Regionais - Boasafra: Ouro Preto ganha investimento de R$ 10 milhões - Notícias
« 1 (2) 3 4 5 ... 10934 »
Regionais : Boasafra: Ouro Preto ganha investimento de R$ 10 milhões
Enviado por alexandre em 20/02/2017 16:30:05


Roberto Gutierrez - Com um investimento superior a R$ 10 milhões a Boasafra inaugurou hoje (20/02) nova loja na cidade de Ouro Preto do Oeste/RO. São quase 2 mil m² de área construída colocando hoje a unidade de Ouro Preto entre as mais bem estruturadas das 12 lojas que a empresa tem em Rondônia e Acre.A Boasafra existe desde 1978 e é uma iniciativa do empresário Gilberto Bórgio, cujo os empreendimentos se estendem, ainda, à Tratoron New Holland, em Vilhena, unidades secadoras de cereais em Cerejeiras e Ariquemes, e muitas áreas com plantios de soja, milho e braquiária.

Para Gilberto, Rondônia é um Estado diferenciado, por isso justifica o investimento. Foto: Gislaine Bórgio

Gilberto Bórgio explica este investimento ousado, num momento em que o País respira crise econômica, é porque Rondônia é um Estado diferenciado. “Aliás, o setor da agroindústria em Rondônia é a síntese do sonho de qualquer empresário que queira investir. Temos muito a avançar e é por meio do divino trabalho da terra que se faz o sustento da economia de Rondônia e abre caminhos para o equilíbrio de nossa balança comercial”, disse Gilberto ao comentar sobre uma de suas paixões: o projeto Sonho Meu, da Fundação Ji-Cred - cooperativa de crédito da qual ele é um dos sócios fundadores, e que tem dado respostas fantásticas ao bem-estar e a um futuro melhor para centenas de crianças assistidas pela fundação ao logo dos anos.

Festividade

Como parte das festividades de inauguração da Boasafra Ouro Preto, no próximo dia 27 será sorteada uma Honda Cg 125 Fan. Também, no dia 30 de março, será sorteada outra Honda Cg 125 Fan, além de duas caminhonetes pic up Strada no mês de maio durante a realização da Rondônia Rural Show que acontecerá em Ji-Paraná.

Regionais : Senador Raupp repudia importação de café conilon
Enviado por alexandre em 20/02/2017 11:33:24


Senador Raupp repudia importação de café conilon

Estados produtores tradicionais de café estão sendo prejudicados com a medida do governo

"A importação de café conilon será altamente prejudicial para o mercado Rondoniense", declarou o senador Valdir Raupp (PMDB) durante a solenidade de entrega de mudas de café clonais aos produtores de Alvorada D'Oeste no último fim de semana.

O senador criticou duramente à medida que autoriza a importação de um milhão de sacas até maio, com limite de 250 mil sacas por mês do café conilon.

"Nossos produtores e os de Estados com tradição no plantio de café como Espírito Santo e Minas Gerais serão seriamente prejudicados, pois o preço do café já começou a cair, depois do anúncio e os prejuízos podem ser ainda maiores", afirmou Raupp.

O evento organizado pelo governo de Rondônia reuniu o governador Confúcio Moura (PMDB) e lideranças regionais, e foram distribuídas mais de 26 mil mudas de café clonal, além de diversos benefícios ao município.

"Temos feito a nossa parte, estamos incentivando o plantio, entregando máquinas aos produtores, ensinando a melhor maneira para produzir. Agora o governo federal também tem que estar alinhado com essa proposta, e tem que frear esta importação que já tem derrubado o preço do café", disse o governador.

"Marquei uma reunião com o ministro da Indústria, Comércio Exterior nesta terça-feira (21) e convidei toda a bancada federal de Rondônia, para discutirmos essa medida. Não podemos permitir que a importação continue, vamos cobrar uma ação efetiva do Governo", informou o senador.

Assessoria Parlamentar

Regionais : Em tempos de barbárie, mais direitos!!
Enviado por alexandre em 20/02/2017 11:29:49


Em tempos de barbárie, mais direitos!!

Vivemos tempos de barbárie, tempos que nos lembram das piores atrocidades possíveis cometidas na história da humanidade, sendo que algumas destas se reproduzem hoje, em menor escala, mas de forma a nos causar extremos impactos. Vemos dias de atrocidades nos presídios do Amazonas, do Rio Grande do Norte, ou de Roraima, entre outras ocorrências de menores proporções sobre as mesmas questões. Também vemos as atrocidades ocorridas no Espírito Santo nestes últimos dias com a greve da Polícia Militar.

