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Coluna Mulher : Conheça os 14 primeiros sintomas de gravidez semana a semana
Enviado por alexandre em 18/03/2024 01:05:43

Durante a gestação, acontecem muitas mudanças no corpo feminino

Os sinais (que podem ser vistos) e sintomas de gravidez (que podem ser sentidos) podem surgir nas primeiras semanas após a concepção, como também, podem passar despercebidos, já que depende de cada mulher.

 

Por isso, o Dr. Márcio Alcântara, ginecologista e diretor do Hospital Regional Unimed, elencou os 14 primeiros sinais e sintomas de gravidez, que, nesse post, também chamaremos de eventos iniciais da gravidez, separados por semanas.

 

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DESCOBRINDO A GRAVIDEZ

 

14 primeiros sintomas de gravidez (semana a semana) - Tua Saúde

 

De acordo com o Dr. Márcio, se tratando da gravidez, os eventos iniciais são inespecíficos e, às vezes, se apresentam em pequena intensidade, podendo até ser confundidos com outras situações clínicas, como: náuseas nas patologias infecciosas, digestivas ou de alteração do equilíbrio; atraso menstrual; sensação de inchaço; aumento de peso; e a mastalgia (dores mamárias) que se apresenta na segunda fase do ciclo.

 

Quando o óvulo é fertilizado e o embrião se implanta na parede uterina, a mulher pode apresentar algumas queixas inespecíficas, como cólica abdominal, mamas mais sensíveis, aumento da libido e alterações no muco vaginal. Porém, o mais comum, são os primeiros sintomas de gravidez surgirem apenas entre a 5ª e 6ª semana da gestação. Segundo o Dr. Márcio, “Neste período, muitas mulheres apresentam a sensação de mamas aumentadas, doloridas e até as temidas náuseas, alterações hormonais típicas do período”, esclarece.

 

No segundo mês, com mais de 60 dias de atraso da menstruação, os primeiros sintomas ainda podem persistir, acrescidos a pigmentação nos mamilos e nas genitais e a formação de uma linha mais escura na divisão central do abdômen, conhecida por linea nigra ou linha alba.

 

14 SINTOMAS DE GRAVIDEZ INICIAIS

 

Hemocord | Quais são os primeiros sintomas de gravidez?

 

Após a fecundação – momento em que o espermatozoide se encontra com o óvulo na trompa e quando ocorre a implantação do embrião no útero -, as mulheres passam por inúmeras alterações hormonais e transformações que podem incluir:

 

1. Atraso menstrual
2. Cólica abdominal
3. Mamas sensíveis e aumentadas
4. Aumento da libido
5. Alterações no corrimento vaginal
6. Náuseas, enjoos e vômitos
7. Vontade frequente de urinar
8. Aumento do sono
9. Constipação intestinal
10. Alterações do paladar e aversão a cheiros fortes
11. Cansaço frequente
12. Alterações de humor
13. Sangramento vaginal
14. Abdômen inchado

 

OS PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ SEMANA A SEMANA

 

Minha gravidez é de risco? Como saber? – Pro Exame

 

Primeira semana
Alteração na cor do corrimento vaginal e cólica abdominal.

 

Segunda semana
Mamas sensíveis, aversão a cheiros fortes, alterações de humor e cansaço mais frequente.

 

Terceira semana
Pequeno sangramento vaginal (pouco comum).

 

Quarta semana
Atraso da menstruação, enjoos e vômitos.

 

Quinta semana
Cólica abdominal e inchaço – Aumento das mamas – Náuseas, enjoos e vômitos – Vontade frequente de urinar.

 

Sexta semana
Constipação intestinal – Aumento do cansaço e sono – Alterações no paladar – Aversões a odores e cheiros.

 

COMO CONFIRMAR A GRAVIDEZ?

 

NUK - Bebê a caminho: conheça os primeiros sinais da gestação

Fotos: Reprodução

 

A evidência mais forte de uma gravidez é, sem dúvidas, o atraso menstrual, associado a uma vida sexual ativa e sem contracepção.

 

Vale ressaltar, ainda, que os sintomas de gravidez podem variar entre as mulheres e a cada gestação. Ou seja, uma mesma mãe, por exemplo, na primeira gravidez pode sentir alguns sintomas e na seguinte apresentar outros ou nenhum sintoma, variando em intensidade, frequência, época e duração.

