Marcos Rocha já tratado como um governante sem mandato e o pior da história recente de Rondônia
Revisão esperada
A revisão do pedagiamento na BR-364, articulada pelo ex-senador Acir Gurgacz (PDT-RO), em Brasília, é uma esperança de melhores dias para os rondonienses. Mesmo fora do cargo, o parlamentar pedetista, bem relacionado com o presidente Lula e com os Ministros na Esplanada dos Ministérios, tem funcionado como uma importante linha auxiliar dos prefeitos rondonienses no governo federal, liderando recursos e quando projetos de infraestrutura para as municipalidades. Além destas providencias, Acir tem liberado recursos de emendas de sua autoria.
A fiscalização
Sem a devida fiscalização, a maioria dos conjuntos habitacionais instalados em Rondônia padecem com rachaduras e invariavelmente com problemas de esgoto a céu aberto em suas ruas. Inaugurado há quase uma década, o mega conjunto Orgulho do Madeira continua com problema de esgoto, outros com falta de água e recém-inaugurados com problemas de rachaduras. A Caixa Econômica falha na fiscalização dos conjuntos, os prefeitos inauguram as obras sem uma vistoria mais apurada, os governadores querem mesmo é mostrar suas obras para o público e fazer política. Infelizmente as falhas têm sido rotineiras nos conjuntos.
Comércio berrando
O comercio lojista de Porto Velho está urrando no enfrentamento com as bets, que enxuga o dinheiro na praça, as vendas online e o endividamento das famílias rondonienses. Não fosse a “indústria” do contracheque e o pagamento em dia do funcionalismo dos quadros, federal, estadual e municipal, Porto Velho entraria num buraco negro; O dinheiro circulando nos pagamentos que durava semanas movimentando os estabelecimentos comerciais hoje dia some no próprio dia do recebimento e se verifica nesta retração o fechamento de agências bancárias e a redução de caixas eletrônicos nos bancos da capital.
O apedrejamento
O apedrejamento dos governadores, ao final de mandatos, tem sido uma constante na história política de Rondônia, num tratamento raivoso principalmente atribuído a população da capital. Nem o icônico falecido governador Jorge Teixeira de Oliveira, o Teixeirão, escapou desta sina. Ao deixar o então Palácio Presidente Vargas, sede do governo de Rondônia, foi desrespeitado por populares. Ivo Cassol, considerado um dos melhores mandatários da história de Rondônia, beneficiado pela herança recebida de José Bianco que acertou as finanças do estado envolvido num buraco negro, tem até hoje forte rejeição na capital rondoniense.
A vez de Marcos Rocha
Agora é a vez do atual governador Marcos Rocha ser apedrejada, como uma Geni, aquela da música de Chico Buarque Está a seis meses de deixar o Palácio Rio Madeira e já sofre as consequências do comportamento da população da capital, onde seguidos governadores receberam o mesmo tratamento de repulsa. Rocha não foi bem-sucedido na saúde e tampouco na segurança pública, mas Cassol e Confúcio também não foram brilhantes nestes quesitos. O funcionalismo já trata Rocha como um governante sem mandato, com os olhos voltados no próximo. Eleito e com a proeza de ser reeleito, esperava-se mais de Rocha no segundo mandato. Não deixa obras marcantes.
Via Direta
** Vem aí uma crise hídrica. Os poços caseiros estão secando na região metropolitana de Porto Velho. Nos bairros mais populosos das zonas Leste e Sul os proprietários de imóveis se preparam para aprofundar os chamados poços amazônicos ***Inovando na campanha eleitoral ao governo de Rondônia o pré-candidato Pedro Abib, do MDB, percorre o estado com motorhome ouvindo as propostas da população para formar seu programa de governo *** Já, o senador Confúcio Moura do mesmo partido, usa o método tradicional de visitações aos municípios *** Em concorrido evento em Ji-Paraná no final e semana, a deputada federal Silvia Cristina lançou sua pré-campanha ao Senado da República.

