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Mais Notícias : Viagem de Temer aos EUA: confabulações finais
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:28:44

Viagem de Temer aos EUA: confabulações finais

Postado por Magno Martins

Da redação, Estadão Conteúdo

O presidente Michel Temer se reuniu na manhã deste domingo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia chegou ao Palácio do Jaburu, residência de Temer, às 10h06, e permaneceu por cerca de 40 minutos, deixando o local pouco antes das 11h.

Ontem, no Palácio do Planalto, Temer se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, além de outros assessores, dando prosseguimento aos preparativos para a viagem a Nova York, a partir de segunda-feira, onde participará da cerimônia de abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Temer também recebeu em seu gabinete o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes.

Mais Notícias : Afastada do PMDB, Katia chama Geddel de bandido
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:28:04

Afastada do PMDB, Katia chama Geddel de bandido

Postado por Magno Martins

Senadora utilizou suas redes sociais para fazer críticas ao correligionário, que foi preso depois de a PF localizar R$ 51 milhões em imóvel atribuído a ele

Do Último Segundo

Afastada de suas atividades partidárias, a senadora Katia Abreu (PMDB-TO) chamou de bandido o seu correligionário Geddel Vieira Lima, preso pela Polícia Federal pela segunda vez no dia 8 de setembro. A provocação foi feita por meio do perfil da parlamentar no Twitter na madrugada deste domingo (17).

Katia Abreu , que foi ministra da Agricultura durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), publicou uma fotomontagem em seu perfil. Nela, continha uma imagem de uma faixa utilizada em uma manifestação, com os dizeres: “pessoas não morrem nas filas dos hospitais! Elas são assassinadas pela corrupção”.

Na mesma montagem, foi colocada uma foto de Geddel e das malas de dinheiro apreendidas pela Polícia Federal no início do mês em um imóvel em Salvador (BA) atribuído ao ex-ministro. Foram encontrados no local cerca de R$ 51 milhões em espécie. A suspeita é de que o dinheiro seja oriundo de propina em esquema na Caixa Econômica Federal, banco do qual o peemedebista já foi vice-presidente de Pessoa Jurídica.

Acima da montagem, a senadora postou a seguinte legenda: “cadeia foi feita para bandido”. Na sexta-feira (15), ela havia dado mais uma declaração polêmica contra outro integrante do governo Michel Temer (PMDB). Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Abreu defendeu que o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, deixe o cargo após ter sido alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal, na semana passada. Ele é suspeito de integrar um esquema de corrupção no Mato Grosso, estado que governou entre 2003 e 2010.

Afastamento

Na última quinta-feira (14), o PMDB anunciou o afastamento da senadora de suas atividades parlamentares por 60 dias. A decisão foi comunicada ao Senado em um documento assinado pelo presidente da sigla, o senador Romero Jucá (RR), que também é envolvido em uma série de escândalos na Justiça.

Mais Notícias : General fala em ação militar; comando repudia
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:27:20

General fala em ação militar; comando repudia



Antonio Hamilton Martins Mourão defendeu intervenção caso crise enfrentada pelo Brasil não seja resolvida pelas próprias instituições

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.

“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Mais Notícias : Governo e oposição: que fará Raquel com as delações?
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:26:18

Governo e oposição: que fará Raquel com as delações?

Postado por Magno Martins

Tales Faria – Blog Poder 360

É grande a expectativa no Planalto e na oposição quanto ao tratamento que Raquel Dodge dará a delações premiadas ainda no forno da Lava Jato. Os dois lados não sabem como a futura procuradora-geral da República tratará do assunto.

Para os colegas, a nova chefe já criticou a forma como o atual procurador, Rodrigo Janot, vinha conduzindo as delações. Ela chegou a anunciar que montará 1 grupo para fiscalizar o cumprimento dos acordos. Mas também tem se declarado uma defensora desse instrumento de investigação.