 

Por isso, o Dr. Márcio Alcântara pontua que o método mais eficaz para confirmar a gravidez é o exame de sangue Beta hCG, de preferência quantitativo, em torno do 5ª dia de atraso da menstruação. Ele explica ainda que, mesmo antes do atraso menstrual, este exame pode dar positivo, já que, após a fecundação, a implantação intrauterina (dentro do útero) já acontece com maior exatidão 10 dias após a relação sexual.

 

O ginecologista faz um alerta para os casos em que o exame pode inicialmente dar positivo e, em seguida, acontecer algum sangramento vaginal. “Nesses casos, provavelmente, ocorrerá a perda do feto e a posterior negativação do exame. Por isso, o ideal é realizar o Beta hCG com 5 dias de atraso da menstruação, em torno da 5ª semana de gestação, contando-se a partir do 1º dia da última menstruação. Em alguns casos, principalmente quando acontece o sangramento vaginal, pedimos para as pacientes repetirem o beta para confirmação da gravidez“.

 

Outro meio bastante utilizado, entretanto com resultados menos confiáveis para confirmar a gestação, é o exame de urina, que, assim como o exame de sangue, busca a fração beta do hormônio hCG.

 

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A partir da 5ª semana de gestação, já é possível realizar o ultrassom transvaginal para confirmar a gravidez. Porém, segundo o Dr. Márcio, o melhor é realizar o exame contando 7 semanas do primeiro dia da última menstruação. “Nesse período já conseguimos ouvir os batimentos cardíacos do embrião, além de confirmar se a gravidez é intrauterina (dentro do útero) ou é ectópica (gestação fora do útero), além de verificar se será feto único ou gestação múltipla“, pontua.

 

Fonte: Unimed

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Ciência & Tecnologia : Comida 2.0: como a indústria de alimentos usa a tecnologia para ficar mais sustentável
Enviado por alexandre em 18/03/2024 01:04:39

Horta vertical de lúpulo em Madri, na Espanha: plantas chegam a sete metros de altura

Ainda em estágio pré-industrial, a fazenda vertical pretende entregar, quando estiver em plena produção, quatro safras desse lúpulo sustentável por ano, reduzindo o risco de as fabricantes de cerveja ficarem sem o produto por secas, altas temperaturas ou geadas, cada vez mais frequentes com a mudança climática.

 

O custo de produzir um quilo de lúpulo nesta horta digital ainda é mais alto. Salta de algo entre € 15 e € 20 (entre R$ 82 e R$ 109) numa plantação normal para € 30 (R$ 163). Mas ali gastam-se 95% menos água e 20% menos energia, que vem de fontes renováveis.

 

A plantação vertical visitada pelo GLOBO em Madri ilustra como inovações turbinadas por máquinas inteligentes estão ajudando a indústria de alimentos e bebidas no mundo a se tornar mais eficiente e sustentável, condições determinantes para alcançar os principais mercados consumidores de um planeta que precisará alimentar cada vez mais gente.

 

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DEMANDA CRESCENTE, OFERTA AMEAÇADA

 

Um relatório do banco suíço UBS mostrou que, até 2050, serão mais 2 bilhões de habitantes no planeta (atualmente já somos mais de 8 bilhões), elevando em 60% a demanda por comida. Ao mesmo tempo, a mudança climática vai dificultar a produção de alimentos, e a procura de água excederá a oferta em 40% já em 2030. Mesmo assim, os humanos ainda desperdiçam 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano.

 

Estes desafios estão obrigando a indústria de alimentos e bebidas a avançar em uma nova revolução tecnológica. Começou com investimentos de US$ 135 bilhões (R$ 674 bilhões) em 2018 e vai chegar a 2030 com US$ 700 bilhões (R$ 3,5 trilhões) aportados em inovações, alta de 15% ao ano.

 

A Ekonoke, por exemplo, já recebeu investimentos da AB InBev — fabricante de marcas de cerveja em todo o mundo, que no Brasil controla a Ambev —, em parceria com Coca-Cola, Colgate-Palmolive e Unilever, e pela cervejaria Estrella Galícia.

