Desde 2014 unidades de conservação da Amazônia registram menor desmatamento
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Dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento do Imazon e referem-se ao ano de 2025. UCs respondem por 6% do total desmatado no bioma
As unidades de conservação da Amazônia registraram queda expressiva no desmatamento em 2025: de janeiro a dezembro, as áreas protegidas tiveram 166 km² de derrubada, 38% a menos do que em 2024. Este foi o menor valor registrado em 11 anos, mostram os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, divulgados nesta segunda-feira (26).
Em relação ao total desmatado no bioma em 2025 – 2.741 km², também de acordo com o SAD/Imazon – as unidades de conservação foram responsáveis por apenas 6%, sendo 4% nas áreas protegidas sob gestão estadual (109 km²) e 2% nas sob gestão federal (57 km²).
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O número registrado em 2025 representa também uma queda de 86% em relação ao ano de maior desmatamento nessas áreas: em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, as unidades de conservação da Amazônia perderam 1.214 km² de vegetação.

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“O Brasil mostra que está no caminho certo para o cumprimento da meta de desmatamento zero em 2030, que é essencial para a redução das emissões de gases de efeito estufa no país. Isso garantirá maior equilíbrio climático, a manutenção das chuvas, que também é benéfica para o agronegócio brasileiro, a conservação da biodiversidade e proteção dos povos e comunidades tradicionais”, afirma Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.




