Lula foi genial ao anunciar caneta emagrecedora para a população via SUS agora o Fome Zero tá completo
Uma declaração atribuída ao humorista Maurício Meirelles ganhou repercussão nas redes sociais ao ironizar o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a futura oferta de canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A piada faz referência tanto ao antigo programa Fome Zero quanto às declarações de Lula sobre o brasileiro voltar a ter condições de consumir alimentos como picanha. No comentário, Meirelles associa os dois temas de forma bem-humorada, sugerindo que, diante da dificuldade de comprar a carne, a solução seria simplesmente “tirar a vontade” de comer.
O contexto da brincadeira surgiu após Lula afirmar, nesta quinta-feira (17), em Montes Claros (MG), que medicamentos utilizados no tratamento da obesidade deverão ser disponibilizados gratuitamente pelo SUS. Segundo o Ministério da Saúde, a incorporação deverá seguir protocolos médicos e critérios específicos, e estudos ainda estão sendo realizados para definir como os medicamentos serão oferecidos.
O anúncio rapidamente provocou comentários, críticas e memes nas redes sociais. O governo sustenta que a medida busca ampliar o acesso ao tratamento da obesidade, enquanto o próprio Lula afirmou que as canetas devem ser utilizadas com responsabilidade e acompanhamento médico.
Fonte: Ministério da Saúde, CNN Brasil e redes sociais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (18), durante um evento sobre segurança pública no Rio de Janeiro, que não aceita a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, posição adotada pelo governo de Donald Trump.
Ao comentar a discussão sobre o combate ao crime organizado, Lula afirmou que o termo terrorismo deveria ser associado aos atos de 8 de janeiro de 2023 e à trama golpista investigada pela Polícia Federal. “Terrorismo foi o 8 de Janeiro”, declarou.
Lula também mencionou o plano investigado pela PF que, segundo as autoridades, previa ações contra ele, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. O presidente ainda afirmou que as facções criminosas provocam medo nas populações, mas rejeitou classificá-las formalmente como organizações terroristas.
A declaração ocorre após o governo Trump defender a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras e criticar a atuação brasileira contra essas facções.
Fonte: Metrópoles, Folha de S.Paulo e Agência Brasil