 

— É a combinação entre ciência e tecnologia, levando a uma planta mais resistente e que poderá ser cultivada em qualquer parte do mundo — diz Inés Sagrario, CEO da Ekonoke, resumindo os resultados da fazenda vertical de Madri.

 

PARCERIAS INOVADORAS

 

Vendedora usa sombrinha para proteger alimentos à venda no Ceasa do Rio. Calor extremo tem gerado maior perda de produtos, assim como aumento dos preços — Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

 

A principal estratégia é digitalizar linhas de produção para produzir itens mais baratos com menos recursos naturais. Por trás das inovações estão grandes grupos e startups. Na Espanha, grande produtora e exportadora agroalimentar, o movimento está a todo vapor.

 

— Competitividade, eficiência e sustentabilidade são elementos-chaves para quem quer manter a liderança no mercado. A Ekonoke, por exemplo, está liderando mudanças no cultivo do lúpulo com nossa tecnologia usando menos recursos naturais e obtendo mias eficiência — diz José Ramón Castro, diretor-geral da Siemens Digital Industries para Espanha e Portugal.

 

Em Múrcia, no sudeste da Espanha, a Blendhub especializou-se em alimentos em pó, como carne, leite, peixe, frutas e vegetais, a partir de uma técnica de secagem. Com esses ingredientes são preparadas duas mil receitas, e as fórmulas ficam armazenadas em computação em nuvem.

 

Dessa forma, fica mais fácil produzir perto de quem vai consumir alimentícios industrializados de forma automatizada, por máquinas guiadas pelas receitas. Já são sete hubs em quatro continentes, incluindo países populosos como Índia e Tailândia.

 

A empresa trabalha para grandes companhias do ramo, como Nestlé e Cargill, mas também com pequenas empresas desenvolvendo novos produtos. Já são 10 toneladas de alimentos em pó vendidos por ano e faturamento de € 50 milhões (R$ 272 milhões).

 

CALOR EXTREMO GERA PERDA DE ALIMENTOS E AUMENTO DOS PREÇOS NO CEASA DO RIO

 

— Estamos planejando novos hubs, incluindo o Brasil. com parceiros e investidores locais. Operando perto das fontes de ingredientes e dos consumidores finais, já conseguimos reduzir em 30% o preço de um produto, eliminando custos da cadeia — diz o dinamarquês Henrik Kristensen, acrescentando que a empresa tem patentes em 80 países e começou a coletar dados como rastreabilidade dos ingredientes, preços, fornecedores, distâncias logísticas, tempo e custos de transporte, para trazer ainda mais eficiência e confiabilidade à operação.

 

A sustentabilidade é uma obrigação para o setor na União Europeia (UE), que desde o ano passado tem como meta reduzir o consumo de energia em quase 12% nos países-membros.

 

Em Sevilha, a unidade da Coca-Cola Europacific Partners, engarrafadora com maior receita da marca de bebidas no bloco, monitora em tempo real o uso de energia e água por um sistema digital nas 12 linhas de produção. O monitoramento digital garantiu, mesmo com a expansão da produção, a redução do consumo dos dois insumos entre 20% e 22% desde 2019.

 

‘CÉREBRO DIGITAL’

 

Na Deoleo, maior produtora de azeite do mundo, localizada em Córdoba, toda a produção foi digitalizada, permitindo dar ao consumidor informações de rastreabilidade do produto.

 

A companhia espanhola elevou sua eficiência, integrando laboratórios e fábricas por meio de uma espécie de “cérebro digital”. Com mais dados, a empresa conseguiu cortar a emissão de 2.353 toneladas de CO2 em 2022, queda de 66% em relação a 2021.

 

Deoleo, maior produtora de azeite de oliva do mundo, usa tecnologia digital para rastrear produção — Foto: Divulgação

Fotos: Reprodução

 

No Brasil, um dos maiores produtores de alimentos do mundo, esse movimento também começou, mas o país ainda investe pouco na industrialização dos produtos in natura, o que poderia elevar o valor agregado das exportações do país, apontam especialistas.