A partir desta série de cenas de violências e crimes ocorrendo, vê-se sempre pedidos sendo realizados nas redes sociais, em programas policiais e outros locais de que se promova o combate destas barbáries com a realização de outras barbáries. Descreve-se a necessidade de deixar presos se matar, apoiar a mortes de possíveis criminosos e incentivar tais tipos de condutas, como a promoção de pena de morte, de necessidade de torturas, práticas lesivas à integridades físicas e mentais ou outros meios de ofensas aos direitos fundamentais do indivíduo.

É claro que vivemos tempos em que a barbárie, entendida esta como a banalização da brutalidade, da violência e das agressões furtivas vivenciadas na sociedade, está cada vez mais latente e vivenciada por todos, que já passam a aceitar com maior normalidade este tipo de conduta. Isso faz com que se relativize a violência e a pregá-la como solução destes atos de barbárie, como meio de combatê-los e de retomar a paz social tanto almejada por todos.

Ocorre que a promoção da barbárie como meio de combate à própria barbárie não se parece um meio muito lógico, eficaz e legal de combate a tais atos de violência generalizada perpetrada por alguns em outros indivíduos da nossa sociedade.

A barbárie é uma forma de se promover a ofensa ao próprio ordenamento jurídico, já que quem assim age está cometendo ilícito, devendo ser impostas as penalidades cabíveis para cada ato prático.

A pacificação da social e a cessação deste tipo de ofensa advinda da barbárie se dá com a promoção de mais direitos, com mais concessão de direitos sociais à população que é atingida por tais ações, aplicando as condutas que a ordem jurídica já descreve tanto para a punição, quanto para evitar a ocorrência de novas situações deste tipo de ofensa generalizada.

A força não tem o condão de evitar a ocorrência de uma grande quantidade de ofensas, mas sim o Direito, como um meio de controle social e de promoção de sanção àqueles que incidem nas condutas que a lei proíbe, que é detentor desta possibilidade.

O direito importa na necessidade de impor meios para a promoção da pacificação entre as pessoas que vivem em certa sociedade, sendo a estas impostas regras de conduta para manutenção da convivência, sendo que o Estado é responsável pela descrição destas normas por via de representantes indicados pelo próprio povo que compõe a sociedade. Assim, descreve-se o Direito como responsável pela manutenção da paz e dos direitos de cada indivíduo desta sociedade.

O povo, então, está unido por um contrato social que os vincula numa sociedade, onde desempenham os todos os papéis descritos neste contrato, sendo agentes do processo de elaboração das leis e de cumprimento destas, como descrito no Contrato Social de Rousseau [1].

Assim, para Rousseau este tipo de barbárie advém da desigualdade, social e econômica, da ausência de acesso aos benefícios descrito pelo Direito e da Justiça, da ausência de devida representação ou preocupação política com os seus problemas, até a supressão de seus direitos fundamentais, o que leva a estes indivíduos ao estado de transgressão, o que colocaria a sociedade em estado de guerra.

A barbárie deve ser combatida, mas não com a promoção de atos de barbaridade, com o simples uso da força na mesma forma das ações que são desenvolvidas, com sanções desmedidas e desarrazoadas, mas sim pela aplicação dos meios que o Direito descreve como necessários para a manutenção da paz social. Neste sentido, Kant [2] vai descrever a importância do direito no processo de impedir a realização de ato de barbárie.

A violência não é meio de se impedir a promoção de atos de violência, atos bárbaros, seria como combater o incêndio colocando mais lenha na fogueira. O meio de se combater tais atos é por via da punição daqueles que promovem estas condutas; pela promoção de políticas e direitos que assegurem a diminuição das desigualdades entre os indivíduos que compõem tal sociedade, tais como a promoção de melhorias na educação, na saúde básica, na busca por oportunidades de empregos, na segurança, entre outras ações públicas necessárias; na promoção da aplicação das normas que descrevem a melhor forma da execução das penas, de forma a permitir promoção da reabilitação daqueles que sofreram sanções.

Assim, a ideia é que o Direito, por meio da aplicação das leis existentes ou na reforma das leis que não se encontram produzindo os resultados necessários, seja aplicado a tais situações de barbárie, pois o que leva a propagação deste tipo de conduta é sensação de impunidade que a não aplicação do Direito nos dá.

[1] ROUSSEAU, Jean Jacques. Do contrato social. São Paulo, Ed. Martin Claret, 2013.

[2] KANT, Immanuel. À paz perpétua. Porto Alegre, Ed. L&PM, 2008.

