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Regionais : Governador Marcos Rocha é cobrado pela população de Mirante das Serra

Governador Marcos Rocha é cobrado pela população de Mirante das Serra

A população do município de Mirante da Serra, localizado na região central do Estado, distante cerca de 390km da capital Porto Velho, está cobrando do governador do Estado Marcos Rocha (União Brasil), que o mesmo cumpra com o seu compromisso de acabar com a poeira no mencionado município.

Diariamente, os moradores de Mirante da Serra, sofrem com problemas respiratórios causados por conta da poeira. Isso ocorre em razão da falta de compromisso do governador Marcos Rocha com o povo de Mirante da Serra, compromisso este assumido em cerimônia pública realizada em março deste ano, quando o governador acompanhando do seu secretariado e parlamentares da sua base assinaram o famigerado Programa Thau Poeira.

Com toda hipocrisia que é peculiar da sua personalidade o governador do Estado Marcos Rocha prometeu acabar com a poeira nas ruas da zona urbana de Mirante da Serra, mas o que a população vivencia é o completo descaso do governo de Marcos Rocha com os munícipes que acreditaram em mais uma das inúmeras falácias que o chefe do Poder Executivo Estadual propaga em todo estado de Rondônia.

Com a situação de abandono Mirante da Serra viu o aumento alarmante de doenças respiratórias sendo que as crianças e idosos são os maiores prejudicados. Em tempo a população de Mirante da Serra espera que o governador do Estado Marcos Rocha cumpra com sua palavra empenhada em cerimônia pública e não fique somente no discurso robotizado e enfadonho que Marcos Rocha se especializou.

Veja na integra a matéria da assinatura do Programa Thau Poieira: https://www.alvoradaemacao.com.br/mirante-da-serra-recebe-recursos-do-governo-para-execucao-da-obra-do-projeto-tchau-poeira-governo-na-campo-e-governo-na-cidade/

 

Governador Marcos Rocha firma compromisso com o povo de Mirante da Serra, mas não cumpre com a palavra


Fonte: Alexandre Araujo/www.ouropretoonline.com  

Brasil : O que são e como tomar suplementos alimentares?

Se você faz academia ou pratica qualquer outro tipo de atividade física regularmente, provavelmente, já ouviu falar de alguns suplementos alimentares. Além do whey protein que, talvez, seja o mais famoso de todos, alguns outros produtos como glutamina, creatina e BCAA também costumam chamar a atenção e gerar dúvidas.

 

Afinal, para o que eles servem? Será que preciso tomar tudo isso para ter resultados? Como escolher um bom suplemento? Essas e outras dúvidas sobre glutamina, creatina e BCAA, que são alguns dos produtos mais comuns do mercado fitness, são comuns.

 

Por isso, com a ajuda de especialistas da área de nutrição e treinamento esportivo, montamos uma espécie de guia, pra você entender, de uma vez por todas, o que é glutamina, creatina e BCAA. Confira:

 

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SUPLEMENTOS ALIMENTARES, NA MAIORIA DAS VEZES, NÃO SÃO NECESSÁRIOS

 

E a primeira coisa que você precisa saber antes de comprar um pote de glutamina, creatina, BCAA ou qualquer outro tipo de suplemento, é que, provavelmente, isso não é algo 100% necessário para atingir os seus objetivos.

 

“Se eu consigo fazer uma dieta boa. Comer tudo, me alimentar perfeitamente com os alimentos, eu não preciso suplementar”, explica o assessor esportivo, educador físico e pedagogo, Leandro Twin.

 

MAS, ELES PODEM FACILITAR (E MUITO) A SUA VIDA

 

“Uma laranja tem cerca de 50 mg de vitamina C e eu preciso de 500 mg. Para não ter que chupar dez laranjas, eu tomo um comprimido de 500 mg”, exemplifica Twin. Suplementos, como glutamina, creatina, BCAA e outros são feitos, justamente, para isso. “Usar um nutriente específico de uma forma mais confortável, ou então, sem agregados que podem ser desinteressantes”, completa.

