais explícito do estrago que a ofensiva judicial fez às pretensões do ex-presidente Lula, o PC do B, parceiro histórico do PT em eleições nacionais, decidiu iniciar consulta aos seus dirigentes para buscar uma alternativa para 2018. A decisão foi tomada após uma série de reuniões ao longo da última semana. O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro alastrou a sensação de que o petista não conseguirá ser candidato. E a sigla quer ter o próprio plano B até novembro.

Integrantes da legenda estão divididos sobre o movimento, mas ele foi deflagrado. Não haverá gesto hostil a Lula. Se ele puder concorrer, a aliança está assegurada — o problema, dizem, é que cada vez menos gente dentro e fora do PT acredita nessa possibilidade.

O recente ataque de Ciro Gomes (PDT-CE) a Lula foi um outro sintoma do movimento de desagregação da esquerda. Em revide, o PT afirma que, ao partir para cima do petista, o pré-candidato do PDT ao Planalto minou as chances de uma aliança caso o ex-presidente não possa ser candidato. Integrantes de movimentos sociais ligados ao PT dizem que o gesto aumentou a rejeição a Ciro. (Painel – Folha de S.Paulo)

Caravana: apesar de Palocci, Lula insiste em voltar



Apesar de Palocci, Lula segue em agenda de candidato. Nesta semana, o PT formará uma comissão para definir detalhes da caravana de Lula por Minas Gerais, em outubro.

Enquanto isso, Geraldo Alckmin tem feito uma série de conversas com economistas. A mais recente foi com Joaquim Levy, ministro da Fazenda de Dilma Rousseff e atual diretor financeiro do Banco Mundial. O governador tem encontro agendado na Casa das Garças, no Rio.

Alckmin esteve também com o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e Eduardo Giannetti da Fonseca, que assessorou a ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência.(Painel FSP)

Em PE, o PMDB minguou

Os aliados de Jarbas Vasconcelos promovem, hoje, um ato de desagravo contra a decisão do PMDB nacional de interferir na executiva estadual, passando o seu controle para o senador Fernando Bezerra Coelho. Independentemente do que o grupo do senador possa fazer, o fato é que o PMDB em Pernambuco encolheu na última década, atingindo patamares que não refletem a grandeza nacional da legenda. Os números falam por si mesmos.

Em 2006, último ano da segunda gestão de Jarbas Vasconcelos, o partido elegeu três deputados federais: Carlos Eduardo Cadoca, Raul Henry e Edgar Moury Fernandes. Quatro anos mais tarde, o mesmo Jarbas disputaria sua quarta eleição para governador. O PMDB saiu das urnas como o grande derrotado em nível estadual, conseguindo eleger apenas um representante para a Câmara Federal, entre as 25 vagas existentes.

Já em 2012, aliado à Frente Popular, Jarbas tentou eleger o filho vereador do Recife. Mesmo tendo sido prefeito da cidade por duas vezes, não conseguiu sucesso eleitoral. Em 2014, mais um desempenho pífio, com a eleição de um único deputado federal, exatamente Jarbas. O PMDB de Pernambuco, que sempre teve uma forte presença metropolitana e já chegou a contar com as prefeituras de Recife, Olinda, Jaboatão e Paulista, minguou na cena política.

No ranking das prefeituras estaduais está na quinta posição, atrás de legendas como PR, PSD e PTB. Entre as principais cidades da RMR apresentou candidato apenas em Olinda, o deputado estadual Ricardo Costa, onde contou com míseros 3,91% dos votos. Uma distância abissal em relação ao desempenho nacional do PMDB, que ficou no segundo lugar no ranking brasileiro.

Tudo isso comprova que o PMDB de Pernambuco está em declínio. Do ponto de vista eleitoral, o desempenho dos atuais peemedebistas é notoriamente insuficiente. Não passa hoje de um satélite do PSB cujo propósito na reação à chegada de Fernando Bezerra e seu grupo é o de apoiar a reeleição do governador Paulo Câmara, exercitando, portanto, a posição de satélite socialista. Muito pouco para uma sigla do tamanho do PMDB.

