Facesitting: prática pode intensificar o prazer no sexo oral, dizem especialistas

Publicado em: 18/01/2026 21:35

Embora possa parecer um pouco perigoso, quando praticado corretamente, o facesitting não oferece perigo, afirma ginecologista

Embora muitas posições sexuais sentadas envolvam uma cadeira, o banco de trás de um carro ou um sofá, o facesitting propõe um tipo de assento que você talvez ainda não tenha explorado: o rosto do parceiro.

 

Como o nome sugere, o facesitting, às vezes chamado de queening, consiste em uma pessoa com vulva sentar-se sobre o rosto do(a) parceiro(a) para receber sexo oral. Embora possa parecer um pouco perigoso, quando praticado corretamente, não oferece perigo.

 

Além de levar a orgasmos incríveis, sentar no rosto de alguém é mais do que um ato sexual. Trata-se de assumir o controle da própria sexualidade, brincar com a dinâmica de poder e celebrar o prazer.

 

Veja também 

 

Acesso à saúde e hábitos saudáveis são decisivos no combate à infertilidade

 

Insônia? Conheça simpatia simples para atrair uma noite de sono tranquilo

O ginecologista César Patez destaca que o facesitting é uma prática sexual consensual em que o objetivo é estimular a região genital por meio do contato oral.“Do ponto de vista médico, trata-se de uma variação de posição sexual que envolve intimidade, confiança e comunicação clara entre quem participa”, explica o profissional ao Metrópoles.

 

Embora tecnicamente qualquer pessoa possa se sentar no rosto do parceiro, as pessoas com vulva são as que mais praticam esse ato. Sentar no rosto é particularmente comum na comunidade BDSM, onde ganhou o apelido de queening, como uma rainha sentada em seu trono.

 

 

 

O ato de sentar no rosto/dominar também é popular na comunidade kink, mas é importante notar que não é algo exclusivo desse meio. Independentemente da orientação sexual, qualquer pessoa pode praticar a técnica — seja ela convencional, adepta do BDSM ou de qualquer outra natureza.

 

LEIA MAIS

Compartilhar

Faça um comentário