Empresário decidiu aumentar de R$ 250 para R$ 2 mil o aluguel de uma vaga de garagem utilizada por uma mulher após vê-la com um adesivo do PT
O empresário Tacimar Hoendel relatou, em vídeo publicado nas redes sociais, que decidiu aumentar de R$ 250 para R$ 2 mil o aluguel de uma vaga de garagem utilizada por uma mulher após vê-la com um adesivo do PT. Segundo ele, o episódio ocorreu no prédio de sua mãe, em Niterói, no Rio de Janeiro, após uma conversa sobre as eleições.
Tacimar afirmou que abordou a moradora ao perceber o adesivo e comunicou o reajuste. A mulher teria demonstrado interesse em continuar alugando o espaço, mas se surpreendeu com o novo valor. “Está todo mundo com muito dinheiro, o país está muito bom. Se não for 2 mil, eu prefiro deixar vazio”, declarou.
Ao final da gravação, o empresário dirigiu ofensas à mulher e sugeriu que ela deixasse o veículo na rua. Via @tacimarhoendel. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

Uma mulher identificada como Dina viralizou ao contar que o casamento terminou após ela votar em Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo no TikTok, afirmou que o marido decidiu se separar por divergências políticas.
“Meu casamento acabou porque o Lula ganhou. E nem é meme”, relatou. Dina disse que agora trabalha como motorista de aplicativo e terá de arcar sozinha com as despesas. Ela também afirmou que não pretende expor o ex-marido. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

A Justiça do Trabalho de São Paulo determinou que a Meta remova, em até 24 horas, 15 publicações que incentivam a demissão de trabalhadores por posicionamento político. Entre os citados estão os deputados eleitos Guilherme Kilter (Novo-PR) e Sargento Castro (PP-SP), além de Victor Ruiz (PL-SP), suplente de deputado federal. A decisão atende a um pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT).
As postagens orientavam empresários a identificar funcionários que votaram em Lula e, em alguns casos, demiti-los. O juiz Bruno José Perusso considerou que os conteúdos incentivam práticas discriminatórias. A Meta também deverá divulgar avisos contra o assédio eleitoral em suas plataformas. A informação é do colunista Demétrio Vecchioli, do Metrópoles. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR
