Profissionalização do agro amplia demanda por projetos mais técnicos e impulsiona atuação do Grupo MM Eventos no setor

Publicado em: 10/07/2026 16:21
Angelita, Meire e Angelica na Agrishow 2026 – Com projetos para marcas ligadas ao agronegócio, empresa estrutura nova frente de crescimento em uma área que exige ambientes presenciais mais robustos, funcionais e voltados à geração de negócios.

O agronegócio brasileiro está transformando a forma como utiliza feiras, eventos corporativos e experiências presenciais. Se antes os estandes/projetos tinham uma função mais expositiva, hoje esses espaços passaram a operar como ambientes estratégicos de relacionamento, demonstração de soluções, posicionamento de marca e geração de negócios.

Em sinergia a este movimento o Grupo MM Eventos, empresa com mais de 30 anos de atuação no mercado de eventos, a estruturou frentes de crescimento para suas áreas de atendimento. A decisão acompanha a evolução de um setor que mantém forte peso na economia brasileira e vem exigindo projetos cada vez mais técnicos, robustos e alinhados à dinâmica comercial do campo.

A empresa já desenvolveu projetos para marcas ligadas ao segmento e agora transforma essa experiência em uma atuação mais direcionada para feiras, eventos corporativos, ativações e projetos de relacionamento em regiões impulsionadas pelo agro.

Segundo Angelita Felicio, representante comercial do Grupo MM Eventos que está situada em Ribeirao Preto – SP, o avanço da empresa no setor acompanha uma mudança clara no comportamento das marcas do agronegócio.

“O agro tem uma relevância enorme para a economia brasileira, mas também vem sofisticando a forma como se apresenta ao mercado. As grandes feiras deixaram de ser apenas vitrines de produtos e passaram a ser ambientes de decisão, relacionamento e construção de marca. Isso muda completamente a forma de pensar um projeto presencial”, afirma.

A expectativa do Grupo MM Eventos é ampliar a participação do agronegócio dentro da carteira da área de estandes nos próximos anos. Atualmente, projetos ligados ao setor representam cerca de 15% da operação das áreas, e a meta é alcançar 35% até [2027/2028], impulsionada pela maior demanda de empresas do agro por experiências presenciais mais eficientes, funcionais e integradas à estratégia comercial.

Para Ana Medeiros, diretora de Live Marketing do Grupo MM Eventos, o agro passou a ser visto como uma frente de alto potencial dentro da operação da empresa, mas também como uma área que exige conhecimento técnico específico.

“Em uma feira agro, o projeto precisa funcionar como uma operação. Muitas vezes lidamos com áreas abertas, alto fluxo de visitantes, equipamentos de grande porte, variações climáticas e prazos de montagem mais complexos. A estética continua importante, mas ela não pode estar desconectada da funcionalidade, da resistência e da estratégia de negócios do cliente”, afirma.

O avanço acontece em um momento positivo para o agronegócio brasileiro. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, as exportações do setor somaram US$ 38,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e o maior valor já registrado para os meses de janeiro a março. O desempenho reforça a relevância econômica do agro e ajuda a explicar a intensificação dos investimentos das marcas em presença institucional, relacionamento comercial e ativação em grandes feiras.

Eventos deixam de ser vitrine e passam a gerar negócios

A profissionalização do agronegócio também tem alterado o papel dos eventos dentro da estratégia das empresas. Em feiras de grande porte, os estandes deixaram de funcionar apenas como pontos de exposição e passaram a concentrar reuniões comerciais, demonstrações técnicas, ações de relacionamento, experiências de marca e atendimento a públicos altamente qualificados.

Para Angelita, esse movimento aumenta a demanda por parceiros capazes de unir planejamento, execução técnica e leitura estratégica do negócio.

“As empresas do agro buscam projetos que aproximem produtores, parceiros, distribuidores e clientes. O espaço precisa comunicar a marca, mas também precisa funcionar bem, receber pessoas, apoiar conversas comerciais e criar oportunidades concretas de relacionamento. Por isso, a escolha de uma agência experiente faz diferença no aproveitamento do investimento”, explica.

Segundo a executiva, a complexidade dos projetos também amplia a necessidade de gestão integrada. Isso inclui planejamento antecipado, fornecedores especializados, materiais adequados, equipes preparadas e capacidade de adaptação às particularidades de cada feira.

Agrishow 2026 reforça movimento de profissionalização

Um exemplo dessa atuação foi a participação do Grupo MM Eventos na Agrishow 2026, realizada entre 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto. Considerada uma das principais feiras de tecnologia agrícola da América Latina, a feira reúne empresas nacionais e internacionais ligadas a máquinas, insumos, soluções industriais, logística, tecnologia e inovação para o campo.

Na edição deste ano, um dos destaques da atuação do Grupo MM Eventos foi o projeto desenvolvido para a Prometeon, fabricante de pneus para caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, equipamentos industriais e veículos off-the-road. A marca atua em segmentos diretamente ligados à logística, ao transporte e às operações pesadas, áreas essenciais para a cadeia do agronegócio, além da Prometeon, o Grupo MM esteve presente em ativações AGCO, Valtra e Fendt.

A presença da Prometeon em eventos do setor reforça como marcas ligadas à infraestrutura, à mobilidade e à produtividade do campo vêm utilizando feiras estratégicas para ampliar visibilidade, fortalecer relacionamento com públicos especializados e consolidar posicionamento no mercado.

Para Ana, esse tipo de projeto evidencia a diferença entre uma feira tradicional e uma operação voltada ao agronegócio.

“No agro, o estande precisa responder a uma jornada muito específica. Ele deve comportar reuniões, circulação intensa, exposição de produtos, atendimento técnico e, muitas vezes, estruturas mais resistentes. Não é apenas um espaço bonito. É uma plataforma de negócios”, afirma.

Nova frente estratégica

Com a estruturação da frente voltada ao agronegócio, o Grupo MM Eventos pretende ampliar sua presença em feiras e projetos corporativos ligados ao setor, atendendo empresas que buscam experiências presenciais mais completas e conectadas aos seus objetivos comerciais.

A iniciativa também reflete uma leitura de mercado: à medida que o agro ganha sofisticação em comunicação, marca e relacionamento, cresce a demanda por projetos capazes de traduzir essa evolução em ambientes físicos bem planejados.

“Existe uma oportunidade importante para empresas que entendem a complexidade dos eventos agro e conseguem entregar projetos com inteligência, eficiência e segurança. O Grupo MM quer crescer nesse mercado porque enxerga um setor em expansão, com marcas cada vez mais conscientes sobre o papel estratégico da presença física”, finaliza Angelita.

Via Clarissa Perillo

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