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Regionais : Porto Velho tem pior hospital do Brasil e descaso com o Heuro
Enviado por alexandre em 16/07/2024 10:48:11

Reportagem mostrou fila por cirurgias e paciente dormindo no chão sem colchão.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) classificou o hospital como o pior do país em 2011

Na Hora Online

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Porto Velho tem pior hospital do Brasil e descaso com o Heuro

O Domingo Espetacular, da TV Record, veiculou neste domingo (14/07) em rede nacional a situação Hospital João Paulo II, de Porto Velho, Rondônia, considerado do pior hospital do Brasil.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) classificou o hospital como o pior do país em 2011. “Eu me sinto envergonhado como presidente do Conselho Federal de Medicina, no meu estado, eu sou rondoniense, nascido lá, quando eu vejo uma condição sub-humana. Nem animal pode ser tratado dessa forma.” Afirmou o dr. Hiran Gallo, presidente do CFM.

E desde então, a avaliação não melhorou. “É um pronto-socorro que não poderia ser chamado de pronto-socorro. Não tem ventilação, não tem luminosidade, não tem nenhuma condição de funcionamento”, comenta Gallo.

Relatos de descaso

Célia está imobilizada na cama há 40 dias. Esperando por uma cirurgia. Uma cirurgia que deveria ser de urgência. Célia é apenas uma entre as dezenas de pacientes que lotam todos os corredores do Hospital João Paulo Segundo. Nós vamos na direção, nós já denunciamos no Ministério Público. Ele só fala que está vendo, está vendo, mas não resolve nada, desabafa o agricultor Reginaldo dos Reis para a reportagem da Record.

Célia Ianosque está internada sem a assitência necessária – Reprodução – TV Record

O cenário de caos começa na própria recepção, onde pacientes aguardam atendimento ao lado de outros que são medicados em macas ou cadeiras. Médicos e enfermeiras se desdobram para atender a todos.

No quintal, a dona de casa Creuza Sales da Silva caminha com dificuldade. Sente fortes dores na perna. “Dói até no joelho”. Dona Creuza chegou a esperar 3  anos para fazer um raio-X e segue na fila pela cirurgia.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Rondônia, Célia Campos, lamenta toda essa lentidão. “Não há uma perspectiva de que isso melhore no curto prazo”, lamenta. A gente tem esperança todo dia que apareça uma perspectiva, mas que seja séria, que seja responsável e que olhe com bons olhos a necessidade da população.

Novo Hospital

Projeto do Hospital Heuro

O mal que aflige o atendimento hospitalar em Rondônia já foi diagnosticado. Se chama superlotação. O remédio chegou alguns anos atrás, em 2019. Quando foi liberada uma verba de R$ 100 milhões de reais para a construção de um novo hospital de emergência.

O secretário de saúde do estado era Fernando Máximo. Na época, ele não usou o dinheiro que foi devolvido aos cofres da Caixa Econômica Federal. Nós vamos ter um hospital novo, onde está incluída toda a manutenção predial durante 30 anos.

Ex-Secretário de Saúde de RO e atual Deputado Federal Fernando Máximo; Foto – Renato Araújo/Câmara dos Deputados

Foi durante o mandato dele, como secretário de saúde, que o estado anunciou a construção de um novo e moderno hospital em Porto Velho. O projeto ambicioso anunciava um hospital com 399 leitos, centro cirúrgico com 9 salas e 16 leitos de UTI.

Mas as obras, que deveriam ter começado há dois anos, estão praticamente paradas. Pela segunda vez, as licenças para a construção do hospital na área de 56 mil metros quadrados foram suspensas. Segundo a prefeitura de Porto Velho, prazos não foram respeitados e faltam documentos básicos.

Como o projeto arquitetônico, na documentação enviada pela empresa que deve tocar a obra. O código de obras do município de Porto Velho estabelece alguns critérios para que qualquer pessoa física ou jurídica tenha uma licença de obras para poder construir. Até o momento, a empresa, apesar de ela ter a licença de obras, ela ainda tem exigências para cumprir.