 

Confira, abaixo, o que é, para o que serve e como tomar glutamina, creatina e BCAA – alguns dos suplementos alimentares mais comuns e que geram mais dúvidas.

 

GLUTAMINA

 

Segundo o nutricionista e educador físico, Marcelo Carvalho, a glutamina é uma suplementação que colabora com o equilíbrio das funções orgânicas do indivíduo. Ela ajuda a fortalecer as células do intestino, além de prevenir diarreias e infecções, deixando o sistema imunológico protegido. Portanto, ideal para deixar o corpo protegido de infeções e doenças que podem te afastar do treino. A dosagem ideal costuma ser individual e necessita de uma avaliação profissional.

 

CREATINA

 

“A creatina é muito conhecida, muito popular. Ela ajuda na ressíntese do ADP para ATP – adenosina difosfato para adenosina trifosfato”. Isso significa que o suplemento ajuda a manter os músculos do corpo ativos por mais tempo. Aumentando, por exemplo, a força durante o treino de musculação. Uma boa alternativa para quem quer dar um gás a mais durante a atividade física. Assim como a glutamina, a dosagem ideal pode variar de acordo com o indivíduo.

 

BCAA

 

BCAA é, na verdade, uma sigla que, em português significa: “Aminoácidos de Cadeia Ramificadas”. Ou seja, é um misto de substâncias que conseguem reduzir a fadiga muscular, além de acelerar a recuperação dos músculos após os exercícios.

 

 

“Se engana quem acredita que o BCAA é usado apenas por atletas, ele também é recomendado para pacientes com recuperação muscular mais lenta, como nos casos de cirrose e insuficiência renal. Ele pode ser um aliado em muitas ocasiões, porém, para se obter resultados positivos é importante um acompanhamento de um especialista”, conta o farmacêutico Helder Teixeira, mestre em ciências farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

 

Fonte: Sport Life

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Brasil : Depressão cresce 41% com pandemia

 Apoio é essencial para sair do fundo do poço, conta humorista

Foto: Reprodução

Pesquisa Covitel, da Vital Strategies e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), verificou aumento nos diagnósticos comparando período pré-pandemia.

O humorista Diego Cardoso, de 36 anos, viu "o fundo do poço" durante a pandemia, período em que recebeu o diagnóstico de depressão. Conflitos que ele já vivia e as incertezas em tempos de Covid-19 se juntaram a outros fatores que o levaram para a terapia e a medicação. O quadro de Cardoso reflete um cenário captado por uma pesquisa recente: os diagnósticos depressão cresceram 41% no Brasil entre o período pré-pandemia e o primeiro trimestre de 2022 (entenda mais sobre a pesquisa abaixo).

 

“Todo mundo que diz 'a pandemia me deixou mal', na verdade, já não estava bem antes. Claro que o isolamento tem um poder absurdo na cabeça das pessoas, mas se o alicerce estiver bem-feito, pode cair qualquer peso em cima que não abala", analisa Cardoso.

 

A visão de Cardoso sobre os diagnósticos combina com as análises de especialistas no tema: a depressão é uma doença multifatorial, que em parte é geneticamente determinada, mas que também é influenciada por outras questões "ambientais". (Leia mais em: Depressão: tem cura? Onde buscar ajuda? Veja 8 dúvidas sobre a doença que afeta 11% dos brasileiros)

 

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PESQUISA COVITEL 

 


O levantamento que capturou o aumento de 41% nos casos de depressão no país foi realizado em conjunto pela Vital Strategies e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Divulgada em abril, ela foi batizada de Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia) e sua metodologia baseada em ligações telefônicas para 9 mil pessoas.

 

A intenção foi retratar a magnitude do impacto dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na população adulta. Por isso, entre outros pontos, a pesquisa também apontou o crescimento do uso de cigarros eletrônicos e o aumento do sedentarismo, e mostrou que os jovens e os adultos até a faixa dos 40 anos estiveram entre os mais afetados pelo aumento nos diagnósticos de depressão.

