Jaime Gazola é cotado para comandar a Saúde no governo Marcos Rogério

PORTO VELHO-RO: Eleito com mais de 35 mil votos, Jaime Gazola (PODE) é cotado para assumir a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) no governo Marcos Rogério (PL). A possibilidade vem sendo ventilada entre integrantes da equipe de transição do futuro governo.
Com uma das oito cadeiras de Rondônia na Câmara Federal, Gazola terá de escolher entre exercer o mandato em Brasília ou assumir o desafio de comandar a saúde pública estadual pelos próximos quatro anos.
Caso aceite o convite, a vaga na Câmara ficará com o primeiro suplente, Rafael Fera (PODE), que não conseguiu a reeleição.
Médico de formação, Gazola já esteve à frente da saúde pública de Porto Velho por quase dois anos. Durante o período, participou de entregas que, até então, pareciam improváveis para a estrutura municipal.
A experiência na capital pode pesar na escolha de Marcos Rogério, que terá pela frente o desafio de melhorar os serviços de saúde em Rondônia. A eventual indicação ainda depende de confirmação.
Paulo Moraes/Podemos, é o único capaz de tirar o PL da presidência da ALE/RO

PORTO VELHO-RO: Com sete deputados eleitos, o PL desponta como favorito para comandar a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO) no biênio 2027/2028. Nos bastidores, porém, Paulo Moraes (Podemos) aparece como um dos nomes com força para mudar esse cenário.
A base governista de Marcos Rogério (PL) deverá contar, além dos sete parlamentares do PL, com três deputados do Novo, dois do Avante e Paulo Moraes, do Podemos. A composição coloca o futuro governador em posição estratégica na disputa pela presidência do Legislativo.
Entre os nomes do PL, Alan Queiroz ganha força para assumir o comando da Assembleia. Paulo Moraes, por sua vez, tem como trunfos a proximidade com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, e a relação de confiança com Marcos Rogério.
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Com capacidade de articulação junto aos dois principais líderes políticos desse grupo, Paulo pode se tornar uma alternativa na disputa e colocar em xeque a preferência do PL pela presidência.
As conversas estão em andamento, e o posicionamento dos 13 deputados alinhados ao futuro governo poderá ser decisivo para definir quem comandará o Parlamento estadual pelos próximos dois anos.
