Vergonha Nossa Senhora Aparecida vira piada durante jantar da cúpula do PT, diz CNN
Segundo reportagem da CNN Brasil, integrantes do PT fizeram comentários sobre Nossa Senhora Aparecida durante um jantar com empresários e autoridades realizado em São Paulo, na última sexta-feira (25). De acordo com a apuração, uma fala sobre a possibilidade de a santa “fazer o milagre” de ajudar na eleição de Lula provocou risadas entre os presentes.
O episódio ocorreu em meio à repercussão de uma informação falsa que associava Flávio Bolsonaro à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A CNN informou que a campanha de Flávio negou a acusação e que o projeto citado nas redes sociais era antigo, de autoria de outro político, e já havia sido arquivado.
A reportagem também afirma que o tema religioso passou a ser explorado politicamente na reta final do primeiro turno, especialmente na disputa pelo eleitorado católico.
Fontes: CNN Brasil — reportagem de Clarissa Oliveira, publicada em 28/09/2026; CNN Brasil — “Entenda polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida”

Anitta voltou ao centro do debate político e religioso nas redes sociais após conteúdos de seu projeto EQUILIBRIVM II exaltando Nossa Senhora Aparecida voltarem a circular em meio à atual disputa eleitoral. A cantora, que recentemente falou abertamente sobre sua ligação com o candomblé e chegou a usar o termo “macumbeira” para se referir a si própria, lançou em julho a música “Eu Não Sou Santa”, apresentada como uma homenagem à Padroeira do Brasil e à devoção presente em sua própria família.
Com a recente controvérsia envolvendo Nossa Senhora Aparecida, apoiadores de Lula passaram a resgatar a música de Anitta nas redes e a relacioná-la ao embate eleitoral. Publicações recentes chegaram a apresentar a cantora como alguém que teria se antecipado à discussão ao homenagear Nossa Senhora meses antes da polêmica.
A disputa ganhou força depois que publicações atribuíram a Flávio Bolsonaro apoio a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio negou a acusação, e uma decisão do TSE classificou essa associação como “notoriamente inverídica”; posteriormente, a questão continuou sendo explorada politicamente por diferentes grupos nas redes sociais

O escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, virou alvo de críticas nas redes sociais após um vídeo em que faz comentários ofensivos sobre a cantora Ana Castela.
No trecho que circula nas redes, Peninha utiliza termos pejorativos para se referir à artista, incluindo as palavras “cadela” e “horrorosa”, além de criticar sua atuação musical. As declarações passaram a ser associadas, nas redes sociais, ao posicionamento político que Ana Castela teria demonstrado recentemente.
A repercussão levantou acusações de misoginia contra o escritor. No entanto, a caracterização como misoginia é uma interpretação dos críticos sobre as declarações, e não algo que possa ser tratado como fato sem considerar o contexto completo do vídeo.
Ana Castela tem sido alvo de discussões políticas nas redes sociais após aparecer ao lado de figuras políticas e receber manifestações de apoio e críticas de diferentes grupos. Em agosto de 2026, por exemplo, a cantora esteve envolvida em uma repercussão após uma publicação ao lado do deputado Nikolas Ferreira, seguida de uma reação pública de Pabllo Vittar.
O caso também provocou questionamentos nas redes sobre a diferença de reação de grupos que costumam se manifestar contra ataques direcionados a mulheres. Até o momento, porém, não encontrei uma manifestação relevante de organizações feministas especificamente sobre esse episódio, então não é possível afirmar como fato que “as feministas estão em silêncio”.
Vale destacar que não consegui localizar uma fonte jornalística independente que confirme o contexto exato e a data da fala de Peninha. O trecho apresentado nas imagens circula principalmente pelas redes sociais. Portanto, a relação direta entre as declarações e o posicionamento político de Ana Castela deve ser apresentada como uma interpretação ou alegação, e não como fato comprovado.
