“Da última vez que analisei os sigilos de Lula, ele foi parar na cadeia”

Publicado em: 22/10/2026 16:51

O ex-procurador da República e senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) afirmou nesta quinta-feira (22) que sua última análise dos sigilos do presidente Lula (PT) terminou com a prisão do petista. “Da última vez que analisei os sigilos de Lula, ele foi parar na cadeia”, declarou durante entrevista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Deltan foi escolhido pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para examinar documentos fiscais e bancários apresentados pela equipe do presidente.

Segundo a Itatiaia, Deltan pretende verificar se os documentos entregues incluem informações de Lula, familiares e empresas ligadas a eles desde 2003. O ex-procurador também afirmou que buscará possíveis indícios de ocultação patrimonial, retomando acusações relacionadas à Operação Lava Jato. As declarações representam suspeitas levantadas por Deltan, não a comprovação de novas irregularidades.

Além dos registros particulares, a equipe de Flávio Bolsonaro cobra acesso a despesas públicas, incluindo gastos com cartões corporativos e viagens em aeronaves da Presidência. A discussão sobre a abertura dos sigilos ocorre na reta final do segundo turno das eleições, em meio a exigências apresentadas pelas duas campanhas. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.Br

O ex-procurador da República e senador eleito Deltan Dallagnol voltou a acusar o presidente Lula (PT) de ocultar patrimônio nesta quinta-feira (22), durante uma declaração à imprensa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Escolhido pela equipe de Flávio Bolsonaro (PL) para analisar documentos fiscais e bancários apresentados pela campanha petista, Deltan afirmou: “Lula é especialista em ocultar patrimônio, e eu sou especialista em encontrar o patrimônio ocultado por Lula”.

Segundo o Congresso em Foco, Deltan cobrou acesso a registros desde 2003, início do primeiro mandato de Lula, e afirmou que a análise deve incluir informações de familiares e empresas relacionadas a eles. O ex-procurador também exigiu transparência sobre gastos da Presidência, incluindo cartões corporativos e viagens em aeronaves oficiais. Durante a declaração, voltou a mencionar investigações da Lava Jato e levantou suspeitas sobre possíveis pagamentos de propina, sem apresentar novas provas.

A cobrança ocorre em meio à disputa entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro pela abertura de sigilos. A equipe petista solicitou ao TSE a divulgação de dados dos últimos oito anos, condicionada à adoção de medida equivalente pelo adversário. Flávio apresentou ao menos 21 exigências, posteriormente aceitas pela campanha de Lula, segundo os petistas. As condenações do presidente na Lava Jato foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021, que também reconheceu a parcialidade de Sergio Moro no caso do triplex. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

Deltan Dallagnol (Novo-PR) acusou nesta quinta-feira (22) a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ter resistido à inclusão do Instituto Lula no acordo para abertura de sigilos negociado com a equipe de Flávio Bolsonaro (PL) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o ex-procurador, a primeira versão apresentada pelos representantes do presidente deixaria os dados da entidade de fora.

Segundo o Congresso em Foco, Deltan afirmou que os advogados de Flávio precisaram intervir para incluir o Instituto Lula no acordo e classificou a situação como uma “pegadinha”. De acordo com ele, as alterações foram posteriormente aceitas pela equipe petista. Deltan também criticou Lula por ainda não ter tornado públicos diretamente os dados bancários, fiscais e do cartão corporativo.

A campanha de Lula, por outro lado, acusou a equipe de Flávio de ter resistido à inclusão de informações de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, sócio do senador. As duas campanhas compareceram ao TSE nesta quinta-feira para formalizar os compromissos, e o pedido está sob relatoria do ministro André Mendonça. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

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