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Justiça : Precariedade
Enviado por alexandre em 21/04/2010 01:30:37



Falta de estrutura provoca manifestação de funcionários

Os funcionários do Fórum de Justiça da Comarca de Ouro Preto do Oeste irão fazer um protesto na manhã desta quinta-feira (22) em frente ao prédio jurista Teixeira de Freitas.
Os funcionários estão reivindicando melhores condições de trabalho no toante a parte física do prédio que foi construído na década de oitenta e durante todo este período passou apenas por pequenas reformas.



A Comarca de Justiça de Ouro Preto do Oeste tem ainda sob sua jurisdição os municípios: Vale do Paraíso, Nova União, Teixeirópolis e Mirante da Serra além dos Distritos de Santa Rosa e Rondominas, somente a Vara Cível tem aproximadamente 6 mil processos.

A Falta de infra-estrutura do prédio já foi denunciada pela subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB na época a então presidente do Tribunal de Justiça desembargadora Zelite Carneiro que durante sua visita a Comarca que não foi possível construir a nova sede do Fórum de Ouro Preto e instalar a Comarca de Mirante da Serra devido ao contingenciamento de verbas dos poderes eletivos, de maneira que não houve disposição de recurso para o TJ investir em estrutura física, e de mais pessoal.



A precariedade do prédio é visível logo na entrada com a parte externa com rachaduras e janelas quebradas e a falta de condições de trabalho segue nas salas quando os espaços de trabalho dos funcionários é uma vergonha com paredes mofadas e com infiltrações instalações elétricas e hidráulicas obsoletas colocando em risco a vida dos funcionários e o público que busca os serviços da Justiça.


Com volume de processos das Varas Cível e Criminal cada vez mais crescente os funcionários foram obrigados a trabalhar em locais que antes era deposito até mesmo um banheiro foi improvisado como almoxarifado.


Outro descaso é a sala do Júri popular que teve que ser diminuída para abrigar o arquivo ocasionando um aperto em dia de julgamento.

“Queremos chamar a atenção para as péssimas condições de trabalho que estamos vivenciando e solicitando a construção de um novo prédio para que posamos dignamente desenvolver as nossas atividades profissionais”, disse uma funcionária que preferiu não ter o seu nome divulgado.

Autor: Alexandre Araújo

Fonte: ouropretoonline.com