 

CRISE FINANCEIRA E APOIO 


Como ocorreu com muitos brasileiros, o impacto no bolso foi um dos grandes dilemas do período de pandemia para Cardoso. “Acho que a privação financeira foi o ponto principal, porque disso vem todo o resto. A dificuldade de levantar o dinheiro me trouxe coisas negativas", desabafa o comediante que teve sua agenda de shows totalmente cancelada em 2020.

 

Morando sozinho e buscando alternativas para trabalhar, ele passou a dividir seu conteúdo humorístico na internet. "Mudou tudo, eu saí completamente do trabalho físico e fui para o trabalho online e todo mundo fez a mesma coisa, criou um canal e começou a fazer live”, conta. A comédia continuou sendo seu alicerce, contradição que ele julga ter sido um caminho óbvio de se trilhar, mesmo quando a desesperança bateu.

 

“Em meio ao caos, é mais fácil tomar a decisão de querer ser engraçado, você tinha vários profissionais de tudo que é área fazendo coisas que julgavam engraçadas e assim entraram no cardápio de comédia, além dos profissionais veio uma galera absurda fazendo isso", relembra.

 

O aumento repentino de produtores de conteúdo adicionou uma pressão extra na rotina de Cardoso, uma vez que muitos nomes novos surgiram e o público aderiu aos novos rostos que se destacavam. O comediante observa que foi nesse momento em que o on-line, que antes era só uma alternativa, se tornou "um funil onde o mais alternativo não passa".

 

Enfrentando todas essas dificuldades em segredo, ele se isolou ainda mais do que o imposto, se afastando até mesmo do contato virtual que tinha com os amigos. Sua experiência o fez reconhecer que não há a possibilidade de sair da depressão sozinho, seja antes ou depois do diagnóstico.

 

"Não fui nem eu que fui atrás do terapeuta, foi um amigo que trouxe até mim. Eu não conseguiria sair sem o acolhimento de pessoas e do uso de remédios. A depressão não é só a tristeza. Não é estar feliz ou triste, é simplesmente não estar. Um vazio", explica Cardoso.


Em entrevista ao g1, Humberto Corrêa, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), afirmou que há uma mensagem que deve ficar clara para a sociedade quando o tema é depressão: a importância do apoio.

 

"A depressão é uma doença. O paciente não tem controle sobre isso, ele precisa de ajuda. Muitas vezes, durante o processo depressivo, a pessoa não tem nem ânimo, nem energia dela própria procurar ajuda – ela vai precisar que alguém pegue na mão dela e leve até essa ajuda, até o profissional de saúde, até o centro de saúde", alerta Humberto Corrêa, professor de medicina.


REDE DE APOIO 


Paciente e estudiosa do tema, a psicanalista Luisa Lancelotti tem 27 anos e convive com o diagnóstico de depressão há sete anos. Ela encara uma outra faceta da depressão: a forma severa e crônica da doença. Apesar de a condição sempre ter feito parte da sua realidade, já que acomete outros de seus familiares, para ela não foi simples encontrar apoio em meio ao seu círculo social.

 

"A rede de apoio é muito precária. Não acho que seja intencional, mas é uma falta de sensibilidade e de informação. Não tive uma rede muito substancial. Tive pais desesperados e muito apavorados, sem saber como ajudar e o que fazer. Nessas, mais atrapalhava do que ajudava porque vinham coisas muito simplistas, como 'levanta da cama vai fazer o que você gosta', mas as pessoas não entendem que não tem algo que você goste durante uma crise ", relata.

 

Nesse quesito, o comediante Diego Cardoso é enfático ao dizer que viveu o posto. Quando as pessoas mais próximas a ele descobriram o que ele estava passando, os laços se estreitaram.

 

“Se eu estou aqui falando hoje é porque eu dividi com os outros. Está com um problema? Procura alguém, seja quem for. Você precisa externar a situação dando a devida proporção quando você for falar", aconselha o humorista.

 

ESPAÇO DE ACOLHIMENTO 


No entanto, há uma diferença entre buscar o apoio e conseguir obter um espaço de acolhimento. Luisa conta que se ressente por ter vivido muitos momentos dessa jornada de maneira muito solitária, mas que o tempo a ajudou a entender que não é tão simples assim oferecer ajuda nesse contexto.