A procuradora-geral tem dito que, assim que assumir, na 2ª feira (18.set.2017), checará algumas delações acertadas por Janot. Serão revisitados os casos da Odebrecht, do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Parte inferior do formulário

DELAÇÃO DA J&F

Às vésperas de deixar o cargo, Rodrigo Janot anulou as delações de Joesley Batista, principal acionista da J&F (dono do frigorífico JBS-Friboi), e Ricardo Saud, executivo do grupo. O PGR ressaltou que a decisão não impede o uso de provas por eles apresentadas. Em tese, mesmo essa decisão poderá ser revista pela nova comandante da PGR.

DELAÇÕES NA FILA

Após o anúncio de Dodge como procuradora-geral da República, houve uma corrida de advogados para fechar delações premiadas. Há receio sobre como ela se comportará. O operador Lúcio Funaro foi 1 dos que conseguiram. Mas há outros ainda na fila:

Geddel Vieira Lima— preso junto com o ex-ministro, o advogado Gustavo Ferraz iniciou negociações com a Lava Jato. Já informou que pegou em São Paulo uma das malas de dinheiro encontradas no apartamento de Geddel. A PF acredita que, com sua colaboração, Geddel acabará delatando. O Planalto tem calafrios com essa hipótese;

Antonio Palocci— o ex-ministro da Fazenda negocia sua delação há meses. Começou disparando flechadas contra o PT e os ex-presidentes Lula e Dilma. Tem potencial para abrir fogo contra bancos e empresas ainda não arroladas na Lava Jato;

Ricardo Saud— o executivo da JBS é alvo da desconfiança dos donos da empresa desde que o grupo começou a perder os benefícios da delação premiada. Pode entregar todos os passos ainda desconhecidos de Joesley e Wesley Batista;

Eduardo Cunha— espera Raquel Dodge para voltar a negociar. É uma esfinge. Pode ajudar Michel Temer a desmontar a delação do operador Lúcio Funaro. Ou se tornar o tiro de misericórdia contra o Planalto.

Mais Notícias : Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar Dodge
Enviado por alexandre em 18/09/2017 08:21:59

Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar Dodge



Folha de S.Paulo – Camila Mattoso

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, 36, afirma que Rodrigo Janot fez o acordo de delação com a JBS com o objetivo de derrubar o presidente Michel Temer e impedir a nomeação de Raquel Dodge para substituí-lo no comando da Procuradoria-Geral da República.

Ele contou que presenciou uma conversa em que Janot (a quem chama pelo primeiro nome, Rodrigo) afirmou: "A minha caneta pode não fazer meu sucessor, mas ainda tem tinta suficiente para que eu consiga vetar um nome". "Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente", diz. "O Rodrigo tinha certeza que derrubaria", afirma.

Villela concedeu à Folha no sábado (16) sua primeira entrevista após deixar a prisão, no dia 1º de agosto, onde ficou por 76 dias sob suspeita de vazar à JBS informações do Ministério Público. "A desonra dói muito mais que o cárcere", disse.

Alvo da Operação Patmos, de 18 de maio, ele foi denunciado por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e obstrução de Justiça.

Em sua delação, Joesley Batista, a JBS, disse que Villela teria recebido uma "ajuda de custo" de R$ 50 mil por mês para vazar informações. Depois, porém, afirmou não saber se o dinheiro chegava ao procurador.

O advogado Willer Tomaz seria o intermediário. A Polícia Federal monitorou em maio um encontro de ambos com Francisco Assis e Silva, advogado e delator da empresa.

Villela integrava a força-tarefa da Operação Greenfield, que investiga um suposto esquema de uso irregular de recursos de fundos de pensão.

Na entrevista, ele nega ter recebido propina e diz que se aproximou da JBS para negociar uma delação. Relata sua amizade com Janot e afirma que o ex-procurador-geral chamava Dodge de "bruxa" em conversas reservadas.

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