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Educação Em Foco : Desenrola Fies contabiliza 164 mil renegociações de dívidas
Enviado por alexandre em 11/01/2024 10:25:12

Desenrola Fies contabiliza 164 mil renegociações de dívidas

Foto: Reprodução

Prazo para solicitar renegociação termina em 31 de maio

Balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) contabiliza mais de 164 mil renegociações de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), nos primeiros dois meses do Desenrola Fies. Os acordos representam um total de R$ 7,6 bilhões, sendo que R$ 338 milhões já retornaram aos cofres públicos.

 

Os descontos previstos no programa implementado pelo governo federal para renegociação das dívidas variam entre 77%, 92% e 99%. Já o abatimento dos juros pode chegar a 100%.

 

“A iniciativa oferece condições atrativas para aqueles que têm débitos relacionados a contratos celebrados até 2017, em fase de pagamento e com inadimplência registrada até 30 de junho de 2023”, informou o MEC, que busca, com a renegociação, auxiliar 1,2 milhão de pessoas com dificuldades financeiras para quitar seus débitos.

 

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A renegociação (ou a simulação da renegociação) pode ser feita por meio do banco com o qual foi assinado o contrato – no caso, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal.

 

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O MEC esclarece que todo o processo pode ser feito de forma virtual,?por meio dos aplicativos dessas instituições.O prazo para a solicitar a renegociação vai até 31 de maio de 2024. 

 

Fonte:Agência Brasil

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Mais Notícias : Remédios para diabetes podem ajudar a conter vício em álco
Enviado por alexandre em 11/01/2024 10:23:45

Um novo estudo promissor aponta que remédios para diabetes podem ajudar a conter o vício em álcool. Confira detalhes da descoberta.

Pesquisas indicam que remédios para diabetes podem auxiliar no vício em álcool. Anteriormente, estudos avaliavam se a semaglutida pode ser benéfica no tratamento do alcoolismo. Agora, uma nova análise divulgada na Scientific Reports reforça a sugestão de que medicamentos para diabetes tipo 2, como a semaglutida e a tirzepatida, podem diminuir o desejo por álcool.

 

Os cientistas do Fralin Biomedical Research Institute uniram dois estudos distintos para avaliar a eficácia desses medicamentos na redução do consumo de álcoolAo examinar conversas relacionadas ao álcool, os pesquisadores observaram que 962 indivíduos compartilharam 1.580 postagens sobre o tema, sendo que 71,7% delas abordavam efeitos negativos associados ao consumo de álcool.

 

Num segundo estudo, 153 participantes autodeclarados com obesidade foram recrutados por meio de diversas plataformas de redes sociais.Esses indivíduos foram distribuídos em três grupos: o grupo de controle, o grupo que utilizava semaglutida e o grupo que fazia uso de tirzepatida.

 

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Os participantes que receberam semaglutida ou tirzepatida relataram um consumo significativamente menor de bebidas, em média, em comparação com aqueles do grupo de controle, que não utilizava remédios para diabetes ou perda de peso.Os pesquisadores observaram uma redução significativa tanto no número médio de bebidas quanto nas chances de consumo excessivo de álcool.

 

O estudo também evidenciou que os efeitos estimulantes e sedativos da intoxicação alcoólica aumentam em pacientes que ingeriram semaglutida e tirzepatida.Conforme relatado pelos autores, os participantes manifestaram uma redução no consumo de álcool, experimentaram menos efeitos adversos dessa substância e diminuíram as chances de consumo excessivo.

 

Diante dessas descobertas, os autores destacam a importância de realizar mais ensaios clínicos randomizados para explorar o potencial terapêutico desses medicamentos no tratamento do transtorno por uso de álcool.

 


 

Recentemente, observamos que a terapia genética pode surgir como uma nova ferramenta no combate ao alcoolismo: a liberação da proteína fator neurotrófico demonstrou potencial para impedir o retorno ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas. 

 

Fonte: Fatos Desconhecidos

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Coluna Meio Ambiente : Excesso de CO2 faz plantas crescerem mais: resultado poderá ser considerado em projeções de mudanças climáticas do IPCC
Enviado por alexandre em 11/01/2024 10:20:55

Excesso de CO2 faz plantas crescerem mais: resultado poderá ser considerado em projeções de mudanças climáticas do IPCC

Se você tem a impressão de que as plantas de seu jardim estão crescendo mais depressa, talvez tenha razão. Como a vegetação sintetiza os açúcares que formam folhas, ramos e raízes usando gás carbônico (CO2) da atmosfera, o aumento da concentração desse gás – cerca de 30% nas últimas seis décadas, segundo a agência espacial norte-americana (Nasa) – pode funcionar como fertilizante. O efeito, que já era conhecido nas plantas do hemisfério Norte, acontece também nas árvores e plantas herbáceas brasileiras, segundo estudo publicado em setembro na revista Scientific Reports.

