Petista tatua nome de Lula na testa e se declara “é muito amor! por Lulinha”

Publicado em: 30/10/2026 16:23

Um vídeo que voltou a circular nas redes sociais mostra um homem tatuando o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na testa. As imagens chamaram a atenção dos internautas pela escolha inusitada do local da tatuagem.

O procedimento foi realizado pelo tatuador Leo Caberna, no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. No vídeo, o homem aparece durante o processo e, depois, mostra o resultado com o nome “Lula” marcado na testa.

A atitude provocou diferentes reações nas redes sociais. Enquanto alguns usuários comentaram a decisão do homem, outros fizeram piadas sobre a escolha e questionaram a possibilidade de arrependimento no futuro.

Fonte: Portal do Fritsch

O empresário goiano Felipe Cecílio anunciou uma recompensa de R$ 1 milhão, com pagamento via Pix, para quem apresentar provas concretas de uma suposta fraude nas urnas eletrônicas utilizadas no segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo o anúncio, o valor será destinado ao programador que conseguir fornecer informações consistentes e verificáveis sobre a possível existência e utilização de um software capaz de manipular os resultados eleitorais.

“A matemática não está batendo”, declarou Felipe Cecílio ao levantar suspeitas sobre o processo eleitoral.

O comunicado divulgado também indica um contato por WhatsApp para o recebimento de informações. Entretanto, não há confirmação independente de que o pagamento esteja garantido.

Até o momento, não foram apresentadas evidências verificáveis que comprovem a suposta manipulação. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Tribunal de Contas da União (TCU) realizaram auditorias das eleições de 2022 sem constatar fraude nos resultados.

Fontes: Brazil Urgente e Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Um vídeo publicado pelo perfil @rubensmesquita76 nas redes sociais, no qual um feirante é entrevistado sobre a ida do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos, ganhou repercussão na internet.

Durante a entrevista, o trabalhador foi questionado sobre sua opinião a respeito da decisão do parlamentar de deixar o Brasil.

“Até eu fugiria de uma ditadura. É assim mesmo, bandido solto e cidadão de bem preso”, afirmou o feirante, manifestando sua insatisfação com a situação política e judicial do país.

A declaração chama a atenção pelo posicionamento do entrevistado, que associa a viagem de Flávio Bolsonaro ao exterior a uma suposta perseguição política. A classificação do Brasil como uma ditadura, entretanto, representa a opinião expressa pelo entrevistado.

Flávio Bolsonaro chegou a Miami, nos Estados Unidos, na quarta-feira (28 de outubro), acompanhado da família, após deixar o Brasil por via terrestre e seguir de avião pela Argentina e pelo Equador.

A viagem aconteceu depois de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a entrega dos passaportes do senador no âmbito de uma investigação. Flávio nega irregularidades e afirma ser alvo de perseguição política.

A entrevista publicada por Rubens Mesquita acrescenta uma manifestação popular ao debate sobre a saída do senador do país e a atuação das instituições brasileiras.

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