Flávio Bolsonaro aplica volta de mestre na PF de Lula

Publicado em: 30/10/2026 11:12

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conseguiu deixar o Brasil mesmo após a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia proibido sua saída do país e ordenado a entrega de seus passaportes à Polícia Federal. Na noite de terça-feira (27), Flávio atravessou a fronteira com a Argentina acompanhado da esposa e das duas filhas. De lá, embarcou em um avião particular, fez escala no Equador e desembarcou em Miami, nos Estados Unidos, na manhã de quarta-feira (28). A operação surpreendeu autoridades brasileiras e passou a ser interpretada por apoiadores como o início de um exílio político.

O episódio também provocou questionamentos sobre a capacidade de fiscalização das fronteiras brasileiras. Em nota oficial, a Polícia Federal reconheceu que não havia registro de saída do senador pelos postos migratórios brasileiros, apesar do cancelamento dos passaportes e da emissão de um alerta migratório. A corporação esclareceu, entretanto, que as restrições não autorizavam automaticamente uma prisão ou vigilância permanente. Flávio é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro, nega irregularidades e considera as medidas judiciais uma forma de perseguição política. Nos Estados Unidos, recebeu uma autorização humanitária de permanência por um ano, segundo a imprensa americana e brasileira.

A história do Brasil registra importantes figuras políticas que deixaram o território nacional em momentos de ruptura institucional. Dom Pedro II foi obrigado a partir para a Europa em 1889, após a Proclamação da República. Em 1964, o presidente João Goulart seguiu para o Uruguai depois do golpe militar, enquanto Leonel Brizola também buscou refúgio no exterior e permaneceu afastado do Brasil até a anistia de 1979. Esses personagens continuaram ocupando espaço na história política brasileira mesmo distantes do país.

No cenário internacional, um dos episódios mais conhecidos é o de Charles de Gaulle, que deixou a França em 1940, durante a Segunda…

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo diretamente da Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos, anunciando uma agenda de reuniões importantes com autoridades norte-americanas.

Na gravação, divulgada em 27 de maio de 2026, Flávio demonstrou entusiasmo com os encontros e afirmou que novidades seriam anunciadas em breve.

“Estamos aqui de novo na Casa Branca para mais um dia de conversas importantes. Daqui a pouquinho mais notícias para o Brasil, que vai voltar a ser respeitado pelo mundo”, declarou o senador.

A publicação ocorreu durante uma série de compromissos políticos nos Estados Unidos. Na ocasião, Flávio manteve encontros com integrantes do alto escalão do governo americano, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio e o vice-presidente JD Vance.

A declaração sobre o Brasil voltar a ser respeitado internacionalmente representa a avaliação política do próprio senador. O vídeo não apresentou detalhes sobre eventuais acordos ou resultados concretos das conversas.

A movimentação ganhou destaque nas redes sociais e ampliou a atenção sobre as articulações de Flávio Bolsonaro junto ao governo norte-americano.

O influenciador digital Gabriel Silva voltou a provocar polêmica nas redes sociais ao comentar a decisão de empresários que anunciaram a suspensão de doações de cestas básicas e as manifestações favoráveis à demissão de funcionários que apoiam o Partido dos Trabalhadores (PT).

Em uma declaração atribuída a ele, que vem repercutindo no Instagram, Gabriel ironizou as críticas feitas aos empresários e questionou a necessidade de doações por parte de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Vocês não ficaram o ano todo falando que não gostam de fascistas? O Lula não tirou o Brasil inteiro da fome? Para que vocês precisam de doações? Peçam ajuda ao Lula”, afirmou, segundo o relato da publicação.

A manifestação ocorre após a reeleição de Lula, em meio a uma onda de publicações de empresários e influenciadores insatisfeitos com o resultado eleitoral. Algumas empresas anunciaram o encerramento de ações sociais, enquanto outras pessoas passaram a defender publicamente que funcionários identificados como petistas fossem dispensados.

Um dos casos que ganharam repercussão foi o da rede de sorveterias Ice Cream Mix, que anunciou a suspensão de doações de cestas básicas, agasalhos e brinquedos. A decisão provocou discussões sobre a responsabilidade social das empresas e a relação entre assistência à população e posicionamento político.

A opinião de Gabriel Silva também reacendeu o debate sobre a polarização política no Brasil. Enquanto parte dos internautas defende o direito dos empresários de decidir sobre suas doações particulares, outros criticam a utilização de preferências eleitorais como critério para oferecer ajuda ou manter empregos.

No Brasil, a legislação trabalhista proíbe a discriminação de empregados por convicção política, e denúncias relacionadas a possíveis represálias eleitorais estão sendo analisadas pelo Ministério Público do Trabalho.

A repercussão evidencia como as divergências políticas continuam presentes nas discussões sobre emprego,…

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