“Quem é contra o fim da escala 6×1 não sabe o que é trabalhar de verdade”, dispara Samuel Costa
“Quem é contra o fim da escala 6×1 não sabe o que é trabalhar de verdade”, dispara Samuel Costa
O pré-candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), voltou a defender o fim da escala 6×1 e fez duras críticas aos políticos que se posicionam contra a redução da jornada de trabalho no Brasil. Segundo ele, chegou a hora da população cobrar deputados federais e senadores para que deem alívio aos trabalhadores que enfrentam jornadas exaustivas todos os dias.
Em tom contundente, Samuel afirmou que “político que é contrário ao fim da escala 6×1 bom sujeito não é”, ao argumentar que milhares de trabalhadores vivem uma rotina desgastante, sem tempo para descanso, lazer, qualificação profissional ou convivência familiar.
Costa disse que durante o Brasil colônia, durante o regime da monarquia os escravos sabiam que eram escravos. Os servos sabiam que eram servos. Mas atualmente os trabalhadores modernos acham que são empresários.” A mensagem faz uma crítica à romantização da exploração do trabalho e ao discurso que tenta transformar precarização em mérito pessoal.
Samuel Costa destacou que a realidade é ainda mais pesada para as mulheres, que em muitos casos enfrentam dupla jornada, dividindo o trabalho formal com os cuidados da casa e da família. Para ele, defender condições mais humanas de trabalho é uma questão de dignidade social.
“O trabalhador não pode viver apenas para sobreviver. Quem move a economia é o povo que acorda cedo, pega ônibus lotado, trabalha seis dias seguidos e ainda volta para casa para continuar trabalhando”, afirmou.
O pré-candidato também defendeu mobilização popular para pressionar o Congresso Nacional por mudanças na legislação trabalhista, especialmente em relação à escala 6×1, considerada por movimentos sociais e entidades sindicais como uma das jornadas mais desgastantes para a classe trabalhadora brasileira.
“Agora é a hora do povo cobrar dos deputados federais e senadores. Quem trabalha de verdade merece descanso, qualidade de vida e respeito”, concluiu.
