Sem novidade Dino arquivou uma ação apresentada pelo Partido Novo que solicitava uma revisão nacional de documentos mantidos sob sigilo por órgãos públicos
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou uma ação apresentada pelo Partido Novo que solicitava uma revisão nacional de documentos mantidos sob sigilo por órgãos públicos. O pedido incluía informações protegidas por até 100 anos, gastos com cartões corporativos da Presidência e registros de voos oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB).
O partido queria que as instituições reavaliassem essas restrições em até 90 dias. Ao rejeitar a iniciativa, Dino considerou o pedido excessivamente genérico, argumentando que milhares de situações diferentes não poderiam ser analisadas em uma única ação.
A decisão não avaliou se os sigilos questionados são legais ou ilegais, nem determinou a divulgação dos documentos. Com isso, a tentativa de revisão nacional foi encerrada nesse processo, mas casos específicos ainda podem ser levados à Justiça

Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a repercutir nas redes sociais em meio às discussões sobre o preço dos combustíveis no Brasil. No vídeo, o petista defende que as pessoas caminhem mais, pratiquem exercícios físicos e deixem de utilizar o carro para pequenos deslocamentos.
“Por que as pessoas não andam meia hora todo dia? Por que não caminham? Por que não fazem ginástica? As pessoas têm que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco”, afirmou Lula. O presidente também citou o hábito de utilizar o carro para ir à padaria ou à farmácia, defendendo que pequenas caminhadas fazem bem à saúde.
Apesar da associação feita por algumas publicações nas redes sociais, Lula não estava falando sobre o preço da gasolina. A declaração ocorreu em 13 de março de 2026, durante a inauguração de um setor do Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, quando o presidente comentava o uso de medicamentos para emagrecimento, como o Ozempic, e a importância da atividade física.
O trecho, entretanto, passou a circular acompanhado de referências à alta dos combustíveis, criando uma associação entre a recomendação de caminhar e as despesas dos motoristas brasileiros. A interpretação não corresponde ao contexto original do discurso, no qual o presidente não apresentou a caminhada como solução para o preço da gasolina.
Fontes: CNN Brasil, UOL Confere e Aos Fatos — março de 2026.

Uma entrevista de rua divulgada nas redes sociais chamou atenção após um homem fazer duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando sua gestão como a pior da história do Brasil.
Durante a conversa, o entrevistado demonstrou insatisfação com a situação do país e questionou os resultados das administrações petistas. “Tem 20 anos que ele tá no poder. Se a gente for olhar, o Brasil só andou pra baixo”, afirmou.
A declaração reflete a visão crítica do entrevistado sobre os rumos econômicos e políticos do Brasil. Na avaliação dele, o país não apresentou os avanços esperados durante o período de influência política de Lula.
Embora o entrevistado mencione 20 anos no poder, Lula governou o Brasil entre 2003 e 2010 e retornou à Presidência em janeiro de 2023. Portanto, não permaneceu no cargo durante duas décadas consecutivas.
O episódio ilustra a insatisfação de parte da população com o governo federal e reacende discussões sobre os resultados das políticas econômicas, o custo de vida e as condições de desenvolvimento do país.
Fonte: Declaração atribuída ao entrevistado em vídeo de rua divulgado nas redes sociais. Contexto histórico: Câmara dos Deputados e Arquivo Nacional.
