Porto Alegre (RS) confirma primeiro caso de Mpox em 2026

Publicado em: 17/02/2026 13:21
Porto Alegre registrou o primeiro caso de Mpox no ano — doença viral transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva. A infecção confirmada em um morador da capital ocorreu fora do Rio Grande do Sul, segundo a Vigilância Epidemiológica municipal. Em 2025, a série de casos na cidade somou 11 confirmações. 
📢Prefeitura reforça orientações para o Carnaval:
➡️ Foliões devem examinar a própria pele antes de sair, observando erupções, bolhas ou feridas, especialmente em áreas como genital, boca, mãos e pés; se notar algo suspeito, procurar atendimento médico.
➡️ Evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões na pele.
➡️ Higienizar frequentemente as mãos com álcool em gel 70%.
➡️ Não compartilhar objetos pessoais como copos, talheres e roupas.
➡️ Em grandes aglomerações, o uso de máscaras pode oferecer proteção extra. 
🤒Sintomas de alerta: febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço, inchaço dos gânglios e o aparecimento de lesões cutâneas. Caso esses sinais apareçam, a recomendação é buscar um serviço de saúde e evitar frequentar eventos.
Redação LDN
📸Foto: reprodução/OMS
Porto Alegre (RS) confirma primeiro caso de Mpox em 2026
Foto: Divulgação/Cofen

 

A prefeitura de Porto Alegre (RS) anunciou que o primeiro caso de Mpox em 2026 foi confirmado na capital gaúcha — e o mais tenso: no calor da folia do Carnaval! A Vigilância Epidemiológica disse que a pessoa infectada é moradora da cidade, mas que pegou a doença fora do Rio Grande do Sul antes de voltar pra cá.

 

Em 2025, a mesma cidade já havia registrado 11 casos da doença, que é causada por um vírus da mesma família da varíola e pode ser transmitida principalmente pelo contato direto com feridas na pele, saliva ou secreções respiratórias.

 

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COM O CARNAVAL A TODO VAPOR, A PREFEITURA NÃO PERDEU TEMPO E LANÇOU UM ALERTA AOS FOLIÕES:

Fique atento à sua própria pele antes de sair pra festa — observe se tem bolhas, feridas ou lesões;
Evite contato físico prolongado ou íntimo com pessoas que tenham sinais suspeitos;
Higienize as mãos sempre, não compartilhe objetos pessoais e use máscara se estiver em lugares muito cheios.

 

Os sintomas que o povo deve ficar ligado são febre, dor de cabeça, dores no corpo, fraqueza e ínguas (gânglios inchados), seguidos depois por feridas na pele — que é o sinal mais característico da Mpox.

 

A orientação é clara: quem apresentar sintomas deve procurar atendimento médico, evitar blocos e festas e fazer isolamento domiciliar até receber orientação de saúde.

 

 

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Ou seja… festa sim, relaxo com doença séria não!

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