GOVERNO LULA CRIA MANOBRA CONTÁBIL PARA ESCONDER ROMBO DE R$ 7,5 BILHÕES NAS ESTATAIS
Publicado em: 04/05/2026 11:30
Projeção de déficit bilionário em empresas públicas reacende debate sobre transparência fiscal e critérios contábeis
Em mais um capítulo da contabilidade criativa que se tornou marca registrada do governo Lula, a equipe econômica formalizou no PLDO de 2027 uma manobra explícita para maquiar as contas públicas.
Ao projetar um rombo de R$ 7,5 bilhões nas empresas estatais federais, o maior da série recente, o Planalto inseriu dispositivos que permitem excluir até R$ 10 bilhões em despesas do cálculo do resultado primário, especialmente de companhias em reestruturação e gastos do Novo PAC.
Na prática, trata-se de um colchão contábil que retira do balanço oficial o impacto negativo das estatais, permitindo ao governo anunciar metas fiscais mais palatáveis enquanto a realidade fiscal se deteriora.
Essa engenharia orçamentária reforça o padrão de maquiagem que adia ajustes necessários, transfere custos para o futuro pagador de imposto e erode a credibilidade das contas públicas, em um contexto de déficits recorrentes nas empresas controladas pela União.
Em vez de atacar as raízes da ineficiência estatal, opta-se por esconder o rombo no tapete contábil, uma bomba programada para explodir.