Em Rondônia os “fichas imundas” permanecem em funções com altos salários dentro da estrutura pública.

Publicado em: 18/04/2026 14:14
ALERTA SOBRE POSSÍVEL DENÚNCIA EM RONDÔNIA 🚨
Informações que circulam nos bastidores indicam que estaria em fase final de preparação uma denúncia a ser encaminhada ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas de Rondônia, envolvendo assessores especiais ligados ao governo estadual. Segundo relatos, alguns desses agentes já respondem a processos na Justiça, outros tiveram mandatos ou cargos cassados e ainda assim permanecem em funções com altos salários dentro da estrutura pública.
Há indícios de que alguns desses nomes já estejam percorrendo o estado em clima de pré‑campanha, utilizando, de forma questionada, a máquina pública para se expor politicamente e se fortalecer como possíveis pré‑candidatos. Nos bastidores, cresce a preocupação com o uso do fundo eleitoral: há relatos de que alguns agentes poderiam estar de olho nesses recursos, com suspeitas de articulação de esquemas de uso irregular, incluindo possíveis movimentações semelhantes ao caixa dois e acesso a recursos por caminhos que fogem da transparência.
Especialistas lembram que fraudes em notas fiscais, desvios em prestações de contas e uso indevido de recursos públicos já ocorreram em outros cenários políticos e reforçam que a vigilância precisa ser ainda maior na eleição de 2026. Comentários também apontam que alguns desses agentes teriam ciência de possíveis impedimentos jurídicos e até de futuras inelegibilidades, o que reforça questionamentos sobre o real interesse na disputa eleitoral.
⚠️ O alerta é claro: Ministério Público, Justiça Eleitoral e Tribunal de Contas de Rondônia precisam acompanhar com atenção situações em que se combinam altos salários em cargos de confiança, uso questionado da máquina pública e disputa antecipada por recursos do fundo eleitoral.
O dinheiro do fundo eleitoral é público. Sai do bolso do contribuinte. Se forem confirmadas irregularidades, tais práticas podem configurar crimes graves contra a administração pública e a legislação eleitoral. Até o momento, não há posicionamento oficial do governo estadual sobre essas informações que circulam nos bastidores.

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