Hoje, as obras estão autorizadas por liminar. Toda a documentação, seja qualquer que for alegada pela prefeitura que não foi entregue, nós reforçamos isso dentro do processo judicial e já conseguimos duas liminares para voltar a trabalhar.

Obras paradas do Heuro – imagem Carlos Terceiro

Outro lado

A equipe da Record tentou  contato com a secretária de saúde que ocupou o cargo em 2022. Ela disse que as respostas às denúncias devem ser dadas pelo atual governo do estado. A atual gestão afirmou que, por causa do atraso nas obras do novo hospital, instaurou um processo administrativo e vai aplicar multas contra a empresa responsável.

Disse também que cirurgias ortopédicas mais complexas, como as de quadril e fêmur, exigem um tempo maior de espera, de espera, devido à necessidade de produção de próteses sob medida.

A reportagem tentou há dias contato com o deputado Fernando Máximo por e-mail e em seu gabinete em Brasília, sem resposta Em nota, a assessoria do deputado disse que Fernando Máximo saiu da Secretaria de Saúde há mais de 27 meses e que depois dele passaram outros dois secretários. Portanto, não cabe a ele emitir informações sobre o andamento da obra.

Enquanto isso, em meio a obras paradas e também a suspeitas de irregularidades, o caos segue instaurado no sistema de saúde de Rondônia. “Quando é que você acha que vai conseguir fazer essa cirurgia? Nunca. Se eu for esperar, nunca” desabafa o agricultor Reginaldo à reportagem.

Assista à reportagem completa: https://record.r7.com/domingo-espetacular/reportagem-da-semana/video/conheca-o-pior-hospital-do-brasil-15072024/


Confira a reportagem completa:https://portovelho.portaldacidade.com/noticias/saude/video-joao-paulo-ii-e-apontado-como-pior-hospital-do-brasil-em-rede-nacional-0800


https://www.r7.com/aclr/conheca-o-pior-hospital-do-brasil-15072024/

Coluna Agricultura : Manejo sustentável e medidas preventivas impulsionam as exportações da carne de Rondônia
Enviado por alexandre em 16/07/2024 10:27:24

O coordenador técnico da Idaron, Walter Cartaxo lembra que, a condição sanitária dos animais pode influenciar diretamente na mortalidade, ganho de peso e rendimento das carcaças, com implicações de ordem econômica nos rebanhos comerciais

Nas exportações, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Rondônia representa 9,7% de toda a carne exportada no primeiro semestre de 2024. Foto: cedida

Com assessoria

Na data em que se comemora o Dia Nacional do Pecuarista, 15 de julho, o governo de Rondônia destaca o papel desse importante produtor que, alinhado às ações de biosseguridade desenvolvidas pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), tem fortalecido a pecuária rondoniense e impulsionado a economia do estado, conquistando novos mercados para a carne produzida na região.

Os índices aplicados à pecuária rondoniense corroboram para os destaques atribuídos ao papel do pecuarista. Nas exportações, por exemplo, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Rondônia representa 9,7% de toda a carne exportada no primeiro semestre de 2024, um volume total de mais de 126,5 toneladas do produto.

A expectativa é que o cenário seja ainda mais positivo, visto que o número de abates aumentou nos primeiros seis meses, e 2024 pode fechar com índices bem maiores que os registrados no ano anterior. Em 2023, a venda de carnes de Rondônia para o exterior, em toneladas, foi 9,5% de tudo o que o Brasil comercializou com outros países, fechando o ano com 217,7 toneladas de carnes produzidas e vendidas para fora do país.

PRODUÇÃO E QUALIDADE

De acordo com o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, a data foi instituída pela Lei 11.716, de 20 de junho de 2008, e celebra, com justiça, o trabalho de empreendedores que labutam no campo para garantir a oferta de carne e subprodutos de alta qualidade, a partir de um sistema de produção que tem a saúde do rebanho como prioridade. “Há três anos, Rondônia conquistou o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, com chancela da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), título que só foi alcançado porque o pecuarista seguiu todos os protocolos de controle sanitário orientados pela Idaron. O pecuarista exerce um papel de destaque na estrutura de biosseguridade da cadeia produtiva, garantindo tanto a produção de alimentos seguros e saudáveis quanto promovendo o bem-estar animal”, frisou.

