“Assessor de padre Júlio Lancellotti é réu por falsidade ideológica e comanda instituto que recebeu R$ 500 mil”
A paróquia São Miguel Arcanjo, do padre Júlio Lancellotti, repassou ao menos R$ 500 mil a uma entidade presidida pelo assessor do pároco, Marcelo Augusto de Sousa e Silva, réu sob acusação de falsidade ideológica, falsa identidade e falsificação de documento particular num caso pelo qual a Justiça tenta localizá-lo há 12 anos. Ele chegou a ser preso.
O religioso diz não saber do histórico criminal de seu braço-direito. Marcelo, por sua vez, afirma desconhecer o caso. Documentos obtidos pela Folha contradizem essa versão. Marcelo não apenas foi citado —por edital, já que nunca foi encontrado pessoalmente— como foi alvo de um mandado de prisão em 2015 em razão do sumiço.
#PraTodosVerem: Duas pessoas posam juntas sorrindo atrás de mesa decorada com bolo azul, flores brancas e balões. Abaixo, há a chamada: “Assessor de padre Júlio Lancellotti é réu por falsidade ideológica e comanda instituto que recebeu R$ 500 mil”