 

— No Brasil, quem não aderir, seja pequena ou grande empresa, será penalizado nas gôndolas pelo consumidor — afirma Paulo Silveira, fundador e CEO do FoodTech Hub Latam, ecossistema de inovação do setor de alimentos.

 

MAIS INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL

 

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o investimento do setor em inovação subiu de R$ 15,3 bilhões em 2020 para quase R$ 20 bilhões no ano passado.

 

Glaucia Maria Pastore, cientista de alimentos da Unicamp, afirma que o Brasil já poderia ter avançado mais na eficiência do setor e na oferta de produtos com maior qualidade nutricional ampliando a industrialização no campo. Ela cita que atualmente chega a sobrar arroz, rico em fibras e carboidratos, que poderia se transformar em creme ou farinha, por exemplo.

 

— O país também perde ao não industrializar alguns tipos de plantas, que servem como alimento, mas também têm propriedades medicinais — diz a pesquisadora.

 

Em Curitiba, a Bühler, fabricante de equipamentos para empresas de alimentos, está desenvolvendo sistemas de inteligência artificial (IA) e internet das coisas (IoT) que corrigem erros na fabricação de comestíveis em série.

 

Hoje, isso ainda é feito por humanos com a ajuda de sensores. A Bühler também desenvolveu equipamentos com motores mais eficientes, que reduzem em até 50% o consumo de energia.

 

— Estamos trabalhando para que o consumo de água seja reduzido em cada processo — diz Frederico Goulart, diretor da Bühler Brasil.

 

REUTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS

 

A M. Dias Branco, dona das marcas de massas e biscoitos Adria e Piraquê, é uma das brasileiras que iniciou a digitalização das operações e estuda como aplicar a IA na correção das nas linhas. Já teve ganhos de eficiência de 5% a 15% e, para acelerar a absorção de novas tecnologias, faz parcerias com startups.

 

— Criamos há três anos um plano de automação e digitalização. Temos 17 fábricas, com muitas linhas de produção. Esses planos nos ajudam a decidir qual linha automatizar no curto e médio prazo — diz Sidney Leite, diretor técnico e de Operações da M. Dias Branco.

 

A JBS, multinacional brasileira líder global em carnes, recorre à economia circular para responder à cobrança crescente sobre sustentabilidade. Cerca de 99% dos resíduos do processamento de gado são reaproveitados, sendo transformados em biodiesel, gelatinas, sabonetes e couro para revestimento de móveis, vestuário e acessórios.

 

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Novas fábricas já são inauguradas com coleta de águas pluviais, uso de veículos elétricos no trânsito interno e geração de energia solar nos estacionamentos, o que ajuda a cumprir metas de sustentabilidade.

 

Fonte: O Globo

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Coluna Você Sabia? : O ingrediente mais badalado do mundo? Acredite, é o repolho; entenda
Enviado por alexandre em 18/03/2024 01:03:56

O repolho passou uma eternidade sendo o carro-chefe do stir-fry (técnica de cozimento de origem oriental em que os ingredientes são fritos em uma pequena quantidade de óleo enquanto são misturados) e do ensopado, o companheiro silencioso de inúmeras pernas de pato, sanduíches de porco desfiado e pratos alemães.

 

Nunca reclamou, mesmo quando cozido com carne enlatada ou enfiado em uma panela por meses. Mas, hoje, o vegetal que pode fazer sua casa cheirar como um cortiço do século XIX é o queridinho dos apaixonados por culinária nos Estados Unidos.

 

Folhas de repolho roxo foram usadas para embrulhar mapo tofu no restaurante Poltergeist, o atual fascínio culinário de Los Angeles. No Superiority Burger, em Nova York, o repolho envolve delicadamente o arroz com tofu e cogumelos refogados.

 

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Pratos requintados que colocam o repolho em papel de destaque estão encontrando seu caminho nos cardápios de todo os EUA. No Good Hot Fish, em Asheville, Carolina do Norte, o repolho verde picado é estrela em uma panqueca temperada com molho de sorgo picante. — É como o bacon nos anos 1990 — diz o chef Michael Stoltzfus, que tem dois pratos de repolho em seu cardápio no Coquette, em Nova Orleans.

 

O repolho é apenas a última celebridade em uma família de crucíferos robustos que ajudam chefs e clientes durante os meses mais frios, quando os produtos locais são escassos.