Em referência à data, o coordenador técnico da Idaron, Walter Cartaxo lembra que, a condição sanitária dos animais pode influenciar diretamente na mortalidade, ganho de peso e rendimento das carcaças, com implicações de ordem econômica nos rebanhos comerciais. “Daí a importância de o pecuarista estar sempre alinhado às normas zoosanitárias, o que em Rondônia tem sido uma máxima verdadeira”, acentuou.

Coluna Mulher : Estudo acha metais tóxicos em absorventes internos
Enviado por alexandre em 16/07/2024 10:22:41

Pesquisadores encontraram chumbo e cádmio em diversas marcas. Porém, ainda não se sabe qual é o risco real de contaminação no corpo humano

Pesquisadores da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos, encontraram metais tóxicos em diversas marcas famosas de absorventes internos.

 

O estudo, publicado na Environment International, detectou chumbo em todos os 30 tampões de 14 marcas testadas, algumas delas orgânicas. Parte da amostra também exibia níveis preocupantes de arsênio e cádmio.

 

Os achados se somam a um volume de evidências científicas cada vez mais robustas sobre a presença de substâncias perigosas em produtos de higiene íntima.

 

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Os efeitos de metais pesados na saúde já são bem documentados pela ciência e incluem danos aos sistemas cardiovascular, nervoso e endócrino; ao fígado, rins e cérebro; bem como maior risco de desenvolver demência, câncer, diabetes e infertilidade, e de comprometer a saúde de gestantes e seus fetos.

 

Os autores do estudo argumentam que os absorventes internos podem ser fonte de exposição a substâncias químicas, incluindo metais, porque a mucosa no interior da vagina é mais permeável do que a pele humana.

 

Uma parcela significativa da população dos Estados Unidos utiliza esses produtos com frequência: entre 50% e 80% das pessoas que menstruam, na estimativa dos pesquisadores, podendo consumir até 7,4 mil absorventes internos ao longo de suas vidas.

 

TEMA POUCO PESQUISADO

 

Principal autora do estudo, Jenni Shearston destaca que, apesar dos potenciais riscos à saúde pública, a presença de metais tóxicos em absorventes internos é um tema pouco pesquisado. “Até onde sabemos, esse é o primeiro estudo publicado a esse respeito”, afirma.

 

A equipe liderada por Shearston avaliou a presença de 16 metais nas amostras: arsênio, bário, cálcio, cádmio, cobalto, cromo, cobre, ferro, manganês, mercúrio, níquel, chumbo, selênio, estrôncio, vanádio e zinco. Todos foram testados positivamente, mas chumbo, arsênio e cádmio estavam presentes em “quantidades elevadas”.

 

Embora os cientistas não revelem os nomes das marcas testadas, eles afirmam que a amostra incluiu produtos listados como “campeões de venda” em um grande site varejista. Os produtos foram adquiridos tanto pela internet quanto em lojas físicas em Nova York, Londres e Atenas entre setembro de 2022 e março de 2023.

 

O grupo afirma não saber como os metais foram parar nos absorventes, mas especula que as matérias-primas possam ter sido contaminadas por agrotóxicos, pela água, ar ou solo, ou que alguns metais tenham sido adicionados intencionalmente durante o processo de fabricação para pigmentação e controle odores, ou ainda como agente antibacteriano.

 

Não há evidência sobre danos à saúde decorrente do uso desses produtos.

 

Apesar dos achados, os pesquisadores ressaltam que ainda faltam evidências sólidas sobre danos à saúde decorrente do uso de absorventes internos, e que mais estudos são necessários para determinar até que ponto metais tóxicos presentes nesses produtos podem, de fato, contaminar o corpo humano.

 

Para Shearston, porém, uma coisa é certa: a indústria de produtos menstruais precisa ser melhor supervisionada.

