Grupo pressiona o Senado a aprovar lei que obrigue o SUS a fornecer calcinha para trans

Uma proposta apresentada por meio do portal e-Cidadania do Senado Federal voltou a repercutir nas redes sociais. A iniciativa sugeria que o Sistema Único de Saúde (SUS) passasse a distribuir gratuitamente calcinhas desenvolvidas para mulheres trans, com o argumento de reduzir problemas de saúde relacionados ao uso de fitas adesivas e outros métodos utilizados para esconder os órgãos genitais. A ideia ultrapassou as 20 mil assinaturas necessárias e foi transformada em uma sugestão legislativa para análise da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
No entanto, após a tramitação, a comissão rejeitou a proposta. No parecer aprovado, os parlamentares concluíram que a distribuição desse tipo de vestuário não representava uma solução prioritária para o SUS e poderia desviar recursos de demandas consideradas mais urgentes na área da saúde. Com isso, a sugestão teve sua tramitação encerrada e foi arquivada.

O tema voltou a ser compartilhado por perfis nas redes sociais, muitas vezes dando a entender que a proposta ainda estaria em discussão no Senado. Pelos registros oficiais da Casa, porém, a sugestão já foi analisada, rejeitada pela comissão competente e arquivada, não estando em tramitação atualmente.
