DENTRO DA MEGAPRISÃO: PRESOS DORMEM EM CHAPAS DE FERRO APÓS GOVERNO RETIRAR COLCHÕES DAS CELAS
DENTRO DA MEGAPRISÃO: PRESOS DORMEM EM CHAPAS DE FERRO APÓS GOVERNO RETIRAR COLCHÕES DAS CELAS
O endurecimento do combate às facções criminosas na América Latina alcançou um dos níveis mais severos já registrados. Em novas estruturas de segurança máxima criadas para conter o crime organizado, detentos passaram a enfrentar um regime extremamente rígido, marcado pela retirada de itens considerados básicos no sistema prisional tradicional.
Entre as medidas mais polêmicas está a remoção total de colchões, lençóis e travesseiros das celas coletivas. Registros feitos por agências internacionais durante visitas ao complexo penitenciário mostram presos dormindo diretamente sobre placas metálicas fixadas às paredes ou no próprio chão de cimento.
Segundo as autoridades responsáveis pela segurança, a decisão busca impedir que materiais sejam usados para esconder armas artesanais, drogas ou até servir de combustível em incêndios e rebeliões dentro das unidades.
A medida, porém, gerou forte reação de organizações de direitos humanos. Entidades internacionais afirmam que obrigar detentos a dormir no metal ou no concreto representa uma violação de tratados internacionais voltados à dignidade e integridade física de pessoas privadas de liberdade.
Mesmo diante das críticas, o governo sustenta que o novo modelo é necessário para retomar o controle das penitenciárias e enfraquecer a influência das facções criminosas. As autoridades afirmam que o sistema foi projetado para eliminar privilégios, bloquear comunicações externas e impedir qualquer reorganização do crime dentro das prisões.
Com vigilância intensa, presença militar constante e regras extremamente rígidas, o complexo já é considerado um dos regimes carcerários mais duros do mundo moderno
