Petista quer PM longe das ruas e passe atuar no campo ajudando “companheiros” a invadir terras
A pré-candidata ao Governo do Piauí, Lourdes Melo, gerou repercussão nas redes sociais após defender que a polícia deixe as ruas e passe a atuar no campo auxiliando trabalhadores rurais. A declaração foi dada durante uma entrevista transmitida pela STV/UNI FSA.
Durante o debate, Lourdes afirmou que não acredita que a polícia, da forma como atua atualmente, seja capaz de defender os interesses da classe trabalhadora. Segundo ela, as forças de segurança também exercem um papel de opressão sobre os trabalhadores e deveriam atuar em favor das pautas ligadas à reforma agrária.
Em um dos momentos mais discutidos da entrevista, a pré-candidata declarou que a polícia deveria estar no campo ajudando os trabalhadores e apoiando a reforma agrária. Ao ser questionada pelos entrevistadores sobre essa posição, Lourdes respondeu: “É claro! A reforma agrária é para os trabalhadores. Reforma agrária é para quem nela trabalha.”
Ao ser perguntada se acabaria com a polícia caso fosse eleita governadora, Lourdes negou a hipótese, mas reiterou que deseja uma atuação voltada aos interesses da classe trabalhadora. Ela também mencionou a possibilidade de “autodefesa” popular caso os trabalhadores não se sintam representados pelas instituições existentes.
As declarações provocaram debate entre apoiadores e críticos. Enquanto simpatizantes enxergam a proposta como uma defesa dos trabalhadores rurais e da reforma agrária, opositores argumentam que as falas representam uma visão inadequada sobre a função constitucional das forças policiais e levantam preocupações sobre segurança pública e direito à propriedade.
INVESTI BRASIL

Uma entrevista da professora e pré-candidata ao Governo do Piauí pelo PCO, Lourdes Melo, repercutiu nas redes sociais após declarações envolvendo o líder venezuelano Nicolás Maduro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Durante a conversa, Lourdes foi questionada sobre seu posicionamento em relação a Maduro. Ao responder, afirmou que considera o líder venezuelano vítima de perseguição política e declarou que ele deveria ser libertado.
“Bom, o Maduro é uma pessoa que o Trump mantém preso. Nós achamos que o Maduro tem que ser solto”, afirmou.
A declaração provocou reação imediata do apresentador, que contestou a informação, argumentando que Maduro continuaria exercendo influência política na Venezuela. Mesmo diante da contestação, Lourdes manteve sua posição e voltou a defender que o republicano deveria libertar o líder venezuelano.
“Ele está preso e, acima de tudo, a gente tem que exigir que o Trump solte o Maduro”, insistiu.
Em outro momento da entrevista, Lourdes afirmou que, caso alcance relevância política e tenha a oportunidade, defenderia a libertação de Maduro junto ao governo norte-americano, reforçando sua posição favorável ao líder venezuelano. A fala gerou forte repercussão entre apoiadores e críticos nas redes sociais.
O debate também abordou acusações frequentemente feitas contra o governo venezuelano, incluindo denúncias de autoritarismo e violações de direitos humanos. O apresentador argumentou que Maduro deveria responder por eventuais crimes perante a Justiça venezuelana, enquanto Lourdes sustentou que o líder é alvo de perseguição política internacional.
As declarações rapidamente viralizaram e reacenderam o debate sobre a Venezuela, o papel dos Estados Unidos na região e o posicionamento de setores da esquerda brasileira em relação ao governo de Nicolás Maduro
