“Como é que no debate você defende a saidinha e agora corta o benefício do meu marido?”, questionou a mulher,
Um vídeo de uma mulher de preso, divulgado nas redes sociais, repercutiu após ela questionar a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de sancionar uma lei que restringe o pagamento do auxílio-reclusão em determinados casos. “Como é que no debate você defende a saidinha e agora corta o benefício do meu marido?”, questionou a mulher, demonstrando indignação com a medida.
A declaração faz referência à posição de Lula durante o debate presidencial, quando defendeu as saídas temporárias para detentos que cumprem os requisitos legais. Agora, a sanção da legislação que restringe o auxílio-reclusão reacende discussões sobre as políticas do governo para a população carcerária e seus familiares.
A nova regra não extingue o auxílio-reclusão para todos os dependentes de presos, mas estabelece restrições relacionadas a determinados crimes. O benefício é destinado aos dependentes de segurados de baixa renda que atendem aos critérios da Previdência Social.
Fontes: Lei nº 15.358/2026; Senado Federal; Reuters/UOL.

Uma faxineira chamada Luísa emocionou as redes sociais ao relatar que perdeu 12 clientes para quem trabalhava havia entre cinco e dez anos. Segundo o relato divulgado pelo Portal Eder Fritsch, muitos deles estariam deixando o Brasil, e a profissional teme que a perda dos contratos provoque uma queda significativa em sua renda.
Luísa contou que cobra entre R$ 400 e R$ 700 por faxina e afirmou que está tendo dificuldades para encontrar novos clientes para substituir os que perdeu. Emocionada, ela explicou que sua preocupação não é com a qualidade do serviço, mas com o dinheiro necessário para manter as despesas da casa e garantir o sustento da família.
O caso chamou a atenção nas redes sociais por mostrar como a saída de clientes pode afetar diretamente a renda de quem depende de serviços domésticos. No entanto, a publicação não informa os motivos individuais de cada cliente para deixar o país nem apresenta detalhes que permitam confirmar se todos estão saindo pelo mesmo motivo.
Fonte: Portal Eder Fritsch

Estudantes de uma escola pública de Parintins, no Amazonas, realizaram um protesto nesta segunda-feira (26), apenas um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, para denunciar a falta de alimentação escolar. A manifestação aconteceu em uma cidade onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquistou 82,75% dos votos válidos, contra 17,25% de Flávio Bolsonaro (PL), segundo dados eleitorais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os alunos do Centro de Educação em Tempo Integral (CETI) Deputado Gláucio Gonçalves ocuparam o saguão da instituição para cobrar providências. Segundo os estudantes, o café da manhã deixou de ser servido, embora a escola de tempo integral deva oferecer três refeições diárias. O problema também teria comprometido o almoço e provocado o encerramento antecipado das aulas.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), funcionários terceirizados responsáveis pela alimentação paralisaram suas atividades devido a atrasos salariais. Durante a manifestação, representantes do grêmio estudantil também denunciaram a falta de recursos para atividades básicas, incluindo a reprodução de provas escolares.
O episódio ganhou repercussão pelo contraste entre a expressiva votação recebida por Lula no município e a situação enfrentada pelos estudantes logo após as eleições. Entretanto, a escola pertence à rede estadual, sendo o Governo do Amazonas responsável diretamente pelo fornecimento da alimentação. A situação reacende críticas sobre a qualidade dos serviços públicos e a necessidade de garantir condições dignas aos estudantes, independentemente de disputas políticas.
Fontes: AmEmPauta, Congresso em Foco e BNC Amazonas.
