Janja pode ir morar me Cuba caso Flávio Bolsonaro vença às eleições

Publicado em: 22/09/2026 14:37

Circulam nos bastidores políticos alegações de que a primeira-dama Janja poderia deixar o Brasil e viajar para Cuba caso Flávio Bolsonaro vença as eleições presidenciais de 2026.

A informação, porém, aparece como uma alegação atribuída aos bastidores, sem confirmação pública de Janja ou do governo sobre qualquer plano nesse sentido.

Flávio Bolsonaro é oficialmente candidato à Presidência nas eleições de 2026, com registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: EasyFatos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas eleitorais e a disputa pela Presidência da República em 2026. Em entrevista ao podcast Desce a Letra, Lula foi questionado sobre a recuperação de seu adversário nas intenções de voto e minimizou os resultados dos levantamentos.

Segundo a CNN Brasil, o presidente atribuiu o avanço de Flávio às mudanças no ambiente político e à disseminação de informações falsas. Lula também afirmou que os resultados de seu governo seriam suficientes para garantir sua reeleição.

Entretanto, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (21), durante viagem aos Estados Unidos, Lula reconheceu que sente preocupação durante as disputas eleitorais.

“Toda eleição eu fico preocupado, porque a gente só sabe os resultados depois da apuração”, declarou o presidente.

As declarações ocorrem em meio à aproximação entre os dois candidatos nas pesquisas. Levantamento Nexus/BTG, realizado entre 18 e 20 de setembro, aponta Lula com 46% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno, contra 45% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

A possibilidade de uma vitória ainda no primeiro turno também passou a fazer parte do discurso de Flávio Bolsonaro. Segundo a CNN Brasil, o senador manifestou publicamente esse objetivo durante uma transmissão com aliados em 8 de setembro.

Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, os candidatos intensificam suas campanhas em busca do apoio dos eleitores que ainda não definiram o voto.

Fonte: CNN Brasil.

Uma declaração atribuída ao jurista Ives Gandra Martins sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a circular nas redes sociais, provocando discussões sobre corrupção, posicionamento político e os critérios utilizados pelos brasileiros na escolha de seus representantes.

Na manifestação, atribuída ao jurista, o apoio eleitoral a Lula é apresentado não como uma questão de identificação com a esquerda ou a direita, mas como uma escolha relacionada à tolerância diante de acusações de corrupção.

A frase já circulava durante as eleições presidenciais de 2022, quando foi reproduzida em publicações e colunas políticas. Entretanto, não foi possível localizar o registro original que confirme em quais circunstâncias Ives Gandra teria feito a declaração.

A manifestação faz referência ao histórico judicial de Lula, que chegou a ser condenado em processos relacionados à Operação Lava Jato. Em 2021, porém, o Supremo Tribunal Federal anulou as condenações ao reconhecer que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar os casos, restabelecendo os direitos políticos do petista.

A discussão sobre o tema envolve diferentes perspectivas sobre a relação entre ética, decisões judiciais e escolhas eleitorais. Enquanto críticos de Lula questionam sua trajetória política e judicial, seus apoiadores destacam a anulação das condenações e contestam as acusações utilizadas contra o presidente.

Fonte: Correio Braziliense, coluna de Cláudio Humberto e Supremo Tribunal Federal.

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