Flávio Bolsonaro (PL) entrou com uma ação por danos morais contra os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) por um vídeo publicado nas redes sociais
Flávio Bolsonaro (PL) entrou com uma ação por danos morais contra os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) por um vídeo publicado nas redes sociais. O processo foi protocolado nesta quarta-feira (14) no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
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No vídeo citado na ação, Janones e Lindbergh atribuíram a Flávio propostas como aumentar a idade mínima para aposentadoria para 70 anos no caso dos homens e 65 anos para as mulheres, desvincular aposentadorias do salário mínimo e adotar jornada de 12 horas por dia com escala “7 por 0”. A defesa do candidato afirma que “nenhuma dessas propostas existe” e sustenta que os parlamentares atribuíram a ele um programa de governo inexistente.
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Os advogados de Flávio pedem que Janones e Lindbergh publiquem uma retratação em até 24 horas e paguem R$ 61 mil por danos morais. Segundo a ação, o valor será destinado integralmente a uma instituição de caridade. O processo foi distribuído à 9ª Vara Cível de Brasília e ainda não há decisão. As informações são da coluna Grande Angular, do Metrópoles. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

Jair Bolsonaro recebeu R$ 78,3 milhões a mais em doações de pessoas físicas durante a campanha presidencial de 2022 do que seu filho, Flávio Bolsonaro (PL), arrecadou nas eleições de 2026. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que o ex-presidente recebeu R$ 89,4 milhões em doações, enquanto Flávio arrecadou R$ 11 milhões até o momento.
Em 2022, Jair Bolsonaro arrecadou R$ 126,1 milhões para sua campanha, incluindo R$ 34,6 milhões do PL e R$ 2 milhões do Progressistas. Já Flávio recebeu R$ 67,5 milhões do PL, totalizando R$ 78,5 milhões em recursos para a disputa presidencial.
O deputado federal eleito Thiago Manzoni (PL-DF) atribuiu a diferença ao receio de possíveis doadores de sofrerem perseguição. Segundo o parlamentar, apoiadores estariam com medo de informar o CPF nas contribuições eleitorais por temor de ações do Supremo Tribunal Federal (STF). ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR
