A farra com o dinheiro do trabalhador brasileiro comandado por Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acompanhá-lo em viagens internacionais previstas para novembro. O roteiro inclui compromissos na Turquia e nas Filipinas.
Os dois parlamentares devem integrar a comitiva brasileira durante os encontros internacionais. A viagem, no entanto, levanta questionamentos sobre o custo da delegação e o uso de recursos públicos, já que despesas de viagens oficiais podem ser bancadas pelos cofres da União.
Fonte: Pleno News.

Um comentário atribuído a um apoiador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chama atenção nas redes sociais ao tentar isentar o petista da responsabilidade pelos preços dos combustíveis.
“Lula nem assumiu ainda”, afirma o autor da publicação, em resposta a críticas sobre o preço da gasolina.
A declaração ganha um tom irônico quando confrontada com a realidade de 2026. Lula assumiu a Presidência em janeiro de 2023 e, quase quatro anos depois, consumidores ainda encontram gasolina acima de R$ 7,00 por litro em diversas regiões do país.
Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), realizado entre 18 e 24 de outubro, a gasolina comum registrou médias superiores a R$ 7,00 em estados como Acre, Roraima, Rondônia e Amazonas.
A situação alimenta críticas sobre a cobrança de responsabilidade dos governantes. Afinal, até quando os preços elevados serão atribuídos exclusivamente a fatores externos, sem que também sejam questionadas as decisões econômicas e tributárias do governo?
Embora o preço final da gasolina dependa de fatores como petróleo, impostos, distribuição e margens comerciais, as políticas públicas também influenciam o valor pago pelos consumidores.
Vale destacar que a imagem compartilhada não permite identificar a data original do comentário. Portanto, não é possível afirmar que a declaração tenha sido feita durante o atual mandato de Lula.
Fonte: ANP — Levantamento de Preços de Combustíveis (18 a 24/10/2026); captura de tela divulgada nas redes sociais.

Em pleno século XXI, moradores de Teresina, capital do Piauí, enfrentam dificuldades para conseguir um dos recursos mais básicos para a sobrevivência: água.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram moradores utilizando baldes, panelas e outros recipientes para recolher água acumulada em uma galeria a céu aberto, no bairro Uruguai, zona leste da cidade.
Segundo reportagem publicada pelo portal GP1, em 30 de outubro, famílias denunciaram estar há quatro dias sem abastecimento regular. A água recolhida seria proveniente de um vazamento ainda não solucionado.
Uma moradora relatou que a população estava recorrendo ao vazamento para conseguir água para beber, tomar banho e realizar outras necessidades básicas.
A situação provoca indignação e levanta questionamentos sobre a qualidade dos serviços essenciais oferecidos à população. Afinal, como aceitar que, em 2026, moradores de uma capital brasileira precisem recolher água na rua enquanto pagam impostos e contas de abastecimento?
De acordo com a reportagem, os moradores afirmaram ter comunicado o problema à concessionária Águas de Teresina, que ainda não havia apresentado esclarecimentos até a publicação da notícia.
O episódio reforça a necessidade de providências urgentes para garantir abastecimento regular e condições dignas à população.
Fonte: GP1 (30/10/2026) e imagens divulgadas nas redes sociais.
