Flávio aponta que Michelle é pré-candidata ao Senado pelo DF

Publicado em: 13/02/2026 10:02
Pré-candidato a presidente falou sobre as possíveis candidaturas de sua família no pleito deste ano

Paulo Moura

Flávio e Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal Instagram @flaviobolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apontou nesta quinta-feira (12) quais integrantes da família Bolsonaro devem disputar cargos nas eleições deste ano. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, ele citou possíveis candidaturas de Michelle Bolsonaro ao Senado pelo Distrito Federal, de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, e de Renan Bolsonaro à Câmara também pelo estado catarinense.

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De acordo com Flávio, todos os membros do núcleo familiar do ex-presidente Jair Bolsonaro devem entrar na disputa eleitoral, com exceção de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos.

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– Vai todo mundo ser pré-candidato a alguma coisa, então o Carlos [Bolsonaro] é pré-candidato a senador lá em Santa Catarina, o Renan [Bolsonaro] é pré-candidato a deputado federal também em Santa Catarina […]. A Michelle [Bolsonaro], ao que tudo indica, também é pré-candidata a senadora no Distrito Federal, então acho que vai ficar mais ou menos cada um me ajudando dentro da sua – disse.

Flávio também abordou a própria estratégia para a eleição presidencial e disse que pretende dialogar com partidos do Centrão para ampliar a base de apoio. Embora tenha reconhecido que o grupo “não é o ideal”, o parlamentar afirmou que não pretende rejeitar alianças com políticos de centro ou direita dispostos a apoiá-lo.

– Sozinho a gente não chega em lugar nenhum e assim, no Congresso tem de tudo menos quem não teve voto. “Ah, [o Centrão] não é o ideal e não sei o que”, mas é o que tem. Então não tem nenhum sentido eu dispensar pessoas ou partidos do Centrão que queiram me apoiar porque eu sei que eles também têm esse objetivo maior de olhar para um Brasil diferente – disse.

Na avaliação do senador, a eleição de 2026 deve ser uma disputa apertada e, por isso, defendeu a formação de alianças pragmáticas, afirmando que, no cenário atual, “o inimigo do meu inimigo é meu aliado”.

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