Sobre o Autor:
Advogado. Doutorando em Direito pela UNESA/RJ. Mestre em História pela PUC/RS e Mestre em D. Internacional pela UAA/PY. Especialista em Direito Processual Civil pela FARO - Faculdade de Rondônia e em D. Processual Penal pela ULBRA/RS. Professor de Hermenêutica Jurídica e D. Internacional da FARO e da FCR - Faculdade Católica de Rondônia. Membro do Instituto de Direito Processual de Rondônia - IDPR. Membro da ABDI - Academia Brasileira de Direito Internacional. Ex-Secretário Geral Adjunto e Ex-Ouvidor Geral da OAB/RO. Presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/RO.

Regionais : Pai de Camacho, do Corinthians, morre em acidente de elevador
Enviado por alexandre em 20/02/2017 11:05:09


Uma tragédia atingiu o volante Camacho, do Corinthians. O pai do jogador, Anízio, morreu em um acidente de elevador na noite deste domingo, no Rio de Janeiro, na casa da família. A informação foi confirmada pela assessoria pessoal do jogador, que foi titular na vitória por 1 a 0 sobre o Audax, neste sábado.
Além de Anízio, estavam no elevador a mãe e o irmão de Camacho, que é paraplégico – o elevador em casa servia para facilitar a locomoção. O equipamento despencou, e Anízio não resistiu aos ferimentos causados pela queda.

A mãe de Camacho, Rita, e o irmão, Leonardo, estão hospitalizados. Ela quebrou as duas pernas, enquanto ele teve apenas algumas escoriações pelo corpo. O jogador foi liberado do treino desta segunda para se juntar à família.

Pouco depois do acidente, torcedores corintianos postaram mensagens de apoio nas redes sociais do jogador, principalmente na última foto postada por ele, há uma semana, antes do jogo contra o Santo André. Com os dizeres #ForçaCamacho, os alvinegros demonstraram solidariedade ao volante em um momento difícil da vida pessoal.

O Corinthians também confirmou a informação na manhã desta segunda-feira e postou mensagem em uma rede social:

– #ForçaCamacho. Que o seu pai descanse em paz e que toda a família tenha força pra superar este momento tão difícil.

24horasnews

Regionais : Grupo 'O Boticário' se defende, mas falências de franqueados se espalham pelo país
Enviado por alexandre em 20/02/2017 10:58:10


ParlamentoPB

O Grupo Boticário se posicionou recentemente através de nota em que diz que a crise com o franqueado da Paraíba é pontual. No entanto, em uma rápida busca na internet, encontram-se diversas notícias de casos semelhantes em outros estados.

De acordo com os portais mineiros Diário do Comércio, Leopoldinense e Portalaue, dez franquias fecharam as portas nas cidades de Ipatinga e Coronel Fabriciano. O franqueado Jamilson Maria de Macedo Soares disse que as imposições do Grupo promoveram a descapitalização das lojas e a perdas das mesmas. O empresário completaria 33 anos à frente das lojas em abril cujas unidades faturavam em torno R$ 25 milhões ao ano. Cerca de 100 funcionários foram demitidos.

Em São Paulo, o portal também denominado Diário do Comércio, contou o caso da franqueada Izabel Litieri, dona de 14 lojas há mais de 30 anos e que também está enfrentando uma disputa judicial com o Grupo Boticário. Segundo a matéria, no dia 22 de outubro de 2015, o Grupo Boticário, enviou uma notificação para a franqueada dando um prazo de 20 dias para o fechamento de 14 lojas operadas pela franquia. “Estou vivendo um pesadelo”, disse Izabel, que decidiu entrar com uma ação contra o grupo na 44ª Vara Civil do Fórum Central de São Paulo na tentativa de assegurar a continuidade do negócio.

O Grupo Boticário também criou inimizades no Rio de Janeiro, onde foi proibido pelo desembargador Paulo Sérgio Prestes dos Santos, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de rescindir a relação comercial com um franqueado de Resende, cidade da região do Vale do Paraíba fluminense. A matéria do portal Consultor Jurídico mostra que esta relação comercial também já se estendia por mais de 30 anos, com seis lojas em Resende e nas cidades contíguas de Itatiaia e Porto Real, além de um ponto de venda direta. Este franqueado também recebeu uma notificação do grupo que lhe dava 30 dias para encerrar as atividades das franquias. Indignado, entrou na Justiça a fim de garantir a continuidade do negócio.

Houve também um caso no Mato Grosso do Sul, onde o jornal Correio do Estado conta que duas franqueadas de Campo Grande lutam na Justiça para reduzir o valor dos royalties pagos o Grupo Boticário. Nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a 6ª Vara Cível de Campo Grande é o foro competente para o julgamento das duas ações, que cobram, também, a devolução dos pagamentos indevidos realizados nos últimos cinco anos.

« 1 (2) 3 4 5 ... 10934 »