“BANHO DE SANGUE”: DESESPERO DE MIGUEL DÍAZ-CANEL EXPÕE DITADURA CUBANA FALIDA E PROVOCADORA.

Publicado em: 19/05/2026 11:28

O ditador Miguel Díaz-Canel expõe mais uma vez a natureza agressiva e falida do regime cubano.

Nesta segunda-feira (18), o sucessor de Raúl Castro ameaçou os Estados Unidos com um “banho de sangue” caso Washington realize qualquer operação militar na ilha, um dia após o site Axios revelar que Havana adquiriu mais de 300 drones militares e discute abertamente planos de ataque contra a base de Guantánamo, navios americanos e até Key West, na Flórida.
Trata-se de uma ditadura comunista que, após mais de seis décadas de repressão, miséria e êxodo em massa de seu próprio povo, agora mira em provocação externa para tentar justificar o fracasso interno, usando drones provavelmente financiados por aliados autoritários como Rússia, Irã ou Venezuela enquanto o povo cubano enfrenta fome, apagões e falta de liberdade.
A retórica belicista de Díaz-Canel não passa de fanfarronice de um regime acuado, que sobrevive à base de censura, prisões políticas e exportação de médicos escravizados, e que demonstra, mais uma vez, o perigo que representam ditaduras obsoletas obcecadas por confrontar democracias em vez de alimentar seu próprio povo.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação

EUA ENDURECEM SANÇÕES E MIRAM MILITARES E REPRESSORES DA DITADURA CUBANA.

REDAÇÃO

Governo americano amplia pressão sobre integrantes do regime cubano acusados de participação em repressão política

Washington anunciou novas medidas restritivas contra autoridades, militares e agentes de inteligência de Cuba, aumentando a pressão sobre o aparato repressivo que mantém o povo cubano refém há mais de seis décadas.
Enquanto a ditadura de Miguel Díaz-Canel intensifica a repressão, prende opositores, promove o êxodo em massa e flerta com terrorismo internacional, como os recentes planos de ataques com drones contra alvos americanos, os EUA respondem com ação concreta, mirando exatamente aqueles que sustentam a máquina de opressão e miséria.
Esta é a postura correta: não se negocia nem se legitima com ditaduras que exportam instabilidade, escravizam médicos e transformam uma nação em um dos países mais pobres e autoritários do continente.
Ao sancionar os responsáveis diretos pela violência de Estado, os Estados Unidos reafirmam seu compromisso com a liberdade e enviam um recado claro aos algozes do povo cubano: o mundo livre não vai financiar nem tolerar indefinidamente o sofrimento imposto por um regime obsoleto e criminoso.
Texto: Rodolfo Oliveira

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