 

"É muito difícil conseguir dar conta da carga emocional de estar ao lado de uma pessoa vivendo essa parada", reflete Luisa.

 

E é nesse momento que o estigma age. Encarando a questão sozinha, a psicanalista se sentia culpada e ingrata. "Acho que a depressão tem muito essa marca de serem pessoas tristes, mas sem razão de estarem tristes. Fui desconstruindo isso comigo mesma por entender que essa é a minha realidade e eu preciso organizar e dar sentido para isso dentro de mim", pontua ela.

 

Essa percepção ajuda a estabelecer expectativas adequadas quanto ao tratamento e aos avanços. Nem sempre o próximo passo após obter um diagnóstico e medicação é a pessoa voltar a ser o que era, com a depressão desaparecendo sem deixar vestígios. Cada caso é um caso.

 

Depressão cresce 41% com pandemia: 'apoio é essencial para sair do fundo do  poço', conta humorista | Saúde Mental | G1

 


 

"As pessoas simplesmente precisam aceitar que essa é uma condição do momento. (Se eu pudesse) eu desfaria a ideia de que as pessoas (com depressão) têm um defeito, como se tivesse falhado em alguma coisa", finaliza a psicanalista. 

 

Fonte: G1

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Brasil : O que é psicopatia? Veja nove sinais em crianças

Com a quantidade de podcasts, séries e documentários sobre crimes reais que vêm ganhando visibilidade nos últimos tempos, um tema específico também ganhou atenção: a psicopatia. Talvez você já tenha conhecimento de como age um psicopata ou tenha notado sinais em pessoas de seu convívio. Mas e nas crianças? Como identificar?

 

De acordo com a “Slice”, de onde são as informações, especialistas da área acreditam que a psicopatia é uma condição neurológica que pode ser identificada a partir dos quatro ou cinco anos, a partir da análise de fatores genéticos e ambientais.

 

Felizmente, uma vez detectados certos sintomas, existem tratamentos que podem ensinar aos pequenos como socializar e “controlar” certos instintos.

 

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O que é psicopatia?

Uma pessoa psicopata é predisposta a comportamentos egoístas e falta de remorso. No entanto, ela consegue desenvolver relacionamentos e até mesmo pode ser considerada charmosa. Com o tempo, psicopatas são capazes de aprender a “imitar” as emoções humanas que faltam em si — por isso pode ser tão difícil identificá-los.

 

Por se tratar de um distúrbio “de adultos”, crianças e adolescentes não podem ser diagnosticados com psicopatia, sendo identificados como tendo um “transtorno de conduta” ou “comportamento antissocial” nessa fase.

 

9 SINAIS DE PSICOPATIA EM CRIANÇAS

 

1 — Falta de empatia

Por definição, um psicopata apresenta zero empatia por outras pessoas, além de demonstrar tendências violentas anormais sem nenhum remorso. Em crianças, sinais de psicopatia podem ser demonstrados por meio de comportamentos antissociais e reclusos ou pela prática agressiva e violenta de bullying.

 

Essas crianças podem demonstrar insensibilidade acerca de seus próprios atos e são indiferentes aos sentimentos das pessoas que machucam.

 

2 — ‘Birras’ extremas

Surtos de raiva explosivos e fora do comum para crianças também podem indicar sinais de psicopatia, especialmente se forem seguidos por um charme e doçura inexplicáveis em questão de minutos (ou segundos).

 

3 — Manipulação

É normal que pais e mães cedam aos desejos e caprichos de seus filhos, principalmente após um olhar suplicante. No entanto, isso escala a um nível anormal em crianças com tendências psicopatas, que podem encher outras pessoas de um amor sufocante até conseguirem o que querem.

 

Além disso, psicopatas têm a capacidade inata de descobrir suas fraquezas e inseguranças e explorá-las, mesmo quando crianças. Também são rápidos em se desculpar, embora apresentem falta de remorso pelo mau comportamento e a punição não pareça fazer efeito.

