Pessoas formam uma fila para receber ossos com restos de carne em Fortaleza, no Ceará
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas formando uma fila para receber ossos com restos de carne em Fortaleza, no Ceará. A distribuição é realizada pelo projeto Anjos que Fazem o Bem, uma iniciativa social que atua há mais de 15 anos ajudando famílias de comunidades carentes.
Além das ossadas, o projeto também realiza doações de pães, frutas, verduras, sopas e outros alimentos. Segundo os responsáveis pela iniciativa, os ossos são aproveitados pelas famílias no preparo de caldos e refeições.
As imagens ganharam repercussão depois que foram compartilhadas com a legenda de que a “fila do osso” seria resultado do governo Lula. No entanto, a Agência Lupa esclareceu que os vídeos mostram uma ação social independente, que já acontecia antes do atual governo. A situação também reacendeu discussões sobre pobreza, fome e o acesso à alimentação no Brasil

O governo do presidente Lula negou acesso a estudos técnicos, pareceres jurídicos e relatórios que serviram de base para duas medidas anunciadas pouco antes das eleições: o programa Desenrola 3.0 e a proibição das casas de apostas, conhecidas como bets. A informação foi revelada pela BBC News Brasil.
A solicitação foi feita por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), mas a Casa Civil recusou a divulgação dos documentos. Como justificativa, alegou que o material está protegido pelo sigilo profissional da advocacia pública, conhecido como sigilo advogado-cliente.
A decisão gerou críticas de especialistas em transparência pública, que questionam a justificativa do governo e alertam para o risco de criação de um sigilo sem prazo definido. Para eles, a população tem o direito de conhecer os estudos e os motivos técnicos que levaram à adoção de medidas com impacto econômico.
O caso também chama atenção porque Lula já havia prometido combater os sigilos em seu governo e ampliar o acesso da população às informações públicas.

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais provocou forte reação no mercado financeiro. Nos primeiros dias após o resultado, o real sofreu uma desvalorização expressiva diante do dólar, enquanto o peso argentino registrou uma queda menor no mesmo período.
Na segunda-feira (26 de outubro), o dólar fechou em alta de 8,41%, chegando a R$ 5,409, a maior alta diária desde 1999. Na Argentina, o peso registrava queda de aproximadamente 0,7% frente à moeda americana naquele pregão.
A reação dos investidores foi associada à preocupação com os rumos da política econômica brasileira, especialmente em relação aos gastos públicos e ao controle das contas do governo. O movimento chamou atenção também fora do Brasil, já que a desvalorização do real pode afetar o comércio e a competitividade econômica entre os dois países.