"As árvores jovens cresceram duas vezes mais rápido ao receber o dobro da concentração de CO2 em relação à atmosfera", conta a bioinformata Janaína da Silva Fortirer, estudante de doutorado no laboratório coordenado pelo botânico Marcos Buckeridge no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP). Elas absorveram em média 39% mais carbono e ao menos dobraram o peso de folhas, troncos e raízes – a chamada biomassa. Além disso, produziram mais açúcar por meio da fotossíntese e aumentaram em 61% o estoque de amido, um tipo de açúcar que pode ser armazenado e usado em condições ambientais desfavoráveis.

As plantas herbáceas absorveram 51% de carbono a mais, mas é um armazenamento temporário, porque seu ciclo de vida costuma ser anual. Esses vegetais também produziram mais açúcares e proteínas. Os pesquisadores verificaram que a respiração das plantas diminuiu tanto nas árvores quanto nas plantas herbáceas, o que reduz o consumo de água. Os experimentos indicaram que a fertilização por CO2 pode aumentar a produtividade de plantas cultivadas como a cana-de-açúcar, a soja e o café.
Câmara de topo aberto na USP permite alterar teor de CO2 disponível às plantas. Foto: Léo Ramos Chaves/Revista Pesquisa FAPESP

Fortirer obteve esses resultados a partir de uma análise estatística de 68 experimentos realizados no Brasil por diversos grupos de pesquisa nos últimos 20 anos, um tipo de estudo chamado metanálise. Os testes usavam metodologias variadas, como camâras de topo aberto, que permitem a circulação de ar, e um sistema de enriquecimento de dióxido de carbono ao ar livre, conhecido como Free-Air CO2 Enrichment (FACE). Depois, as partes das plantas eram separadas e pesadas, e os açúcares e o amido extraídos e medidos.

Buckeridge ressalta que as plantas só absorvem mais carbono quando têm água e nutrientes em abundância e temperatura adequada. Segundo ele, as árvores tendem a morrer mais cedo com o aumento de temperatura e, quando decompostas, devolvem o carbono para a atmosfera. Além disso, o aumento na concentração desse elemento só estimula o crescimento até certo ponto. "Se passar muito do dobro da concentração atual, o CO2 passa a ter efeito tóxico", observa.

As árvores, que, segundo artigo publicado em 2018 na revista científica PNAS, respondem por cerca de 56% da massa de todos os seres vivos do planeta, já tiveram grande influência sobre mudanças climáticas no passado. No livro A trama da vida (editora Fósforo, 2021), o ecólogo Merlin Sheldrake, da Universidade Livre de Amsterdã (VU), na Holanda, explica que uma grande quantidade de troncos e ramos foi fossilizada antes de se decompor durante o período Carbonífero, entre 290 milhões e 360 milhões de anos atrás.

O carbono retirado do ar ficou aprisionado nas reservas de carvão, o que contribuiu para o resfriamento do planeta. O nível de CO2 na atmosfera terrestre começou a crescer mais intensamente a partir da revolução industrial, em 1750, com a queima de combustíveis fósseis, segundo dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa).

"O trabalho da Scientific Reports faz a primeira síntese dos resultados de experimentos com plantas tratadas com excesso de CO2 no Brasil", destaca o ecólogo David Lapola, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Segundo ele, é um passo importante para entender como espécies arbóreas e herbáceas reagem à fertilização por gás carbônico. O pesquisador ressalta que falta verificar se o ecossistema natural de fato absorverá carbono.

"Como o solo na Amazônia é pobre em nutrientes necessários para o crescimento da planta, isso pode limitar a absorção de gás carbônico adicional", 

observa Lapola, que lidera o projeto AmazonFACE, que pretende verificar o efeito do CO2 em uma área de floresta do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a 80 quilômetros de Manaus.
Experimento AmazonFACE replica em maior escala o que foi feito no laboratório. Foto: Carlos Alberto Quesada/Inpa

No experimento, torres de 35 m de altura dispostas em círculos com diâmetro de 30 m, lançarão ar enriquecido em gás carbônico nas plantas. Dentro de cada anel os pesquisadores irão monitorar fatores como transpiração, crescimento do tronco, das raízes e dos microrganismos do solo. O experimento deve começar no final de 2024.

Leia também: Comitê científico estabelece cinco áreas prioritárias de pesquisa do AmazonFACE

Em testes iniciais no sub-bosque, onde crescem árvores jovens como as incluídas nos experimentos em câmaras de topo aberto e no estudo da USP, a equipe de Lapola já identificou estratégias ecológicas que ajudam a superar a limitação de nutrientes quando expostas ao excesso do gás. "No sub-bosque sombreado, plantas de até 3 m de altura desenvolveram raízes mais longas e mais ramificadas na serrapilheira, aumentando a área de absorção", relata a engenheira florestal Nathielly Pires Martins, do Inpa, que fez experimentos em câmaras de topo aberto durante um ano, como parte de seu doutorado.