 

4 — Mentiras

Psicopatas são mentirosos crônicos, e é inevitável que mintam e sintam que podem se safar com suas mentiras. Por isso, criar mentiras que sustentem sua própria narrativa é normal, mesmo na infância.

 

Dessa forma, atente-se a histórias mirabolantes que pareçam fora do comum para crianças.

 

5 — Falta de remorso

Em suas narrativas inventadas, psicopatas sempre estão certos e outras pessoas estão erradas. Se você tem a ciência de que eles são pessoas que mentem, machucam e manipulam, consegue entender que eles realmente não são atingidos por remorso ou culpa em nenhuma de suas ações.

 

Na verdade, pesquisadores defendem a teoria de que os psicopatas possuem a área do cérebro responsável pela regulação das emoções e controle dos impulsos subdesenvolvida. Assim, atente-se: é um grande sinal vermelho se seu(ua) filho(a) sempre parece estar apático(a) em relação a quão mal ele(a) tratou outra pessoa.

 

6 — Indiferença à punição

Regras e punições não são uma barreira para os psicopatas. Na verdade, eles nem sequer entendem esses conceitos, o que os leva a tomar decisões ousadas e arriscadas sem nenhum medo.

 

7 — Charme superficial

Graças à habilidade de imitar emoções humanas, os psicopatas possuem um charme superficial inato. No contexto infantil, pais e mães se deleitam em ver a personalidade de seus filhos florescendo. Por isso, esse pode ser um dos traços de psicopatia mais difíceis de se identificar.

 

8 — Crueldade com animais

Em 1963, John Macdonald, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, propôs que, se uma criança exibisse sinais de crueldade com pequenos animais, poderia um dia escalar para vítimas maiores (humanas).

 

9 — Incendiar objetos e lugares

Macdonald também propôs que a obsessão em destruir coisas — com fogo ou de outras maneiras — é um hábito comum entre os jovens psicopatas. Esse traço provavelmente provém do desejo de exercer controle, especialmente frente a situações de frustração.

 


 

Se você está preocupada com a saúde mental ou identificou comportamentos de psicopatia em seus filhos ou alguma criança próxima, procure ajuda de profissionais da área. 

 

Fonte: Istoé


Regionais : Mapa do prazer do pênis: um guia para conhecer e dar prazer para eles


Ponto a ponto, a sexóloga Carolina Freitas mapeou o órgão sexual masculino. Descubra em quais partes focar para levar homens à loucura

Tudo se resume ao pênis. Quem nunca ouviu essa frase fazendo referência ao sexo masculino? Mas quando se trata do prazer deles, será que tudo se resume ao falo? Ou melhor, será que o prazer está apenas no órgão sexual?

 

“Diferente do que se imagina e é propagado, o homem não vai ter uma ereção e o sexo vai começar”, revela a sexóloga Carolina Freitas, da plataforma Sexo sem Dúvida. A profissional ressalta que tem que existir um envolvimento, um jogo sexual e, a partir daí, a ereção e a transa vão acontecendo.

 

“Então, para quebrar o mito de que a ereção é o ponto de partida para a atividade sexual, é importante lembrar que existe uma pessoa por trás do pênis. O homem também vai para a relação sexual com desejos, fantasias e vontades para, então, com a estimulação adequada, ele se excitar e, depois, ter a ereção”, esclarece.

 

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Dando sequência ao nosso guia do prazer, chegou a vez deles! Vamos elencar tudo que precisamos saber para dar prazer a todas as pessoas com pênis. Spoiler: em breve, vamos publicar um mapa de zonas erógenas. Afinal, reduzir o prazer sexual às regiões íntimas é deixar de fora da transa pontos orgásticos importantes.

 

Para checar o mapa do prazer da vagina, clique aqui.

 

DO COMEÇO 


De acordo com Carolina Freitas, a ereção não antecede o desejo e a excitação. Logo, é preciso explorar todas as zonas erógenas do homem, não apenas focar no pênis ereto. Por isso, é importante saber como todo o corpo e as regiões erógenas podem ser estimuladas.

