Levantamento da FIEMG indica impacto de normas nas áreas trabalhista, tributária e energética sobre a competitividade
O estudo da FIEMG expõe com números brutais o fracasso da gestão econômica de Lula: entre 2023 e 2025, o governo petista aprovou normas que inflaram o custo de produzir, contratar e investir no Brasil em impressionantes 147 bilhões de reais por ano.
Enquanto as obrigações trabalhistas sozinhas adicionaram 115,6 bilhões em despesas para as empresas, as áreas ambiental, energética e tributária completaram o estrago, gerando um impacto negativo líquido de quase 147 bilhões anuais.
Isso só faz o já absurdo Custo Brasil, hoje em 1,7 trilhão de reais por ano, ou 19,5% do PIB, crescer ainda mais, enterrando a competitividade da indústria brasileira num mar de burocracia, regulamentação ideológica e intervencionismo estatal típico da era Lula 3.
Em vez de simplificar, desonerar e modernizar, o governo prefere empilhar normas que encarecem a energia, os insumos, a mão de obra e os investimentos, condenando o país a crescer menos, gerar menos empregos formais e perder espaço para concorrentes internacionais.
O resultado é previsível: indústria sufocada, desemprego disfarçado em informalidade e uma economia que patina enquanto o discurso oficial celebra “inclusão” e “sustentabilidade”.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Folhapress