Vergonha Nossa Senhora Aparecida vira piada durante jantar da cúpula do PT, diz CNN

Publicado em: 28/09/2026 15:16

Segundo reportagem da CNN Brasil, integrantes do PT fizeram comentários sobre Nossa Senhora Aparecida durante um jantar com empresários e autoridades realizado em São Paulo, na última sexta-feira (25). De acordo com a apuração, uma fala sobre a possibilidade de a santa “fazer o milagre” de ajudar na eleição de Lula provocou risadas entre os presentes.

O episódio ocorreu em meio à repercussão de uma informação falsa que associava Flávio Bolsonaro à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A CNN informou que a campanha de Flávio negou a acusação e que o projeto citado nas redes sociais era antigo, de autoria de outro político, e já havia sido arquivado.

A reportagem também afirma que o tema religioso passou a ser explorado politicamente na reta final do primeiro turno, especialmente na disputa pelo eleitorado católico.

Fontes: CNN Brasil — reportagem de Clarissa Oliveira, publicada em 28/09/2026; CNN Brasil — “Entenda polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida”

Anitta voltou ao centro do debate político e religioso nas redes sociais após conteúdos de seu projeto EQUILIBRIVM II exaltando Nossa Senhora Aparecida voltarem a circular em meio à atual disputa eleitoral. A cantora, que recentemente falou abertamente sobre sua ligação com o candomblé e chegou a usar o termo “macumbeira” para se referir a si própria, lançou em julho a música “Eu Não Sou Santa”, apresentada como uma homenagem à Padroeira do Brasil e à devoção presente em sua própria família.

Com a recente controvérsia envolvendo Nossa Senhora Aparecida, apoiadores de Lula passaram a resgatar a música de Anitta nas redes e a relacioná-la ao embate eleitoral. Publicações recentes chegaram a apresentar a cantora como alguém que teria se antecipado à discussão ao homenagear Nossa Senhora meses antes da polêmica.

A disputa ganhou força depois que publicações atribuíram a Flávio Bolsonaro apoio a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio negou a acusação, e uma decisão do TSE classificou essa associação como “notoriamente inverídica”; posteriormente, a questão continuou sendo explorada politicamente por diferentes grupos nas redes sociais

O escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, virou alvo de críticas nas redes sociais após um vídeo em que faz comentários ofensivos sobre a cantora Ana Castela.

No trecho que circula nas redes, Peninha utiliza termos pejorativos para se referir à artista, incluindo as palavras “cadela” e “horrorosa”, além de criticar sua atuação musical. As declarações passaram a ser associadas, nas redes sociais, ao posicionamento político que Ana Castela teria demonstrado recentemente.

A repercussão levantou acusações de misoginia contra o escritor. No entanto, a caracterização como misoginia é uma interpretação dos críticos sobre as declarações, e não algo que possa ser tratado como fato sem considerar o contexto completo do vídeo.

Ana Castela tem sido alvo de discussões políticas nas redes sociais após aparecer ao lado de figuras políticas e receber manifestações de apoio e críticas de diferentes grupos. Em agosto de 2026, por exemplo, a cantora esteve envolvida em uma repercussão após uma publicação ao lado do deputado Nikolas Ferreira, seguida de uma reação pública de Pabllo Vittar.

O caso também provocou questionamentos nas redes sobre a diferença de reação de grupos que costumam se manifestar contra ataques direcionados a mulheres. Até o momento, porém, não encontrei uma manifestação relevante de organizações feministas especificamente sobre esse episódio, então não é possível afirmar como fato que “as feministas estão em silêncio”.

Vale destacar que não consegui localizar uma fonte jornalística independente que confirme o contexto exato e a data da fala de Peninha. O trecho apresentado nas imagens circula principalmente pelas redes sociais. Portanto, a relação direta entre as declarações e o posicionamento político de Ana Castela deve ser apresentada como uma interpretação ou alegação, e não como fato comprovado.

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