Janja é vaiada e provocada por pessoas dos edifícios próximos do evento da primeira dama

Publicado em: 14/09/2026 11:29

A primeira-dama Janja Lula da Silva foi alvo de vaias e provocações vindas de um edifício próximo ao ato político realizado na Boca Maldita, no Centro de Curitiba, neste sábado (12).

Durante sua fala, Janja percebeu os gritos que partiam das janelas e interrompeu momentaneamente o discurso para reagir. Em vídeos divulgados nas redes sociais, manifestantes aparecem protestando contra o evento. Publicações que repercutiram o episódio afirmam que, entre as provocações, também teriam sido direcionados à primeira-dama xingamentos de cunho ofensivo, incluindo o termo “puta”. Esse xingamento específico, porém, não é identificado de forma clara nas principais reportagens consultadas.

“Liga não, gente. Vamos seguir aqui. Deixa eles lá. Eles com a raiva, com o ódio deles, porque aqui é só amor”, respondeu Janja. Depois, ela voltou a criticar o grupo e mencionou “misoginia” e “ódio contra as mulheres”.

Entre as pessoas que aparecem em uma das janelas estavam o deputado estadual Tito Barichello (PL) e a vereadora Delegada Tathiana Guzella (PL). Barichello é ouvido em vídeo gritando “Lula bandido” em direção ao ato.

O episódio ocorreu durante um evento de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na tradicional Boca Maldita. As manifestações vindas dos prédios acabaram chamando atenção durante o ato e também repercutiram nas redes sociais.

Fonte: Portal Nosso Dia, XV Curitiba e registros divulgados nas redes sociais.

Uma publicação do vereador Rubinho Nunes provocou repercussão nas redes sociais ao comparar o poder de compra de trabalhadores brasileiros e americanos. Segundo os números apresentados pelo parlamentar, seriam necessários 94 dias de trabalho no Brasil para comprar um iPhone 18 Pro Max, enquanto nos Estados Unidos seriam apenas seis dias.

“Mas calma… pelo menos temos o SUS”, ironizou Rubinho ao final da publicação, usando a comparação para criticar a baixa capacidade de consumo do brasileiro e o argumento recorrente de que diferenças econômicas entre Brasil e Estados Unidos seriam compensadas pela existência de serviços públicos gratuitos.

A provocação abriu uma discussão que vai muito além do preço de um celular. Internautas destacaram o peso dos impostos, os salários mais baixos e o custo elevado de produtos importados no Brasil, enquanto outros lembraram que comparar os dois países apenas pelo preço de um eletrônico ignora diferenças importantes, como saúde pública, tributação e custo de vida.

Os números exatos da comparação podem variar bastante conforme o preço considerado para o aparelho, salário utilizado no cálculo, jornada de trabalho e impostos de cada região. Ainda assim, a postagem chamou atenção para um problema conhecido: o poder de compra do salário brasileiro continua muito inferior ao de economias como a americana quando se trata de bens de tecnologia.

A frase sobre o SUS também dividiu opiniões. Para críticos, serviços públicos não deveriam servir como justificativa para baixa renda e preços elevados. Já defensores do sistema lembraram que o acesso universal à saúde representa um benefício que não aparece em comparações baseadas apenas em salários e produtos.

Fonte: publicação de Rubinho Nunes nas redes sociais.

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, participou neste domingo (13) de um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. A mobilização ocorreu no vão do Masp e contou também com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do presidente nacional do PT, Edinho Silva.

O evento fazia parte de uma mobilização nacional do partido em apoio à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo o Poder360, o ato reuniu menos de 500 pessoas. A manifestação ocorreu sob forte garoa, condição que pode ter contribuído para o público reduzido.

O PT havia divulgado previamente a atividade na Paulista como parte do chamado “Dia 13 com Lula”.

Fontes: Poder360 e Partido dos Trabalhadores (PT).

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