Segundo Martins, as raízes a 15 centímetros de profundidade se associaram a fungos, que fornecem nutrientes como o fósforo. "No entanto, não sabemos por quanto tempo essas estratégias ajudarão a contornar a pobreza do solo", ressalta. Também será necessário verificar o que acontece nas árvores adultas.

Segundo Buckeridge, que na década de 2010 trabalhou no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), o estudo de seu grupo permite que as plantas brasileiras sejam consideradas nas previsões climáticas do IPCC. Ele conta que os relatórios do painel internacional usavam estudos sobre plantas de países mais frios. "Nosso resultado mostra que as plantas tropicais e as de regiões frias reagem de forma parecida ao excesso de CO2", diz ele, ressaltando que o estudo valida as interpretações do IPCC.  

Projetos

1. INCT 2014: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (nº 14/50884-5); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Temático; Pesquisador responsável Marcos Silveira Buckeridge (USP); Investimento R$ 5.937.374,92.
2. Centro de Pesquisa e Inovação de Gases de Efeito Estufa – RCG2I (nº 20/15230-5); Convênio BG E&P Brasil (Grupo Shell); Pesquisador responsável Julio Romano Meneghini (USP); Investimento R$ 599.074,98.

Artigo científico

Fortirer, J. S. et al. Meta‐analysis of the responses of tree and herb to elevated CO2 in Brazil. Scientific Reports. v. 13, n. 15832. 22 set. 2023.


*O conteúdo foi originalmente publicado pela Revista Pesquisa Fapesp, escrito por Gilberto Stam

Brasil : Previsão de entrega de ponte que conectará Brasil e Bolívia é para 2027
Enviado por alexandre em 11/01/2024 10:19:54

Obras fazem parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento e têm como objetivo fortalecer a integração sul-americana.


Foto: Divulgação/Ministério dos Transporte

A construção da ponte binacional, que vai ligar o Brasil e a Bolívia, deve ficar pronta em 2027. A previsão foi anunciada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), à Rede Amazônica, e pelo Ministério dos Transportes.

A ponte faz parte de um acordo de mais de 100 anos entre Brasil e Bolívia para a integração dos países, e integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal.

A estrutura, de 1,22 km, vai passar sobre o rio Mamoré e deve começar a ser construída em 2025, com um custo de R$ 429,5 milhões a serem pagos pelo Brasil. Também está prevista a instalação de uma aduana.

Além da importância estratégica para o Brasil, que passará a contar com um corredor logístico para o oceano Pacífico, a ponte também tem potencial de impulsionar as trocas comerciais com Rondônia.

Da Bolívia, o Brasil poderá importar principalmente lítio, usado em baterias e produtos usados na agricultura, como destacou o ministro de Obras Públicas da Bolívia.

"Essa ponte é importante porque nós temos para oferecer ao Brasil lítio, sal para o gado, e produtos exóticos que a Bolívia produz", afirma o ministro de Obras Públicas da Bolívia, Edgar Montaño.


Brasil : Fraude na Copinha: apostador oferece R$ 10 mil para goleiro levar dois gols em partida
Enviado por alexandre em 11/01/2024 10:16:59


Esquema ocorreu na Copa São Paulo de Futebol Júnior. (Foto: Reprodução)

Em uma nova tentativa de manipulação de resultados no futebol brasileiro, um goleiro do Nacional, cuja identidade permanece sob sigilo, recebeu uma oferta de R$ 10 mil para permitir que dois gols fossem marcados em uma partida da Copa São Paulo de Futebol Júnior, contra o Avaí. O jogador recusou a proposta e denunciou o incidente à Federação Paulista de Futebol.

O delegado César Saad, responsável pelo caso, informou que o apostador, identificado como Jiuliandro José da Silva Bezerra, confessou a tentativa de fraude e foi indiciado por manipulação de resultado. O áudio com a oferta foi enviado na noite de segunda-feira para o goleiro, que tomou a decisão de denunciar o ocorrido.

O aliciador pretendia que o goleiro permitisse dois gols propositais durante o primeiro tempo da partida, ocorrida na última terça-feira, 9. A vitória final do Avaí por 1 a 0 impediu a concretização do plano. A Federação Paulista de Futebol tomou medidas imediatas ao tomar conhecimento da tentativa de manipulação, acionando a Polícia Civil e a Stats Perform, empresa parceira da entidade responsável pelo monitoramento global de casas de apostas.

A legislação sancionada recentemente sobre apostas esportivas estabelece diretrizes para a integridade do jogo e prevenção à manipulação de resultados. A FPF tem realizado ações preventivas, como palestras para jogadores, comissões técnicas e diretores das equipes participantes da Copinha, visando conscientizar e informar sobre canais de denúncia anônima.

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