Evangélicos do nordeste fecham a porta para a reeleição de Lula

Publicado em: 21/09/2026 09:41

A disputa pelo voto evangélico ganha destaque nas eleições presidenciais de 2026. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta ampliar o diálogo com lideranças religiosas, o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebe apoio de representantes do segmento e aparece à frente do petista entre os eleitores evangélicos nas pesquisas nacionais.

Levantamento BTG/Nexus divulgado em 8 de setembro mostrou Flávio com 45% das intenções de voto entre evangélicos, contra 27% de Lula, em um cenário de primeiro turno. Os números abrangem todo o Brasil, não apenas o Nordeste.

Diante desse cenário, o PT lançou uma campanha direcionada ao público evangélico, com materiais que relacionam valores cristãos às políticas defendidas pelo governo. A iniciativa busca ampliar o diálogo com um segmento no qual Lula enfrenta resistência eleitoral.

No Nordeste, entretanto, o cenário entre as lideranças religiosas não é uniforme. Embora Flávio conte com o apoio de nomes como o pastor Silas Malafaia, a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito declarou apoio à reeleição de Lula, inclusive por meio de sua representação no Rio Grande do Norte.

Assim, apesar da vantagem de Flávio entre os evangélicos nas pesquisas nacionais, ainda não há comprovação de uma mudança generalizada de apoio das lideranças religiosas nordestinas. A disputa pelo eleitorado evangélico permanece como um dos temas da campanha presidencial.

Fontes: UOL, BTG/Nexus, Folha de S.Paulo, Poder360 e Revista Nordeste.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a chamar a primeira-dama Janja pelo nome de sua ex-esposa, Marisa Letícia, durante um comício realizado na sexta-feira (18), em Guarulhos, na Grande São Paulo. O episódio ocorreu enquanto o petista discursava sobre futebol e criticava as casas de apostas esportivas.

Ao comentar a eliminação do Corinthians na Libertadores, Lula mencionou o nome de Marisa duas vezes ao relembrar o momento em que acompanhava uma cobrança de pênalti do atacante Memphis Depay.

Janja, que estava presente no palco, aproximou-se do presidente e falou discretamente em seu ouvido após a troca de nomes.

O episódio não foi isolado. Em agosto, durante um evento em Belo Horizonte, Lula também confundiu os nomes ao comentar sua vida pessoal. Na ocasião, o presidente acabou mencionando Janja ao se referir à ex-esposa, falecida em 2017.

A nova confusão ocorreu em meio à campanha pela reeleição presidencial. Entretanto, não há elementos que permitam atribuir a reação de Janja a eventuais benefícios financeiros, viagens ou outros privilégios associados ao cargo de primeira-dama.

Fontes: CNN Brasil, Poder360 e UOL

Uma moradora de Recife, em Pernambuco, chamou a atenção nas redes sociais ao compartilhar sua percepção sobre a situação econômica dos vendedores ambulantes que trabalham nas praias da capital pernambucana.

“Aqui em Recife, Pernambuco, tem mais vendedores ambulantes na praia do que turistas. E vão todos votar no Lula. Acho que eles ainda não caíram na real”, declarou a nordestina.

O desabafo reúne críticas à situação do comércio informal e à preferência eleitoral que a moradora atribui aos trabalhadores da região.

A declaração também levanta uma discussão sobre os desafios enfrentados por quem depende do turismo e das vendas nas praias para garantir o sustento da família.

Embora a moradora associe suas dificuldades econômicas à escolha eleitoral dos ambulantes, não há dados apresentados que comprovem a quantidade de trabalhadores e turistas mencionada ou a preferência política de todos os vendedores da região

Compartilhar

Faça um comentário