 

MÃOS À OBRA/ TRONCO DO PÊNIS 


No momento da excitação, é o corpo do pênis que enrijece. Veias e a pele, que é mais fina, se tornam mais sensíveis ao toque, à boca e à penetração, anal e vaginal.

 

“Quanto maior a excitação, maior o acúmulo de sangue gerando e mantendo a ereção. A excitação e a ereção são mantidas de acordo com as estimulações e as fantasias”, indica a especialista.

 

GLANDE


Também conhecida como a cabeça do pênis. É a área mais sensível, que requer cuidado ao toque. A glande é envolvida por uma pele, o prepúcio.

 

Dica: com o pênis flácido, essa região também pode ser estimulada. Com a ereção, o prepúcio se retrai, ficando a cabeça do pênis mais visível e mais sensível.

 

Atenção: alguns pênis não tiveram o prepúcio retirado em cirurgia por diversas razões, médicas, religiosas ou estéticas.

 

TESTÍCULOS 


E quem disse que o prazer fica restrito ao pênis? Existe uma zona muito mais abrangente de prazer, e essa é uma área sensível ao toque e requer cuidados na estimulação.

 

“Por ser uma pele muito fina e enervada, o toque vai ser sentido com mais intensidade. E, se apertar, dói. Então, carícias e lambidas são bem-vindas. Pegar de forma delicada, como se enchesse a mão, e massagear também pode ser prazeroso. É preciso valorizar mais o saco. Mas nada de chupar, sugar ou morder a região. Como é uma área com mais sensibilidade, muitos homens conseguem chegar ao orgasmo tendo essa parte do corpo bem estimulada. Explorar os testículos é uma excelente forma de ter prazer, independente de ter ou não uma ereção”, orienta.

 

PERÍNEO 


Saindo do pênis e indo em direção ao ânus, também encontramos uma área repleta de terminações nervosas que, ao ser estimulada, pode provocar prazer.

 

“Deslizar as mãos ou a língua traz novas descobertas sexuais. Muitos homens a evitam por puro preconceito pela proximidade com o ânus. É uma região que, se bem conhecida e bem trabalhada, é ótima, permitindo ao homem mais controle da ejaculação”, explica.

 

Dica: a estimulação pode começar por aqui e não ir direto ao corpo do pênis. A mão passeando no períneo enquanto faz sexo oral também é válida.

 

ÂNUS


Chegamos a um ponto de muito prazer para os homens. Independente de orientação sexual e identidade de gênero, a região anal é prazerosa para todo mundo e possui diversas terminações nervosas. Logo, estimular o ânus tem a ver com prazer sexual, e não com orientação sexual. No homem, é uma das formas de acessar a próstata, glândula que também é uma zona erógena.

 

Dica: massagear a região pode trazer um prazer intenso e diferente.

 

PONTO P 


Esse ponto fica na região da próstata. “É também sensível por ter diversas terminações nervosas, causando sensações internas e intensas. Pode ser estimulado por meio do períneo, de uma massagem mais vigorosa ou através do ânus, de forma sensível e com calma. Essa região requer autoconhecimento e intimidade. Não vai ser prazeroso para todos os homens. Uns serão mais sensíveis e abertos à estimulação da próstata. Outros, não”, elucida a sexóloga.

 

ESTIMULE 


Por fim, a sensibilidade do corpo vai se organizando ao longo das vivências sexuais. A cada momento, podem ser descobertas diferentes áreas a serem sexualmente exploradas. O importante é acionar as fantasias e provocar sensações eróticas e prazerosas.

 

“Como nem só de pênis vive o prazer do homem, incluiria a pele do corpo todo como uma grande zona erógena. Por ser cheia de terminações nervosas, ela pode causar excitação de diferentes formas”, sugere Carolina.

 

 

Pensando no sexo seguro, é possível aprender a transar e ter prazer com preservativo. “É uma questão de novas sensibilidades e disponibilidades para transar de forma segura”, conclui a sexóloga. 

 

Fonte: Metrópoles

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