 

Rúcula, couve e couve-flor tiveram cada uma a sua vez de brilha, mas as couves-de-bruxelas, as atuais queridinhas dos menus modernos que David Chang começou a grelhar com bacon no Momofuku Noodle Bar em 2004, são talvez a maior porta de entrada para o mundo das brassicas (grupo diversificado de hortaliças).

 

Essa verdura tem a vantagem de ser especialmente barata e abundante, com uma longa vida útil, já que uma única cabeça parece durar para sempre na geladeira. E ganhou espaço nos cardápios americanos à medida que acrescentavam pratos criativos influenciados pela China, Índia e outros países asiáticos, onde o alimento é um ingrediente essencial.

 

O kimchi, prato típico coreano, por exemplo, ajudou muito. Seu crescimento meteórico foi impulsionado (para o desagrado de alguns) pelo interesse em tudo que é fermentado e benéfico para o intestino. Com sua herança suíço-alemã, Stoltzfus era um superfã de repolho antes de ser um chef famoso.

 

— Todo mundo riu de mim por muito tempo — conta. Seu grande sucesso é um pedaço de repolho verde torrado com molho ravigote e polvilhado com parmesão. A 15 dólares (74 reais), o prato é um constante gerador de dinheiro em um momento em que os orçamentos de restaurantes estão particularmente apertados.

 

— É algo com que brincamos — diz. — Nosso aperitivo mais vendido é a coisa que mais nos anima e também, de longe, a melhor margem de lucro — pontua. Ainda assim, alguns clientes que não são fãs do alimento precisam ser convencidos.

 

— Para uma pessoa comum, o repolho é a última coisa que eles escolhem quando veem no cardápio porque é humilde, como uma batata — fala Armen Ayvazyan, chef do Chi Spacca, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

 

Muitas pessoas pedem a receita que foi a contribuição do chef para a reabilitação do ingrediente: uma porção macia de repolho em forma de cone recheada com nduja (uma espécie de salame). Chega à mesa em um molho de queijo taleggio cercado por azeite de cebolinha verde.

 

O repolho tem sido um cavalo de batalha culinário global por séculos (a China é a que mais produz, a Rússia é a que mais come). E alimentou gerações de imigrantes americanos.

 

NOVA ONDA

 

Mas encontrar o repolho que iniciou o renascimento crucífero atual não é tão fácil. Em 2019, parecia que o repolho estava a caminho do sucesso, pelo menos de acordo com a agência de notícias Associated Press. Alguns meses depois, o site de gastronomia Eater saudou o repolho como “sua próxima grande paixão por vegetais”.

 

No entanto, a pandemia desacelerou o ímpeto dos vegetais nos restaurantes, embora tenha havido um aumento nas vendas de chucrute e kimchi quando as pessoas pensaram que o repolho fermentado poderia afastar a Covid. Agora, a febre do repolho está mais forte do que nunca.

 

— Acho que 2024 será um ano realmente emocionante para o repolho — previu o famoso agricultor Lee Jones, do Chef’s Garden, uma fazenda especializada na região norte de Ohio, nos EUA. A chef Victoria Blamey, de Nova Iorque, mas que cresceu no Chile, odiava repolho e seu cheiro sulfuroso.

 

Mas quando a jovem cozinheira trabalhava na Inglaterra, experimentou um prato do vegetal com bacon. Agora, ela usa o repolho em terrinas e chou farci (prato típico europeu), e recentemente casou o repolho, o caranguejo e a baunilha no restaurante Blanca.

 

— O repolho pode ser tão elegante e luxuoso quanto qualquer outra coisa — disse. Mas e o cozinheiro caseiro? Para as pessoas que cresceram comendo repolho refogado ou salada de repolho, o alimento não é novidade. A quantidade do vegetal que os americanos comem até caiu neste século: de 4 kg em 2000 para cerca de 2,7 kg per capita em 2022.

 

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Cerca de um terço dos consumidores compraram repolho em 2023, de acordo com uma pesquisa realizada pela The Packer, uma publicação da indústria de produtos agrícolas. E eles não eram apenas cozinheiros com orçamento limitado. Pessoas que ganham mais de 100 mil dólares (cerca de 500 mil reais) por ano compraram mais repolho do que aquelas que ganham menos de 25 mil dólares (125 mil reais).