DESAGRAVO– Amigos e admiradores do deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) estão organizando, hoje, no Empresarial JCPM, às 18h, um ato de desagravo ao parlamentar, punido pelo partido por ter votado pelo prosseguimento das investigações contra o presidente Michel Temer. Com isso, acabou perdendo o controle do PMDB em Pernambuco para o senador Fernando Bezerra Coelho. O governador Paulo Câmara (PSB) confirmou presença no ato. Na convocação, é dito que a “atuação séria, coerente e transparente na política de Pernambuco e do País” de Jarbas não pode ser “desrespeitada”.

A cata de aliados – Mesmo sem ter a certeza de que vencerá a batalha contra o grupo jarbista, o senador Fernando Bezerra Coelho faz movimentação de pré-candidato a governador para atrair forças das mais diversas tendências para o seu palanque. Na sexta-feira passada, além de ter uma longa conversa com o prefeito do Cabo, Lula Cabral, que é do PSB, mas não está satisfeito na legenda, recebeu no seu escritório político no Recife o prefeito de Agrestina, Thiago Nunes (PMDB), que que saiu de lá informando que a pauta seria administrativa, mas, na verdade, está ligada ao pleito de 2018.

Violência em Caruaru– O deputado Wolney Queiroz, presidente estadual do PDT e o seu pai José Queiroz, ex-prefeito de Caruaru, foram, ontem, ao governador Paulo Câmara relatar o drama da violência no município e pedir rigor na apuração do episódio em que o apresentador da TV Asa Branca, Alexandre Farias, foi vítima de bala perdida quando voltava para casa. Socorristas do SAMU também foram atingidos na perseguição entre bandidos e polícia. “O governador se comprometeu a anunciar nos próximos dias medidas de emergência e de grande impacto para combater a violência”, afirmou Wolney.

Com Sarney– O presidente Michel Temer chamou, ontem, o ex-presidente José Sarney no Palácio do Jaburu para discutir o cenário político em meio à segunda denúncia de Rodrigo Janot contra o presidente e a cúpula do PMDB. A conversa ocorreu após Temer se reunir nos últimos dois dias com aliados e advogados, em São Paulo e em Brasília, para discutir a estratégia jurídica contra a nova denúncia por obstrução de justiça e organização criminosa. Temer se aconselha com Sarney desde que assumiu a presidência e passou a enfrentar graves crises políticas.

Homem-bomba – Sob a ótica de amigos do presidente Michel Temer – que hoje dividem com ele a acusação de integrar uma organização criminosa – Geddel Vieira Lima vai delatar. Mas, se falar, vai delatar o quê? E quem? Geddel Vieira Lima é descrito por aliados como um político que aponta o dedo sempre que está encurralado em alguma situação delicada, no melhor estilo "eu posso até ter feito, mas ele também fez". Estratégia parecida com a de outro ex-político encrencado – e hoje preso – Eduardo Cunha. Quando Cunha estava na iminência de perder o mandato, encontrou-se com Michel Temer, então presidente em exercício, para pedir ajuda.

CURTAS

CAMARAGIBE– O senador Armando Monteiro (PTB) participou, ontem, dos desfiles cívicos dos municípios de Camaragibe e São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana. Ao lado dos prefeitos Demóstenes Meira (PTB) e Bruno Pereira (PTB), e dos deputados Jorge Corte Real (PTB) e Júlio Cavalcanti (PTB), o líder petebista acompanhou as comemorações e destacou a importância de exaltar o espírito patriótico, sobretudo para as futuras gerações. As celebrações marcaram os festejos do Dia da Independência.

POSSE- A nomeada procuradora-geral da República, Raquel Dodge, toma posse, hoje, às 8h. Ela substitui Rodrigo Janot, que deixa o cargo após quatro anos na chefia do Ministério Público Federal (MPF). Inicialmente, a posse estava prevista para às 10h30, mas o horário foi alterado para garantir a presença do presidente da República, Michel Temer, na cerimônia.

Perguntar não ofende: O Palácio treme com uma possível delação de Geddel?

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