Os 20 municípios maiores da região norte em produção de abacaxi
A fruticultura na Região Norte alcança marcas impressionantes na produção de abacaxi. Na metodologia do IBGE (PAM), a medição é feita em mil frutos — revelando uma colheita milionária que consolida a força do Pará, do Tocantins e do Amazonas na fruticultura nacional.
O ranking é liderado isoladamente por Floresta do Araguaia (PA), a capital nacional do abacaxi, com incríveis 240 milhões de frutos (240.000 mil frutos). Seguem-se Itacoatiara (AM) em 2º lugar, com 50,5 milhões de frutos (50.576 mil frutos), e Miracema do Tocantins (TO) em 3º, com 17,4 milhões de frutos (17.400 mil frutos).
O top 10 completa-se com Salvaterra (PA, 13,5M), Araguacema (TO, 11,7M), Conceição do Araguaia (PA, 11,6M), Pau D’Arco (TO, 10,5M), Rio Maria (PA, 10,5M), Cantá (RR, 5,4M) e Porto Velho (RO, 5M). Do 11º ao 20º lugar destacam-se Miranorte (TO), Rio dos Bois (TO), Humaitá (AM), Dois Irmãos do Tocantins (TO), Cachoeira do Arari (PA), Mojuí dos Campos (PA), Porto Nacional (TO), Pium (TO), Concórdia do Pará (PA) e São João da Ponta (PA).
Essa produção milionária impulsiona a economia rural, gera empregos e abastece as indústrias de sumos por todo o país.
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A extração de castanha-do-pará na Região Norte destaca a força dos produtos da sociobiodiversidade e o papel fundamental do extrativismo sustentável para as comunidades locais. De acordo com os dados da Pesquisa da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) do IBGE, a produção está distribuída por municípios estratégicos do Pará, Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.
No topo do ranking, Óbidos (PA) ocupa a liderança isolada na região com 2.400 toneladas produzidas. O segundo lugar fica com Tapauá (AM), atingindo 1.510 toneladas, seguido de perto por Xapuri (AC) em 3º lugar, com 1.501 toneladas. O estado do Acre mostra expressiva relevância nas posições seguintes com Brasileia (4º com 1.236 t), Rio Branco (5º com 1.215 t) e Sena Madureira (6º com 1.214 t).
O grupo dos 10 maiores produtores inclui ainda Humaitá (7º com 1.200 t), Caroebe (8º com 816 t), Epitaciolândia (9º com 773 t) e Codajás (10º com 750 t). Nas posições de 11ª a 15ª figuram Lábrea (750 t), Boca do Acre (700 t), Autazes (500 t), Oriximiná (493 t) e Nova Olinda do Norte (480 t).
Fechando o ranking dos 20 maiores municípios estão Alenquer (16º com 479 t), Porto Velho (17º com 416 t), Manicoré (18º com 412 t), Coari (19º com 320 t) e Portel (20º com 300 t). O fortalecimento do setor extrativista garante o rendimento de milhares de famílias florestais e consolida a bioeconomia como um dos caminhos mais promissores para o desenvolvimento da Amazónia.
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