
Levantamento com base nos dados do Cadastro Único (CadÚnico) aponta que o número de pessoas registradas em situação de rua no Brasil passou de aproximadamente 198,7 mil, em dezembro de 2022, para 392,4 mil, em junho de 2026, um aumento de 97,4% durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O crescimento ocorre mesmo após o lançamento do programa federal Ruas Visíveis, anunciado para ampliar as políticas públicas voltadas à população em situação de rua. Segundo o governo, o plano prevê investimentos e ações integradas nas áreas de assistência social, saúde, habitação e geração de renda.
Especialistas destacam que o aumento dos registros pode estar relacionado tanto à ampliação do cadastramento dessa população no CadÚnico quanto ao agravamento de fatores sociais, como déficit habitacional, precarização das condições de vida e dificuldades de reinserção no mercado de trabalho.
Os números reacenderam o debate nas redes sociais e entre lideranças políticas. Críticos do governo afirmam que os dados demonstram que as políticas públicas adotadas até o momento não conseguiram reduzir a população em situação de rua. Já apoiadores do governo argumentam que o crescimento dos registros também reflete uma melhora na identificação e no cadastramento dessa população, permitindo maior acesso a programas sociais.

A conta de luz ficou mais cara em diversos estados do país após reajustes aprovados para distribuidoras de energia. Em algumas regiões, principalmente no Norte e no Nordeste, os aumentos ultrapassam 15%, elevando ainda mais as despesas das famílias.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os reajustes são resultado do aumento dos custos de geração de energia, da inflação e dos investimentos realizados pelas concessionárias. Com isso, consumidores já sentem o impacto no orçamento, especialmente em meio ao aumento do custo de vida.
Os novos valores variam conforme a distribuidora e o estado, mas a expectativa é de que a alta na tarifa continue pressionando o bolso dos brasileiros nos próximos meses.

Após a eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo, uma publicação nas redes sociais viralizou ao relacionar o resultado esportivo com o cenário político e econômico do país.
Na postagem, um internauta escreveu: “Já não tínhamos o pão, agora também não temos o circo. Será que agora a população vai acordar e entender que o Brasil está vivendo o pior momento econômico e de corrupção da história?”
A publicação faz referência à expressão “pão e circo”, usada para descrever situações em que o entretenimento desvia a atenção da população de outros assuntos considerados importantes. O autor da mensagem afirma que, com o fim da participação do Brasil na Copa, temas como as investigações envolvendo descontos indevidos em benefícios do INSS, as discussões sobre o caso do Banco Master e outros episódios de grande repercussão nacional poderão voltar ao centro do debate público.
A postagem rapidamente dividiu opiniões. Enquanto alguns internautas concordaram que o encerramento da campanha da Seleção pode fazer com que o foco retorne para questões políticas e econômicas, outros defenderam que esporte e política não devem ser misturados e que a eliminação em campo não altera os desafios enfrentados pelo país