“Sou nordestina, vendedora de picolé e vou votar 22 no domingo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra”, afirma a mulher, em uma declaração que vem circulando na internet.
Uma trabalhadora nordestina está chamando a atenção nas redes sociais após uma declaração sobre sua escolha política para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25).
“Sou nordestina, vendedora de picolé e vou votar 22 no domingo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra”, afirma a mulher, em uma declaração que vem circulando na internet.
A fala faz referência ao número 22, utilizado pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL), que disputa a Presidência da República contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao mencionar sua origem nordestina e sua profissão como vendedora de picolé, a trabalhadora procura transmitir a mensagem de que sua condição social, sua atividade profissional e a região onde nasceu não determinam obrigatoriamente sua preferência política.
A declaração também chama a atenção para um debate recorrente nas eleições brasileiras: a diversidade de opiniões políticas entre os moradores do Nordeste, região historicamente importante para o desempenho eleitoral de Lula e do Partido dos Trabalhadores.
Apesar da predominância de votos recebidos pelo petista na região em eleições anteriores, o eleitorado nordestino não é homogêneo e reúne pessoas com diferentes posições políticas.
A manifestação da vendedora reforça a discussão sobre a liberdade de cada brasileiro escolher seus representantes independentemente de sua profissão, renda ou origem regional.
A identidade da mulher e o local exato onde a declaração foi gravada ainda não foram confirmados de forma independente.
E você, o que achou da declaração da trabalhadora nordestina? Acredita que a profissão e a região onde uma pessoa vive influenciam sua escolha política?

Uma mulher que se apresenta como artesã gravou um vídeo para criticar as condições de vida no Pará. Segundo ela, o estado tem muitas riquezas, mas a população ainda enfrenta problemas como falta de atendimento na saúde, dificuldades na educação, falta de água e poucas oportunidades de trabalho.
“O estado do Pará é riquíssimo, mas vive em calamidade”, afirmou.
Durante o desabafo, ela também demonstrou preocupação com o futuro dos trabalhadores que dependem de atividades como mineração, garimpo, agropecuária e exploração madeireira. A mulher questionou as dificuldades enfrentadas por essas famílias e criticou as restrições que, segundo ela, afetam esses setores.
A artesã também afirmou que teme perder seguidores por expor suas opiniões políticas, mas disse que não pretende ficar calada.
Ao final do vídeo, declarou oposição ao governo Lula e anunciou que pretende votar em Flávio Bolsonaro (PL), número 22, no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
A identidade da mulher e o local exato da gravação não foram informados.
Fonte: Bacci Notícias.

Rose, mãe de Davi, uma criança autista com nível 3 de suporte e não verbal, relatou as dificuldades financeiras enfrentadas pela família em Imperatriz (MA). Segundo ela, o benefício recebido pelo filho foi suspenso há oito meses, e a família está sem o Bolsa Família há dois anos.
A mãe afirma que o marido trabalha com carteira assinada e que, desde então, a família enfrenta dificuldades para manter as despesas da criança. Davi tem seletividade alimentar severa e, segundo Rose, consome uma lata de leite específico por dia, o que pesa no orçamento familiar.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Rose desabafou sobre a situação e disse que precisou recorrer à ajuda de outras pessoas para garantir a alimentação do filho. Ela também pediu mais apoio às mães que precisam se dedicar integralmente aos cuidados dos filhos.
No fim do relato, Rose manifestou sua posição política e pediu votos para Flávio Bolsonaro, número 22. As informações sobre a suspensão dos benefícios e a situação financeira foram relatadas pela própria mãe e não tiveram confirmação independente.
