Era uma vez pré – candidatura a Câmara federal, Jaqueline Cassol é a sorteada rondoniense no caso Master

ESCÂNDALO MASTER CAUSA A PRIMEIRA BAIXA ELEITORAL EM RONDONIA. JAQUELINE CASSOL É A SORTEADA. TCHAU, QUERIDA.
O CONGRESSO NACIONAL É“BALCÃO DE NEGÓCIOS” POR EXCELÊNCIA. ENCONTRAR UM “NÃO” CORRUPTO É MISSÃO QUASE IMPOSSÍVEL., COMENTA O ADVOGADO CAETANO NETO
Investigações em curso do caso MASTER e publicadas, nesta quinta-feira(18) pela jornalista e colunista Andreza Mataiz do site Metrópoles em Brasília, revela haver provas extraídas pelo Coaf, Órgão que Controla Movimentações Financeiras sem o registro de transação e informa Banco Central das movimentações com montantes, quase sempre acima de milhões. Uma vez que não há comprovação da transação, de acordo com o Coaf, caracteriza suspeição de esquema de recurso sem origem, com viés de marginalidade, corrupção e outros crimes.
Aqui, na terra das oportunidades, o caso Master, diga-se Vorcaro, atingiu em cheio a ex-deputada federal Jaqueline Cassol (PSD) que atua hoje como assessora especial do Gov. Marcos Rocha, lotada na Casa Civil. Nos relatórios do Coaf apresenta a ex-deputada Jaqueline como remetente de valores para contas vinculadas a empresas da família de Ciro Nogueira.

Nas eleições de 2022, Jaqueline Cassol, combinado com Ciro Nogueira, tomou o partido PP de seu irmão Ivo Cassol, traindo seu mentor e criador político. Na época, Ivo era presidente do PP e segundos os mais próximos ele pretendia lançar seu amigo e parceiro político Carlos Magno vice-governador em chapa majoritária a ser confirmada.
Com a presidência do partido, Jaqueline decidiu seu projeto político próprio e lançou-se ao cargo de Senadora da República. Seu marido Luiz Paulo para deputado estadual. Ambos perderam a eleição. Luiz Paulo, mesmo derrotado e com baixíssima votação, Jaqueline conseguiu nomear como Secretário de Estado de Agricultura na gestão de Marcos Rocha reeleito.

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, por entendimento com Jaqueline Cassol, presidente do PP, enviou do Fundo Eleitoral, valores que superaram R$ 10 milhões de reais, com a promessa de Jaqueline, eleger, no mínimo, um deputado federal. O dinheiro esvaiu na eleição, nenhum federal foi eleito e o PP rumou para autofagia no Estado. A prestação de contas da campanha de 2022 junto ao TRE, ainda, não recebeu aprovação.
ASCOM