 

“Espero muito que fabricantes sejam obrigados a testar a quantidade de metais em seus produtos, especialmente metais tóxicos”, afirma , referindo-se ao cenário nos Estados Unidos. “Seria animador ver o público exigir isso [testagem e mais transparência].”

 

Em entrevista à rádio pública americana NPR, o ginecologista Nathaniel DeNicola, que não participou do estudo, ponderou que a questão mais urgente não é a presença de substâncias químicas em absorventes internos, e sim qual quantidade é, de fato, perigosa para a saúde.

 

DeNicola explica que alguns dos metais detectados no estudo de Shearston, como cobre, cálcio, ferro e zinco, não são só considerados seguros, mas receitados por vários médicos. Em baixas quantidades, eles não seriam prejudiciais à saúde, mas seu acúmulo no organismo poderia impactar as funções hormonais.

 

Arsênio, por exemplo, pode ser fatal em altas quantidades. Já no caso do chumbo, os autores do estudo ressaltam que “não há nível de exposição seguro”.

 

Ao jornal The New York Times, especialistas disseram que os resultados do estudo não devem gerar pânico nem levar as pessoas a pararem imediatamente de usar absorventes internos.

 

Os níveis dos metais tóxicos detectados, incluindo arsênio e chumbo, foram muito baixos, e dois estudos anteriores realizados pelo mesmo grupo de pesquisadores não encontraram níveis significativamente mais altos desses metais no sangue de pessoas que usam absorventes internos.

 

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Ainda assim, Shruthi Mahalingaiah, ginecologista e professora de saúde reprodutiva e da mulher da Universidade de Harvard, disse ao NYT que é preciso considerar os potenciais riscos cumulativos do uso, ao longo de vários anos, de absorventes internos.

 

Fonte: Metrópoles

 

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Amor e Sexo : NÃO É SÓ SEXO! MULHERES APONTAM MOTIVOS POR TRÁS DA MASTURBAÇÃO
Enviado por alexandre em 16/07/2024 10:21:50

Realizada na Suíça, uma pesquisa com 370 mulheres investigou a frequência com que elas se masturbam e os motivos por trás disso

Apesar de todos os tabus que cercam a prática, a masturbação faz bem à saúde – e tem se tornado algo mais comum entre as mulheres. Um estudo realizado na Suíça aponta que elas se masturbam como um mecanismo de enfrentamento e uma forma de aliviar o estresse — e não necessariamente como um desejo por sexo. Esse é só mais um motivo para comemorar o mês do orgasmo, que efetivamente ocorre em 31 de julho.

 

Os pesquisadores entrevistaram 370 mulheres com idades entre 18 e 56 anos sobre a frequência com que se masturbam e os motivos por trás disso. No total, o grupo inteiro se masturbava apenas nove vezes por mês, ou seja, uma média de duas vezes por semana.

 

Entretanto, as mulheres que estavam mais ansiosas, nervosas e angustiadas se masturbavam com mais frequência do que aquelas que não estavam. A pesquisa foi publicada no Journal of Sex.

 

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ROTINA DE BEM-ESTAR


O resultado vai de encontro com pesquisas anteriores que sugerem que a atividade pode ajudar a aliviar o estresse, porque estimula a liberação de dopamina, o hormônio do bem-estar, no cérebro.

 

Não é só sexo! Mulheres apontam motivos por trás da masturbação | Metrópoles

 

De acordo com os resultados, 64% das respondentes disseram que se masturbavam procurando atingir um estado de calma e relaxamento, 55% afirmaram que, ao se tocarem, buscavam sentimentos de alegria e 12% delas disseram que usavam o autoprazer como alívio em períodos de estresse.

 

Em entrevista anterior à coluna Pouca Vergonha, a psicóloga e terapeuta sexual Alessandra Araújo apontou que a masturbação não só pode, como deve ser incluída diariamente como uma forma de obter bem-estar.

 

Prazer fatal: veja 4 tipos de masturbação que você deve experimentar |  Metrópoles

Fotos: Reprodução

 

“A masturbação traz muitos benefícios para a saúde física, emocional e sexual. O simples ato de se tocar e se dar orgasmos libera diversos hormônios e promove relaxamento, diminuição do estresse, melhora do sono, libido mais acionada, combate à ansiedade, melhora da autoestima e até mesmo diminuição de dores físicas”, comentou.

