Pantanal registra queda de 65% no desmatamento em 2025, aponta levantamento do INPE
Foto: Reprodução
Instituto também divulgou dados consolidados do desmatamento na Amazônia e confirmou menor valor em onze anos
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam que o desmatamento no Pantanal apresentou uma forte redução em 2025. De acordo com o levantamento, a área devastada no bioma caiu 65% em comparação com o ano anterior.
Segundo o instituto, foram desmatados 291 km² de vegetação nativa no período analisado. Em 2024, o número havia sido muito maior, chegando a 842,4 km², resultado influenciado principalmente pelas grandes queimadas registradas na região naquele ano.
O coordenador do programa de monitoramento do desmatamento do INPE, Cláudio Almeida, explicou que a taxa registrada em 2025 representa um retorno a patamares mais próximos da média histórica do bioma. Entre 2017 e 2024, a média anual de perda de vegetação no Pantanal foi de cerca de 697 km², o que significa que o índice mais recente está 58% abaixo dessa média.
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Os dados fazem parte do Programa de Monitoramento dos Biomas Brasileiros (BiomasBR), que utiliza imagens de satélite para mapear anualmente a supressão de vegetação nativa em todo o país. O sistema é uma das principais ferramentas usadas para acompanhar o desmatamento e orientar políticas de fiscalização e conservação ambiental.
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Foto: Reprodução
Além das informações sobre o Pantanal, o INPE também divulgou números consolidados sobre a Amazônia. Em 2025, o desmatamento na região chegou a 5.731 km², valor muito próximo da estimativa divulgada anteriormente pelo instituto, com diferença de pouco mais de 1%, indicando maior precisão nos cálculos.
Especialistas apontam que o monitoramento por satélite e as ações de fiscalização têm papel fundamental para acompanhar a situação ambiental do país e orientar estratégias de preservação dos biomas brasileiros.
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Além das informações sobre o Pantanal, o INPE também divulgou números consolidados sobre a Amazônia. Em 2025, o desmatamento na região chegou a 5.731 km², valor muito próximo da estimativa divulgada anteriormente pelo instituto, com diferença de pouco mais de 1%, indicando maior precisão nos cálculos.
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