CNJ analisa proposta sobre banheiros sem gênero em tribunais do país

Publicado em: 19/05/2026 16:11

Discussão envolve padronização de espaços em prédios da Justiça e diretrizes de acessibilidade e inclusão

DA REDAÇÃO

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) analisa uma proposta que trata da adoção de banheiros sem distinção de gênero em tribunais brasileiros. O tema está em debate no âmbito administrativo do órgão, que avalia possíveis diretrizes para padronização de espaços físicos no Judiciário.

O CNJ é o órgão responsável por fiscalizar e aprimorar o funcionamento do Poder Judiciário no Brasil, com atribuições que incluem controle administrativo, planejamento e definição de políticas judiciárias nacionais.

Segundo o texto em discussão, a medida não prevê o fim dos banheiros masculinos e femininos tradicionais, mas sim a criação de espaços adicionais, que poderiam ser utilizados por qualquer pessoa, independentemente de identidade de gênero.

A proposta em discussão busca estabelecer parâmetros sobre a organização de banheiros em prédios da Justiça, considerando aspectos de acessibilidade, convivência institucional e adequação às normas de funcionamento dos órgãos públicos.

O tema, no entanto, ainda não tem decisão final e segue em fase de análise técnica e institucional. A eventual implementação dependerá de deliberação do plenário do CNJ e de regulamentação específica para os tribunais.

Debates sobre a estrutura de banheiros em espaços públicos têm sido recorrentes em diferentes países e instituições, envolvendo discussões sobre privacidade, inclusão e adequação de normas administrativas.

Dentro do Judiciário brasileiro, o CNJ atua como órgão central de planejamento e coordenação de políticas administrativas, com foco na eficiência dos serviços e na padronização de práticas entre tribunais de todo o país.

A proposta segue em análise e não há prazo definido para votação ou eventual implementação das diretrizes.

 

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