 

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Desta forma, a especialista indica, sim, incluir um “espacinho” na agenda de autocuidado para a masturbação, junto com o skincare e a rotina de treinos. 

 

Fonte: Metrópoles

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Regionais : Veja como atividade física estimula a saúde sexual feminina
Enviado por alexandre em 16/07/2024 10:21:12

Sexóloga aponta 6 impactos positivos da prática regular de atividade física na saúde sexual e bem-estar

A prática regular de atividades físicas é reconhecida por seus benefícios ao corpo e a saúde mental, mas seu impacto vai além e também é positivo na saúde sexual das mulheres.

 

Um estudo realizado em 2021 e publicado no The Journal of Sexual Medicine, mostrou que os praticantes de atividades físicas mostram níveis significativamente maiores de desejo sexual, lubrificação e orgasmo.

 

“Nosso corpo tem necessidade de movimento. Quando o corpo se movimenta, muitos processos fisiológicos e psicológicos acontecem, muitos ‘hormônios do bem’ são liberados. Por isso, incluir exercícios físicos na rotina diária melhora a qualidade de vida de uma forma geral”, comenta a sexóloga Chris Marcello.

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Nesse sentido, a especialista revelou seis benefícios da prática da atividade física para a saúde sexual das mulheres. Confira:

 

 

MELHORIA DA CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA

 

Exercícios cardiovasculares, como corrida, dança, natação e ciclismo, por exemplo, aumentam o fluxo de sangue em todo o corpo, incluindo os órgãos genitais. Isso pode levar a uma maior sensibilidade e excitação, melhorando a resposta sexual e aumentando o prazer durante o ato.

 

 

AUMENTO DOS NÍVEIS DE HORMÔNIOS

 

Exercícios de resistência e treinamento de força ajudam a equilibrar os níveis de testosterona e estrogênio no corpo. Esses hormônios são importantes para a libido e a função sexual.

 

 

REDUÇÃO DO ESTRESSE E ANSIEDADE

 

O estresse e a ansiedade são fatores comuns que podem afetar negativamente a vida sexual das mulheres. A prática de exercícios libera endorfinas, hormônios conhecidos por promover sensações de bem-estar e relaxamento. A redução do estresse e da ansiedade pode levar a uma maior disposição para a atividade sexual, assim como uma experiência mais prazerosa.

 

MELHORIA DA AUTOESTIMA E IMAGEM CORPORAL

 

A atividade física regular contribui para uma melhor forma física, o que pode melhorar a autoestima. Sentir-se bem com o próprio corpo pode aumentar a confiança e a disposição para o sexo, além de reduzir a ansiedade relacionada ao desempenho e à aparência.

 

FORTALECIMENTO DOS MÚSCULOS PÉLVICOS

 

Exercícios específicos, como os exercícios de Kegel, são particularmente benéficos para fortalecer os músculos do assoalho pélvico. Esses músculos desempenham um papel crucial na função sexual, ajudando a melhorar a intensidade do orgasmo e o controle sobre as sensações sexuais. Mulheres com músculos pélvicos fortes tendem a relatar maior prazer e satisfação durante a relação sexual.

 

AUMENTO DA ENERGIA E VITALIDADE

 

Atividade física estimula saúde sexual feminina; veja como

 

A prática regular de atividade física melhora a resistência e a vitalidade geral, proporcionando mais energia para as atividades diárias, incluindo a vida sexual, favorecendo uma uma vida sexual mais ativa e satisfatória.

 

 

“Os benefícios da atividade física para a saúde das mulheres são inúmeros, desde a melhora na concentração e disposição até os benefícios para a saúde sexual, conforme citei acima. Incorporar exercícios na rotina diária só vai trazer benefícios, melhorando a saúde geral e também transformando positivamente a vida sexual”, finaliza a especialista.

 

Fonte: Bem Estar

 

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