ALERTA VERMELHO EM RONDÔNIA: “CAVALO DE TRÓIA” DISPARA NA FRENTE EM PESQUISA E ASSUSTA ELEITORES CONSERVADORES
O resultado acendeu o sinal de alerta entre eleitores conservadores, produtores rurais, lideranças do agronegócio e defensores da liberdade econômica, que veem na ascensão de Fúria um risco real de infiltração do Planalto na fronteira ocidental da Amazônia.
Expedito Neto ao deixar a presidência do PSD e assumir a presidência do PT automaticamente leva a esquerda no 2° turno para apoiar o Fúria. É a estratégia para ganhar o governo de Rondônia.
“Isso é o cavalo de Tróia perfeito.”
Choque entre conservadores
A notícia da liderança de Adailton Fúria provocou revolta nas redes sociais. Grupos conservadores classificaram o resultado como “manipulação política” e “engenharia eleitoral”.
“Estão tentando enganar o povo de Rondônia. Fúria é o rosto simpático de um projeto que tem dono: Lula”, escreveu um influenciador ligado ao agro.
PSD: a base oculta do governo Lula
O PSD controla hoje pastas estratégicas no governo federal e foi decisivo em votações cruciais no Congresso. Seus senadores, como Rodrigo Pacheco, são apontados como barreira contra qualquer tentativa de impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Para críticos, isso revela a verdadeira face da sigla: Um partido que se vende como “centro” nos estados, mas age como linha auxiliar da esquerda em Brasília.
A frase já virou mantra entre opositores. Para eles, eleger Adailton Fúria significa entregar Rondônia de bandeja ao projeto petista.
“Quem vota em Fúria está fortalecendo Lula, protegendo Moraes e garantindo votos para a agenda radical do governo federal”, alertou um ex-parlamentar.
Rondônia no centro do tabuleiro de Brasília
O temor agora é que o estado se torne mais uma peça no xadrez do poder nacional. Para setores da direita, a liderança de Fúria na pesquisa não é apenas um dado eleitoral, mas um sinal de que a estratégia do Planalto está avançando.
“O povo precisa acordar. Se esse cavalo de Tróia entrar no Palácio Rio Madeira, depois não adianta chorar”, resumiu um produtor rural do interior.