 

Fonte:O Globo
 

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Brasil : Estudo mostra que uso do celular na refeição afeta a saúde
Enviado por alexandre em 18/03/2024 01:02:47

Você usa o celular ao comer? Pois saiba que essa prática é mais arriscada do que parece

Usar o celular durante as refeições pode parecer inofensivo, mas pode ter vários efeitos negativos na saúde física, mental e relações sociais. É sempre melhor reservar esse tempo para desfrutar da comida e da companhia daqueles com quem você está compartilhando a refeição.

 

Um estudo conduzido pelo departamento de psicologia da Universidade da Campânia Luigi Vanvitelli, na Itália, revelou que o uso do celular durante as refeições está associado a um aumento na ingestão calórica.

 

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Os pesquisadores italianos Marco La Marra, Giorgio Caviglia e Raffaella Perrella sugeriram que, embora a distração possa interferir nos sinais fisiológicos de fome e saciedade, há uma suposta influência do efeito de facilitação social. Eles ressaltaram que a cognição desempenha um papel fundamental na regulação da ingestão alimentar e atividades que exigem alta demanda perceptiva devem ser desencorajadas durante as refeições.

 

Dados globais indicam que o uso de tecnologias digitais, conhecidas como "tempo de tela", é um fator de risco para a obesidade, especialmente entre os jovens. Além disso, há preocupações com o potencial viciante do uso excessivo de dispositivos móveis, os pesquisadores concluíram que o uso destes dispositivos durante as refeições interfere no comportamento alimentar, destacando a importância de prestar atenção durante a ingestão alimentar.

 


 

Qualquer distração durante as refeições pode desviar a atenção dos alimentos, prejudicar o processo de mastigação e reduzir a sensação de saciedade. Isso pode levar a um aumento do desejo de comer mais, resultando, consequentemente, em uma maior ingestão calórica.

 

Fonte: Diário Online

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Coluna Internacional : 'Kung Fu Panda 4' lidera pela segunda semana nos Estados Unidos
Enviado por alexandre em 18/03/2024 01:01:35

A animação "Kung Fu Panda 4", continuação da franquia da Universal e DreamWorks Animation, manteve a liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana seguido, arrecadando sólidos US$ 30 milhões entre sexta e domingo (17/3). Após 10 dias em exibição, o desenho soma US$ 107,7 milhões na América do Norte e US$ 176,5 milhões globalmente. O lançamento no Brasil vai acontecer nesta quinta (21/3)

 

"Duna: Parte 2" também manteve seu 2º lugar, mas com uma diferença muito pequena, adicionando mais US$ 29 milhões de 3.847 locais em seu terceiro fim de semana em cartaz. As vendas de ingressos diminuíram apenas 37% em relação ao fim de semana anterior. Até agora, a sequência de ficção científica arrecadou US$ 205 milhões na América do Norte e mais de US$ 400 milhões em todo o mundo.

 

As vendas dos dois blockbusters superaram facilmente a estreia da semana no mercado norte-americano. O drama canino "Uma Prova de Coragem" (Arthur the King), estrelado por Mark Wahlberg, abriu em 3º lugar com modestos US$ 7,5 milhões de 3.003 cinemas. Por sorte, a Lionsgate gastou apenas US$ 19 milhões na produção sentimental, sobre um homem que faz amizade com um cão vadio ferido. O longa estreia no Brasil em 4 de abril.

 

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O terror "Imaginário - Brinquedo Diabólico", ficou em 4º lugar com US$ 5,5 milhões de 3.118 locais. Após duas semanas de lançamento, a produção da Blumhouse e Lionsgate sobre um ursinho de pelúcia aterrorizante arrecadou US$ 19 milhões. Esta produção foi ainda mais barata que o filme do cachorro, custando cerca de US$ 11 milhões.

 

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A biografia religiosa "Cabrini", do Angel Studio, completa o Top 5 com US$ 2,9 milhões de 2.850 cinemas, o que aumenta seu total doméstico para US$ 13 milhões. Não há previsão para esse filme chegar no Brasil.

 

Fonte:Terra

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