Lula diz que não tem dinheiro para comprar um celular novo e vai usar o da Janja emprestado

Publicado em: 15/10/2026 15:38

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em tom de brincadeira, que não pretende comprar um celular para participar do canal “Exército de Lula”, no WhatsApp. Em vídeo publicado nesta quinta-feira (15), o presidente disse que vai pegar o aparelho da primeira-dama Janja emprestado caso o grupo alcance 5 milhões de inscritos.

“Não, eu não vou comprar porque eu não tenho dinheiro, eu vou pegar o da Janja emprestado e vou entrar”, declarou Lula. A promessa de participação foi feita após Janones anunciar que o presidente entraria no canal se a comunidade atingisse a meta de inscritos.

O canal “Exército de Lula” foi criado para mobilizar apoiadores durante o segundo turno e voltou a funcionar na quarta-feira (14), após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (14), que construir políticas públicas é difícil, mas destruí-las pode ser simples. A declaração ocorreu durante uma cerimônia no Palácio do Planalto para a assinatura da regulamentação do Marco Legal dos Jogos Eletrônicos.

“Mas se preparem porque fazer a política é difícil, destruir é apenas um passo”, declarou Lula. O presidente também orientou representantes do setor de games a se organizarem para preservar as conquistas alcançadas. Embora não tenha citado adversários, a fala ocorre em meio à disputa presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL).

O decreto reconhece os jogos eletrônicos como produtos culturais e permite que desenvolvedores tenham acesso a mecanismos de incentivo e financiamento. O governo também anunciou a criação da plataforma Game Brasil, com investimento inicial previsto de R$ 1,4 milhão para promover jogos nacionais. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

O senador Camilo Santana (PT-CE), coordenador da campanha à reeleição do presidente Lula, está reunindo assinaturas para uma emenda à PEC da Segurança que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos. A proposta surge como reação à iniciativa de parlamentares bolsonaristas e será discutida no Senado nesta quinta-feira (15).

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, apresentou uma emenda que prevê a redução da maioridade penal para 16 anos em todos os tipos de crimes. A proposta foi rejeitada pelo relator da PEC, Rogério Carvalho (PT-SE).

Nos bastidores, lideranças petistas admitem que preferiam não discutir o assunto neste momento, mas decidiram apresentar uma alternativa mais restrita. A proposta de Camilo busca limitar a responsabilização penal de adolescentes a crimes hediondos, sem incluir delitos como furtos e pequenas infrações relacionadas ao tráfico de drogas. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

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